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	<title>New Album</title>
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		<title>[Worth Listening to] Poppy Ackroyd &#8211; Shimmer</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Poppy Ackroyd, compositora britânica ligada à One Little Independent Records, depois de &#8220;For Those Who Wait&#8221; apresenta-no o seu novo single “Shimmer” que fará parte do seu novo álbum Liminal (2026). Um álbum nascido de um período de rutura, mudança e intensidade emocional, onde a artista regressa ao essencial: piano e violino, reduzindo tudo ao]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/poppyackroyd/">Poppy Ackroyd</a>, compositora britânica ligada à One Little Independent Records, depois de &#8220;For Those Who Wait&#8221; apresenta-no o seu novo <em>single </em>“Shimmer” que fará parte do seu novo álbum <em>Liminal</em> (2026). Um álbum nascido de um período de rutura, mudança e intensidade emocional, onde a artista regressa ao essencial: piano e violino, reduzindo tudo ao gesto e ao corpo do som</p>



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<p>Há algo profundamente humano na forma como os sons se repetem sem se tornarem mecânicos. Pequenas variações, imperfeições subtis, movimentos quase impercetíveis, tudo contribui para essa sensação de que a música não está a ser executada, mas descoberta no momento.</p>



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<p>No fundo, a canção não fala de clareza nem de resolução. Fala desse espaço intermédio onde tudo ainda está a acontecer, onde nada está perdido, mas nada está garantido. Onde a emoção não se organiza, apenas existe.</p>



<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] Sofiane Pamart, Melody Gardot &#8211; A Kiss A Kill</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:34:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
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					<description><![CDATA[Há encontros que não parecem escritos para acontecer e talvez seja precisamente por isso que deixam marca. “A Kiss A Kill” junta dois universos que, à partida, não precisam um do outro para existir, mas que aqui se encontram num ponto raro de equilíbrio: Sofiane Pamart e Melody Gardot. Integrada no novo álbum de Sofiane]]></description>
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<p>Há encontros que não parecem escritos para acontecer e talvez seja precisamente por isso que deixam marca. “A Kiss A Kill” junta dois universos que, à partida, não precisam um do outro para existir, mas que aqui se encontram num ponto raro de equilíbrio: <a href="https://www.instagram.com/sofianepamart/">Sofiane Pamart</a> e <a href="https://www.instagram.com/melodygardotofficial/">Melody Gardot</a>.</p>



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<p>Integrada no novo álbum de Sofiane Pamart: <em>MOVIE</em>, a canção surge como um momento de contenção dentro de um projeto que merece uma audição integral muito cuidada. Há uma intimidade que transforma cada frase numa espécie de confissão incompleta, como se estivesse sempre a esconder tanto quanto revela.</p>



<p>A profundidade da letra vive, da ideia de dualidade inevitável. O “kiss” nunca existe sem o “kill”. Não como oposição, mas como continuidade. Amar implica sempre um risco de perda, de ferida, de transformação.</p>



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<p>No fundo, “A Kiss A Kill” não é uma canção sobre amor nem sobre perda. É sobre o ponto exato onde os dois deixam de ser distinguíveis, onde um gesto pode conter simultaneamente tudo o que aproxima e tudo o que destrói.</p>



<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] Widowspeak &#8211; No Driver</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Widowspeak, dupla nova-iorquina formada por Molly Hamilton e Robert Earl Thomas, regressam com “No Driver”, um dos temas centrais do seu novo álbum Roses, com edição marcada para 5 de junho de 2026 pela editora Captured Tracks. Depois de mais de uma década a consolidar um som que cruza indie rock, dream pop e]]></description>
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<p>Os <strong><a href="https://www.instagram.com/widowspeaking/">Widowspeak</a></strong>, dupla nova-iorquina formada por Molly Hamilton e Robert Earl Thomas, regressam com “No Driver”, um dos temas centrais do seu novo álbum <strong>Roses</strong>, com edição marcada para 5 de junho de 2026 pela editora Captured Tracks.</p>



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</div>



<p>Depois de mais de uma década a consolidar um som que cruza indie rock, dream pop e uma certa herança americana mais poeirenta e contemplativa, os Widowspeak continuam aqui a trabalhar a subtileza como linguagem principal. </p>



<p>A própria Molly Hamilton descreve a canção como um olhar sobre pessoas que vivem em “piloto automático”, abordando a forma como, por vezes, existe uma estranha beleza,quase mágica, nesse estado de deriva, mesmo quando ele se aproxima de comportamentos autodestrutivos. </p>



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</div>



<p>Inserida num álbum que promete explorar “os pequenos gestos e repetições do quotidiano” com um olhar nostálgico e íntimo, <em>Roses</em> continua a aprofundar o território emocional que Widowspeak têm vindo a desenhar ao longo da sua discografia.</p>
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		<title>[Worth Listening to] Gonçalo Malafaya &#8211; Sítio Mais a Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 11:43:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gonçalo Malafaya escreve “Sítio Mais a Norte” como quem regressa a um lugar que nunca deixou verdadeiramente, e é nessa tensão entre partida e pertença que a canção se constrói, não como descrição de uma cidade, mas como extensão de quem a carrega Natural do Porto, o cantautor tem vindo a afirmar-se como uma das]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/goncalomalafaya/">Gonçalo Malafaya</a> escreve “Sítio Mais a Norte” como quem regressa a um lugar que nunca deixou verdadeiramente, e é nessa tensão entre partida e pertença que a canção se constrói, não como descrição de uma cidade, mas como extensão de quem a carrega</p>



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</div>



<p>Natural do Porto, o cantautor tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais interessantes da nova geração portuguesa, com um percurso que começou sobretudo na escrita para outros e que agora ganha outra dimensão ao assumir as próprias histórias.</p>



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</div>



<p>“Sítio Mais a Norte” surge como single e faz parte do caminho que conduz ao seu álbum de estreia, funcionando como um dos momentos mais íntimos desse percurso, quase como uma carta aberta onde o lugar deixa de ser geografia e passa a ser identidade.</p>



<p>“Sítio Mais a Norte” não fala de voltar, fala de nunca ter saído e de perceber que há lugares que continuam dentro de nós mesmo quando já não estamos lá.</p>
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		<title>[New Single] Marisa Liz, Camané &#8211; Gente Aberta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 09:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Marisa Liz apresenta “Gente Aberta”, terceiro avanço de Relatos de um Coração Confuso, com edição marcada para 22 de maio, numa canção que ganha outra densidade ao tornar-se dueto com Camané, não como simples colaboração, mas como escolha consciente de revisitar um clássico de Erasmo Carlos, afastando-o da homenagem estática e conduzindo-o para um território]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/marisaliz_oficial/">Marisa Liz</a> apresenta “Gente Aberta”, terceiro avanço de <em>Relatos de um Coração Confuso</em>, com edição marcada para 22 de maio, numa canção que ganha outra densidade ao tornar-se dueto com <strong>Camané</strong>, não como simples colaboração, mas como escolha consciente de revisitar um clássico de Erasmo Carlos, afastando-o da homenagem estática e conduzindo-o para um território mais íntimo, onde a fragilidade se sobrepõe à nostalgia.</p>



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</div>



<p>Há algo de particularmente especial na forma como “Gente Aberta” se desenvolve, como se cada palavra fosse colocada com o cuidado de não quebrar aquilo que está implícito, e é nesse equilíbrio que a canção encontra a sua força, não na intensidade evidente, mas na forma como recusa exagero, deixando que a emoção exista sem necessidade de afirmação.</p>



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</div>



<p>“Gente Aberta” não é sobre abrir é sobre permitir e perceber que, por vezes, a maior exposição não está no que se mostra mas no que se deixa ficar em silêncio.</p>



<p>Ao longo dos últimos anos, Marisa Liz foi-se afirmando não apenas pela consistência, mas pela capacidade de atravessar diferentes linguagens sem perder identidade, acumulando momentos que consolidam esse lugar dentro da música portuguesa contemporânea.</p>
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		<title>[Worth Listening to]  Laufey &#8211; Madwoman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 08:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Laufey chega a “Madwoman” já depois de ter desfeito a imagem que a definiu durante anos, e é precisamente isso que torna esta canção diferente de tudo o que veio antes, não como rutura evidente, mas como consequência inevitável de um percurso que foi lentamente abandonando a idealização para entrar num território mais instável, mais]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/laufey/">Laufey</a> chega a “Madwoman” já depois de ter desfeito a imagem que a definiu durante anos, e é precisamente isso que torna esta canção diferente de tudo o que veio antes, não como rutura evidente, mas como consequência inevitável de um percurso que foi lentamente abandonando a idealização para entrar num território mais instável, mais humano.</p>



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</div>



<p>Integrada em <em>A Matter of Time: The Final Hour</em>, a edição final do seu terceiro álbum e que merece audição integral cuidada, esta faixa não se apresenta como confissão direta, mas como uma espécie de encenação íntima onde a própria ideia de instabilidade é explorada sem nunca ser totalmente assumida, como se a canção orbitasse em torno de um rótulo imposto mais do que sentido, deixando no ar a dúvida sobre quem define essa “loucura” e a partir de que ponto ela começa a existir e quando é legítimo permitir que a mesma desapareça.</p>



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<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] Kelsey Lu &#8211; Portrait Of A Lady On Fire</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 21:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Kelsey Lu, compositora, violoncelista e uma das vozes mais singulares da música contemporânea, regressa com “Portrait Of A Lady On Fire”, segundo avanço de So Help Me God, o seu novo álbum com edição marcada para junho de 2026, encerrando um hiato de vários anos desde Blood, disco onde já tinha mostrado essa capacidade rara]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.instagram.com/iamkelseylu/">Kelsey Lu</a>, compositora, violoncelista e uma das vozes mais singulares da música contemporânea, regressa com “Portrait Of A Lady On Fire”, segundo avanço de <em>So Help Me God</em>, o seu novo álbum com edição marcada para junho de 2026, encerrando um hiato de vários anos desde <em>Blood</em>, disco onde já tinha mostrado essa capacidade rara de fundir clássico, pop e experimentação sem nunca se fixar num território específico</p>



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<p>“Portrait Of A Lady On Fire” parte de um título carregado de memória, herdado do filme de Portrait of a Lady on Fire, mas não se limita a evocá-lo, transforma-o num estado emocional próprio, onde o desejo e a inquietação coexistem num equilíbrio instável, como se a música estivesse constantemente à procura de algo que nunca chega a materializar-se completamente.</p>



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</div>



<p>Há uma tensão muito particular na forma como a canção se desenrola, não através de explosão ou clímax, mas através de um acumular silencioso de intensidade, como se cada elemento estivesse a aproximar-se de um ponto de rutura que nunca chega verdadeiramente a acontecer, mantendo tudo num estado de expectativa constante que se torna quase mais poderoso do que qualquer resolução.</p>
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		<title>[Worth Listening to] Deb Never &#8211; all the time</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 08:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[“all the time” é um dos singles de avanço de ARCADE, o álbum de estreia de Deb Never. Esta música fala de ligação, mas também da incapacidade de a manter. De querer proximidade, mas não saber habitá-la. Há uma repetição emocional na forma como a música se constrói, como se a mesma ideia voltasse sempre,]]></description>
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<p>“all the time” é um dos singles de avanço de <em>ARCADE</em>, o álbum de estreia de <a href="https://www.instagram.com/debnever/">Deb Never</a>.  Esta música fala de ligação, mas também da incapacidade de a manter. De querer proximidade, mas não saber habitá-la. Há uma repetição emocional na forma como a música se constrói, como se a mesma ideia voltasse sempre, ligeiramente diferente, mas nunca resolvida.</p>



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</div>



<p>Há uma sensação constante de ausência. Não de perda explícita, mas de algo que nunca chega a estar totalmente presente. A música move-se devagar, quase suspensa, como se estivesse sempre a tentar alcançar alguém que já não está, ou que não pode estar.</p>



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		<title>[Album Review] Capital da Bulgária &#8211; ensina-me a gostar EP</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Capital da Bulgária, projeto de Sofia Reis, tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais particulares da nova música portuguesa, não tanto pela tentativa de inovar formalmente, mas pela forma como recusa alinhar-se com qualquer expectativa clara, construindo um universo profundamente pessoal. É precisamente nesse território que ensina-me a gostar se instala, não como]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/capitalbulgaria/">Capital da Bulgária</a>, projeto de Sofia Reis, tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais particulares da nova música portuguesa, não tanto pela tentativa de inovar formalmente, mas pela forma como recusa alinhar-se com qualquer expectativa clara, construindo um universo profundamente pessoal.</p>



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<p>É precisamente nesse território que <em>ensina-me a gostar</em> se instala, não como afirmação de um caminho, mas como continuação de um processo que nunca se pretende fechado.</p>



<p>Ao longo das faixas, há uma sensação constante de instabilidade emocional que não se resolve, mas também não se dramatiza, como se cada canção existisse num ponto intermédio entre querer sentir e não saber exatamente como o fazer.</p>



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<p>Nesta Capital o amor é deslocado do lugar espontâneo para um território quase aprendido, como se gostar fosse algo que se treina, que se tenta, que se falha repetidamente, e essa noção atravessa o EP inteiro sem nunca ser explicada diretamente, surgindo antes como uma presença difusa que condiciona tudo o resto, desde a forma como a voz se posiciona até à maneira como os arranjos evitam qualquer excesso ou resolução.</p>
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		<title>[Worth Listening to]  Jovem Dionisio &#8211; Ontem (Ao Vivo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Jovem Dionisio nunca foram uma banda de respostas. Sempre viveram mais confortáveis nas perguntas. Naquelas pequenas fissuras emocionais onde tudo parece possível, mas nada é totalmente claro. “Ontem (Ao Vivo)”, um dos temas do seu novo álbum, &#8220;Migalhas&#8221; é talvez o momento onde isso se torna mais evidente. A música nasce de um lugar]]></description>
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<p>Os <strong><a href="https://www.instagram.com/jovemdionisio/">Jovem Dionisio</a></strong> nunca foram uma banda de respostas. Sempre viveram mais confortáveis nas perguntas. Naquelas pequenas fissuras emocionais onde tudo parece possível, mas nada é totalmente claro. “Ontem (Ao Vivo)”, um dos temas do seu novo álbum, &#8220;Migalhas&#8221; é talvez o momento onde isso se torna mais evidente.</p>



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<p>A música nasce de um lugar simples: a tentativa de entender o que foi. Mas rapidamente se transforma noutra coisa, numa espécie de confronto com a própria memória. Porque “ontem” aqui não é tempo. É interpretação.</p>



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<p>Há algo profundamente inquietante na forma como a canção se constrói. A leveza sonora, quase despreocupada, quase distraída, entra em conflito direto com o que está por baixo. E o que está por baixo é dúvida. Não aquela dúvida dramática, explícita. Mas a outra, mais silenciosa: a de não saber se aquilo que viveste teve o mesmo peso do outro lado.</p>



<p>O mais interessante é que a música não procura resolução. Não tenta fechar a narrativa. Pelo contrário, mantém-na em suspensão. Como se aceitar a dúvida fosse mais honesto do que forçar uma conclusão.</p>
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