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	<title>Live Session</title>
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		<title>[Worth Listening to] The Haunted Youth &#8211; Boys Cry Too (Live at Cirque Royal)</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 21:40:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8220;Boys Cry Too&#8221; [Album Review AQUI], gravada pelos The Haunted Youth no Cirque Royal, apresenta toda a intensidade que os belgas têm vindo a apresentar desde o lançamento deste álbum. A música de Joachim Liebens vive permanentemente entre a melancolia e a esperança, criando paisagens sonoras onde guitarras etéreas, sintetizadores e vozes, por vezes sussurradas,]]></description>
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<p><strong>&#8220;Boys Cry Too&#8221;</strong> [Album Review <a href="https://www.ecletismomusical.pt/album-review-the-haunted-youth-boys-cry-too/?swcfpc=1">AQUI</a>], gravada pelos <a href="https://www.instagram.com/thehauntedyouth_official/">The Haunted Youth</a> no Cirque Royal, apresenta toda a intensidade que os belgas têm vindo a apresentar desde o lançamento deste álbum.</p>



<p>A música de Joachim Liebens vive permanentemente entre a melancolia e a esperança, criando paisagens sonoras onde guitarras etéreas, sintetizadores e vozes, por vezes sussurradas, por vezes quase em grito, parecem existir num estado constante de suspensão.</p>



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<p>Nesta atuação percebe-se também que os The Haunted Youth recusam transformar a melancolia num exercício de escuridão permanente. Existe tristeza, naturalmente. Mas existe igualmente beleza, memória, desejo de reconstrução e uma curiosa sensação de esperança que atravessa todo o disco. Talvez porque crescer nunca signifique deixar de sentir. Signifique apenas aprender a conviver melhor com aquilo que sentimos.</p>



<p>Há algo profundamente cinematográfico na forma como a banda desenvolve cada canção. Em vez de procurar refrões explosivos, prefere deixar que pequenos detalhes ganhem dimensão à medida que a atuação avança. É uma abordagem que exige tempo, disponibilidade e escuta atenta, mas que recompensa quem aceita esse convite.</p>



<p>Talvez seja precisamente essa a maior qualidade de <em>Boys Cry Too</em>: recordar-nos que crescer não significa deixar de chorar. Significa perceber que algumas das emoções que mais tentamos esconder são, muitas vezes, aquelas que mais nos aproximam uns dos outros.</p>
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		<title>[Live Set] BUNT. at COACHELLA 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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		<category><![CDATA[BUNT.]]></category>
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					<description><![CDATA[Passamos anos a construir objetivos, carreiras, relações, projetos e sonhos. Aprendemos a medir o nosso valor através daquilo que produzimos, conquistamos ou alcançamos. E, sem nos apercebermos, acabamos muitas vezes por transformar a própria vida numa sucessão de metas. Como se a felicidade estivesse sempre alguns passos à frente, escondida atrás da próxima conquista. É]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Passamos anos a construir objetivos, carreiras, relações, projetos e sonhos. Aprendemos a medir o nosso valor através daquilo que produzimos, conquistamos ou alcançamos. E, sem nos apercebermos, acabamos muitas vezes por transformar a própria vida numa sucessão de metas. Como se a felicidade estivesse sempre alguns passos à frente, escondida atrás da próxima conquista.</p>



<p>É impossível não pensar nisso ao ver o set de <a href="https://www.instagram.com/buntmusic/">BUNT.</a> no <a href="https://www.instagram.com/coachella/">Coachella</a>.</p>



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<p>Nos últimos anos, o produtor alemão, num género muitas vezes discutível sobre o conceito do que é fazer música, tornou-se uma das histórias mais improváveis da música eletrónica. Longe dos circuitos tradicionais da indústria, construiu uma comunidade global através das redes sociais, de atuações espontâneas e de uma abordagem profundamente humana à música de dança. Em vez de se apresentar como uma estrela distante, BUNT. parece apresentar-se como alguém que continua genuinamente surpreendido por estar ali. E talvez seja precisamente essa autenticidade que explica a ligação tão forte que conseguiu criar com milhares de pessoas em todo o mundo.</p>



<p>O seu concerto no Coachella não foi apenas uma celebração do percurso que o trouxe até um dos festivais mais importantes do planeta. E talvez seja exatamente por isso que alguns momentos se tornam tão especiais. Porque a capacidade de, durante alguns minutos, deixarmos de pensar no passado e no futuro, deixarmos de carregar o peso invisível das responsabilidades, das expectativas e das preocupações que normalmente transportamos, é, provavelmente, a maior que se pode ter.</p>



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<p>Ao ver milhares de pessoas a dançar durante o set de BUNT., parecia existir, durante aquele set, uma espécie de acordo silencioso entre todos os que ali estavam. Durante aquele tempo, não importavam os emails por responder, as atividades por realizar, os problemas por resolver, as decisões difíceis ou as dúvidas sobre o futuro. Existia apenas o momento, a experiência partilhada, a catarse coletiva de simplesmente aproveitar o privilégio e, viver.</p>



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<p>Talvez seja essa uma das funções mais importantes da arte. Não escapar à realidade. Mas recordar-nos que a realidade também é feita destes instantes. De momentos que não mudam o mundo, mas mudam a forma como habitamos o nosso próprio mundo.</p>
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		<title>[Live Performance] Hermanos Gutiérrez &#8211; Sonido Cosmico (LIVE) avec l’Orchestre Symphonique de Montréal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 16:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[A música dos Hermanos Gutiérrez sempre teve algo de muito cinematográfico. As suas guitarras evocam desertos, horizontes infinitos e viagens sem destino definido. Mas em “Sonido Cósmico”, interpretada ao vivo com a Orquestra Sinfónica de Montréal, a paisagem deixa de ser terrestre, a música parece olhar para cima, para o desconhecido. Alejandro e Estevan Gutiérrez]]></description>
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<p>A música dos <a href="https://www.instagram.com/hermanosgutierrez/">Hermanos Gutiérrez</a> sempre teve algo de muito cinematográfico. As suas guitarras evocam desertos, horizontes infinitos e viagens sem destino definido. Mas em “Sonido Cósmico”, interpretada ao vivo com a Orquestra Sinfónica de Montréal, a paisagem deixa de ser terrestre, a música parece olhar para cima, para o desconhecido.</p>



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<p>Alejandro e Estevan Gutiérrez construíram uma carreira singular através de composições instrumentais onde poucas notas conseguem transmitir emoções que muitas vezes escapam às palavras. A sua música vive da contenção, da escuta e da confiança absoluta no diálogo entre duas guitarras. Nesta versão sinfónica, porém, esse diálogo ganha uma nova dimensão, o resultado é uma interpretação que conserva toda a intimidade característica do duo, mas acrescenta uma sensação de vastidão quase espiritual. </p>



<p>O ouvinte é encaminhado para um exercício interno de reflexão sobre o Ser. Como um momento de contemplação perante a dimensão do mundo e a fragilidade da nossa própria existência e da fragilidade das nossas construções mentais e decisões.</p>



<p>Talvez seja essa a razão pela qual esta atuação impressiona tanto. Porque nos lembra que na grande música instrumental basta criar um lugar onde possamos permanecer durante alguns minutos para ouvir aquilo que normalmente fica escondido pelo ruído do quotidiano.</p>
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		<title>[Worth Listening to] Noah Gundersen &#8211; Circles (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 08:46:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Circles (Live)” não surge como um lançamento novo de Noah Gundersen, mas como uma dessas canções que revelam o que a música dele realmente é quando tudo é reduzido ao essencial. Nesta versão ao vivo de “Circles” existe uma contenção muito clara na forma como ele canta, nada é exagerado, nada é empurrado para um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Circles (Live)” não surge como um lançamento novo de <a href="https://www.instagram.com/noahgundersen/">Noah Gundersen</a>, mas como uma dessas canções que revelam o que a música dele realmente é quando tudo é reduzido ao essencial. </p>



<p>Nesta versão ao vivo de “Circles”  existe uma contenção muito clara na forma como ele canta, nada é exagerado, nada é empurrado para um clímax e isso faz com que cada palavra fique mais exposta, mais difícil de ignorar.</p>



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<p>Há uma ideia recorrente no trabalho de Gundersen: relações, fé, identidade, tudo tratado não como respostas, mas como questões em aberto, muitas vezes ligadas a experiências pessoais e períodos de conflito emocional . E “Circles” encaixa naturalmente nesse território, não como uma história fechada, mas como um estado contínuo.</p>



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<p>O que esta versão ao vivo faz é retirar qualquer distância entre a música e esse estado. No fundo, “Circles (Live)” não é sobre sair de um ciclo. É sobre perceber o quanto ele ainda está ativo, mesmo quando já tens consciência dele e da necessidade da sua transformação.</p>
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		<item>
		<title>[Live Performance] James Blake &#8211; Trying Times (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:42:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das melhores canções do ano, &#8220;Trying Times&#8221; ganhou uma performance ao vivo totalmente obrigatória. A canção pertence ao álbum Trying Times (2026), o primeiro disco totalmente independente de James Blake, onde há uma tentativa clara de reconciliar o íntimo com o ruído exterior. Mas ao vivo, essa reconciliação deixa de ser apenas conceito e]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma das melhores canções do ano, &#8220;Trying Times&#8221; ganhou uma performance ao vivo totalmente obrigatória. A canção pertence ao álbum <em>Trying Times</em> (2026), o primeiro disco totalmente independente de James Blake, onde há uma tentativa clara de reconciliar o íntimo com o ruído exterior. Mas ao vivo, essa reconciliação deixa de ser apenas conceito e torna-se fragilidade direta.</p>



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<p>Não há espaço para esconder. A voz entra mais exposta, mais vulnerável, como se cada palavra estivesse sempre prestes a falhar. Não há camadas suficientes para proteger o que está a ser dito, nem distância para transformar aquilo em narrativa confortável. E isso muda o eixo da música, deixa de ser sobre o mundo e passa a ser sobre o impacto dele dentro de alguém.</p>



<p>A canção mantém-se num equilíbrio instável, porque não estamos perante alguém a tentar apenas resolver alguma coisa. Estamos perante alguém a tentar manter-se dentro dela, mesmo que tenha de a vir a transformar muito em breve.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>[Worth Listening to] Forester, Emilia Ali &#8211; Wish You Would Let Me (Live Performance)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 17:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Forester, o duo formado por Alexander Carlson e David Parris, trabalharam sempre a música como um espaço onde algo acontece entre duas pessoas. Em “Wish You Would Let Me”, com Emilia Ali, essa ideia ganha uma forma quase transparente. A canção integra Somewhere In Between, um título que já não esconde nada: tudo aqui vive]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.instagram.com/forestermusic/">Forester</a>, o duo formado por Alexander Carlson e David Parris, trabalharam sempre a música como um espaço onde algo acontece entre duas pessoas. Em “Wish You Would Let Me”, com <a href="https://www.instagram.com/emiliaali/">Emilia Ali</a>, essa ideia ganha uma forma quase transparente. A canção integra <em>Somewhere In Between</em>, um título que já não esconde nada: tudo aqui vive nesse intervalo onde nada é totalmente dito, nem totalmente resolvido.</p>



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<p>Na versão ao vivo, há uma consciência muito clara do outro, uma espécie de leitura silenciosa do que não é mostrado, do que ainda não está pronto para ser revelado. O gesto que atravessa tudo é simples, deixar entrar, mas nunca se transforma em exigência. Fica suspenso, dependente, sempre à margem de algo que pode ou não acontecer.</p>



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</div>



<p>E é nesse espaço intermédio que tudo se desenrola, sem resolução, sem promessa, apenas com a permanência de quem fica mesmo sem garantias.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>[Worth Listening to] Irma &#8211; Black Sun (Acoustic)</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 08:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Irma aproxima-se de “Black Sun (Acoustic)” como quem retira tudo o que não é essencial para perceber o que realmente permanece, e é nesse despojamento que a canção encontra uma nova forma de existir, menos construída. Cantora e compositora franco-camaronesa, Irma apresenta uma linguagem entre folk, soul e pop, mas também numa relação muito direta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.instagram.com/irmasongs">Irma</a> aproxima-se de “Black Sun (Acoustic)” como quem retira tudo o que não é essencial para perceber o que realmente permanece, e é nesse despojamento que a canção encontra uma nova forma de existir, menos construída.</p>



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</div>



<p>Cantora e compositora franco-camaronesa, Irma apresenta uma linguagem entre folk, soul e pop, mas também numa relação muito direta com a intimidade, algo que aqui ganha ainda mais espaço ao reduzir a música ao essencial, voz e poucos elementos, deixando que cada palavra carregue um peso diferente</p>



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</div>



<p>“Black Sun”, originalmente integrada no álbum <em>The Dawn</em> de 2020, já trabalhava essa dualidade entre luz e sombra, mas nesta versão acústica tudo se torna mais evidente, não pela intensidade, mas pela proximidade, como se a música deixasse de acontecer à distância para passar a existir dentro de quem a ouve.</p>



<p>Irma nunca foi artista de seguir o tempo dos outros, e neste novo ciclo decide ir ainda mais longe, recusando o próprio formato do álbum como algo fechado, optando antes por deixá-lo acontecer à vista de todos, uma canção por mês, como se cada lançamento fosse menos um avanço e mais um fragmento de algo que ainda se está a formar</p>



<p>Os primeiros temas revelados, “You and I Should Marry”, “Nobody Wins” e “Lost &amp; Found”, não funcionam como singles isolados, mas como pontos de entrada para diferentes estados emocionais, quase como capítulos que não se explicam entre si, mas que começam a desenhar uma linha comum, uma exploração persistente do amor nas suas várias formas, da promessa à dúvida.</p>



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		<title>[Live Performance] Chet Faker &#8211; Inefficient Love (Live at Ruby Bank)</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 10:31:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Inefficient Love” é uma das faixas mais sinceras e despojadas de Chet Faker, o alter ego musical de Nick Murphy. Lançada como single do seu novo álbum &#8220;A Love for Strangers&#8221;, a canção é uma declaração profunda sobre o amor que continua a palpitar mesmo quando parece “ineficiente”, quando amar se torna um acto que]]></description>
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<p>“<strong>Inefficient Love</strong>” é uma das faixas mais sinceras e despojadas de <em><a href="https://www.instagram.com/chetfaker/">Chet Faker</a></em>, o alter ego musical de <strong>Nick Murphy</strong>. Lançada como single do seu novo álbum <strong>&#8220;A Love for Strangers&#8221;</strong>, a canção é uma declaração profunda sobre o amor que continua a palpitar mesmo quando parece “ineficiente”, quando amar se torna um acto que não se traduz em reciprocidade garantida, mas que persiste porque é essencialmente humano.</p>



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<p>A interpretação ao vivo no Ruby Bank leva esta canção para um território ainda mais crú: longe da polidez de estúdio, a voz de Murphy é capturada de forma directa e sem artifícios, revelando uma textura sonora onde cada respiração e cada silêncio contam tanto quanto as palavras.</p>



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<p>Este disco surge como uma obra introspectiva, onde a electrónica minimalista que sempre caracterizaram a sua música são agora trabalhados com maior contenção e densidade emocional. Com uma tracklist que explora temas de amor, vulnerabilidade e relações humanas, o álbum equilibra momentos de melancolia com outros de pulsação mais leve.</p>



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<p></p>



<p></p>
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		<title>[New Version] SYML &#038; Carla Morrison &#8211; &#8220;Where&#8217;s My Love&#8221; [Live from Panoram Studios]</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 10:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acoustic]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live Session]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[New Video]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Morrison]]></category>
		<category><![CDATA[new version]]></category>
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					<description><![CDATA[“Where’s My Love” é uma das canções mais emblemáticas de SYML, lançada originalmente em 2019 e que rapidamente se tornou um hino de saudade e de desejo. Um comboio lento de emoções que atravessa territórios de ausência e de memórias sensoriais intensas. Nesta versão íntima ao vivo no Panoram Studios, o carácter essencial da canção]]></description>
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<p>“Where’s My Love” é uma das canções mais emblemáticas de <a href="https://www.instagram.com/symlmusic/">SYML</a>, lançada originalmente em 2019 e que rapidamente se tornou um hino de saudade e de desejo. Um comboio lento de emoções que atravessa territórios de ausência e de memórias sensoriais intensas.</p>



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<p>Nesta versão íntima ao vivo no Panoram Studios, o carácter essencial da canção é realçado pela presença vocal de <a href="https://www.instagram.com/carlamorrison/">Carla Morrison</a>, cuja voz responde ao universo lírico de SYML com uma intimidade ainda mais profunda. A colaboração não é apenas um dueto: é uma comunhão de histórias de amor, perda e procura, de dois intérpretes cujo timbre se encontra como quem reconhece ecos uns nos outros.</p>



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<p>No fim, esta versão ao vivo deixa a sensação de que a canção não pertence apenas a quem a canta, mas a todos os corações que já perguntaram, no silêncio ou na voz alta: “<em>where’s my love?</em>” </p>
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		<title>[Worth Listening to] MOTEL PLAZA &#8211; Ao vivo no NuRecordings Studio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 19:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
		<category><![CDATA[Live Session]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Live album]]></category>
		<category><![CDATA[live performance]]></category>
		<category><![CDATA[MOTEL PLAZA]]></category>
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					<description><![CDATA[MOTEL PLAZA é um colectivo de indie rock nascido em Lisboa:Tiago Plutão na voz, João Sousa nos teclados, Frederico Carvalho no baixo e João Pedroso na bateria que lançaram agora um EP ao vivo com 6 faixas, onde dão uma nova vida a cinco faixas do álbum de estreia, agora num formato íntimo e cru]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/motelplazaoficial/">MOTEL PLAZA</a> é um colectivo de indie rock nascido em Lisboa:Tiago Plutão na voz, João Sousa nos teclados, Frederico Carvalho no baixo e João Pedroso na bateria que lançaram agora um EP ao vivo com 6 faixas, onde dão uma nova vida a cinco faixas do álbum de estreia, agora num formato íntimo e cru que faz sobressair a escrita desta banda.</p>



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<p>No registo <strong>ao vivo no NuRecordings Studio</strong>, a banda não está apenas a tocar canções. A música ao vivo tem a particularidade de nos revelar algo que os estúdios convencionais por vezes disfarçam: uma urgência e um encontro entre intérprete e ouvido que é simultaneamente físico e metafísico.</p>



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<p>Gravar ao vivo em estúdio é um acto de coragem e de generosidade: exige transparência, revela a estrutura íntima das canções e convida o ouvinte a entrar no momento em que elas se fazem. No caso de Motel Plaza, o registo no NuRecordings Studio funciona como uma lente que aumenta as nuances, tornando audível o detalhe das dinâmicas e transformando o som num momento de partilha visceral.</p>
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