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	<title>New EP</title>
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	<title>New EP</title>
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	<item>
		<title>[Worth Listening to] Noah Gundersen &#8211; Circles (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 08:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acoustic]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[“Circles (Live)” não surge como um lançamento novo de Noah Gundersen, mas como uma dessas canções que revelam o que a música dele realmente é quando tudo é reduzido ao essencial. Nesta versão ao vivo de “Circles” existe uma contenção muito clara na forma como ele canta, nada é exagerado, nada é empurrado para um]]></description>
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<p>“Circles (Live)” não surge como um lançamento novo de <a href="https://www.instagram.com/noahgundersen/">Noah Gundersen</a>, mas como uma dessas canções que revelam o que a música dele realmente é quando tudo é reduzido ao essencial. </p>



<p>Nesta versão ao vivo de “Circles”  existe uma contenção muito clara na forma como ele canta, nada é exagerado, nada é empurrado para um clímax e isso faz com que cada palavra fique mais exposta, mais difícil de ignorar.</p>



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<p>Há uma ideia recorrente no trabalho de Gundersen: relações, fé, identidade, tudo tratado não como respostas, mas como questões em aberto, muitas vezes ligadas a experiências pessoais e períodos de conflito emocional . E “Circles” encaixa naturalmente nesse território, não como uma história fechada, mas como um estado contínuo.</p>



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</div>



<p>O que esta versão ao vivo faz é retirar qualquer distância entre a música e esse estado. No fundo, “Circles (Live)” não é sobre sair de um ciclo. É sobre perceber o quanto ele ainda está ativo, mesmo quando já tens consciência dele e da necessidade da sua transformação.</p>
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		<title>[New Single] Amistat &#8211; most to me</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
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		<category><![CDATA[Amistat]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Amistat sempre trabalharam a música como extensão de algo muito simples e muito difícil ao mesmo tempo: dizer exatamente aquilo que se sente, sem esconder, sem dramatizar, sem proteger demasiado. Em “Most to Me”, canção que integra o universo mais recente da dupla, associada ao EP everything in between (2026), tal chega-nos ainda com]]></description>
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<p>Os <a href="https://www.instagram.com/amistatmusic/">Amistat</a> sempre trabalharam a música como extensão de algo muito simples e muito difícil ao mesmo tempo: dizer exatamente aquilo que se sente, sem esconder, sem dramatizar, sem proteger demasiado. Em “Most to Me”, canção que integra o universo mais recente da dupla, associada ao EP <em>everything in between</em> (2026), tal chega-nos ainda com mais intensidade apesar da delicadeza das palavras. </p>



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</div>



<p>A canção apresenta-se como se cada palavra estivesse a ser escolhida com cuidado para não quebrar aquilo que ainda está de pé. Não há excesso. Não há tentativa de impressionar. Há presença.</p>



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</div>



<p>E isso é o primeiro sinal. Porque a música não fala de amor no sentido expansivo. Fala de valor. Do que alguém significa, não para o mundo, mas para ti.</p>



<p>Há uma diferença subtil mas decisiva: não estamos perante uma canção sobre perder ou encontrar alguém. Estamos perante uma canção sobre reconhecer o lugar que essa pessoa ocupa. E esse reconhecimento vem carregado de uma consciência muito específica, a de que nem sempre sabemos dizer isso a tempo ou da forma como se impunha.</p>
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		<title>[Worth Listening to] Eel Men &#8211; Glass Hammers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 08:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Eel Men são uma das bandas mais interessantes a emergir da cena londrina recente e, depois do disco de estreia Stop It! Do Something, editado em 2025, preparam agora o lançamento do novo EP Glass Hammers, com edição marcada para 15 de maio. O single “Glass Hammers” apresenta desde logo uma evolução no som]]></description>
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<p>Os <a href="https://www.instagram.com/eelmen_ldn/">Eel Men</a> são uma das bandas mais interessantes a emergir da cena londrina recente e, depois do disco de estreia <em>Stop It! Do Something</em>, editado em 2025, preparam agora o lançamento do novo EP <em>Glass Hammers</em>, com edição marcada para 15 de maio.</p>



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</div>



<p>O single “Glass Hammers” apresenta desde logo uma evolução no som da banda, afastando-se de uma abordagem mais rígida e centrada na tensão imediata para um registo mais aberto, mais rítmico e menos dependente da pressão constante que definia o trabalho anterior</p>



<p>Liricamente, “Glass Hammers” aponta para uma sensação de desgaste contemporâneo, descrita pela própria banda como uma “decline in human competence”, marcada por excesso de escolha, distração constante e uma crescente desconexão entre pensamento e ação</p>



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</div>



<p>Foto: Margarite DuTeau</p>
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		<title>[Worth Listening to] Mouth Ulcers &#8211; Closer To You</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 09:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Mouth Ulcers são uma das mais recentes emergências do circuito pós-punk londrino, formados em 2025. Em pouco tempo, a banda passou de estreia em palco para salas esgotadas e atenção da BBC 6 Music, afirmando-se com um som que revisita a herança de nomes como Joy Division, The Cure ou Bauhaus, mas com uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os <a href="https://www.instagram.com/mouth.ulcers/"><strong>Mouth Ulcers</strong> </a>são uma das mais recentes emergências do circuito pós-punk londrino, formados em 2025. Em pouco tempo, a banda passou de estreia em palco para salas esgotadas e atenção da BBC 6 Music, afirmando-se com um som que revisita a herança de nomes como Joy Division, The Cure ou Bauhaus, mas com uma urgência contemporânea.</p>



<p>“Closer To You” surge como um dos temas centrais do EP de estreia <strong>Silent Pictures</strong>, com lançamento previsto para 10 de julho de 2026 via LAB Records, depois do primeiro avanço “Prevail”.</p>



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</div>



<p>A faixa mergulha diretamente numa obsessão emocional difícil de conter. A própria banda descreve-a como uma atração inevitável por alguém, uma entrega total à sua presença, enquanto se tenta, sem grande sucesso, manter algum controlo sobre si próprio.</p>



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</div>



<p>Musicalmente, “Closer To You” constrói-se sobre linhas de baixo melódicas e hipnóticas, guitarras tensas e uma voz grave que ecoa num espaço quase cavernoso. Há uma sensação constante de tensão contida, como se a música estivesse sempre prestes a romper, mas nunca o fizesse completamente. </p>



<p>É nesse equilíbrio entre desejo e perda de controlo que a canção ganha força. Não há redenção clara, nem distância crítica. Apenas proximidade, demasiada proximidade. </p>



<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] Meltt &#8211; Never Let Go</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 10:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Meltt são uma banda canadiana de alternative/psych rock formada em Vancouver, que cruzam guitarras densas com camadas atmosféricas. &#8220;Never Let Go&#8221; surge como mais um dos singles de avanço do novo álbum Pathways, previsto para junho. Desde o início, a faixa instala-se num estado quase hipnótico. Tudo aqui parece desenhado para criar continuidade. Uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os<a href="https://www.instagram.com/melttmusic/"> <strong>Meltt</strong></a> são uma banda canadiana de alternative/psych rock formada em Vancouver, que cruzam guitarras densas com camadas atmosféricas. &#8220;Never Let Go&#8221; surge como mais um dos singles de avanço do novo álbum <em>Pathways</em>, previsto para junho.</p>



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</div>



<p>Desde o início, a faixa instala-se num estado quase hipnótico. Tudo aqui parece desenhado para criar continuidade. Uma sensação de fluxo constante, como se a música recusasse qualquer ponto de chegada. E, no centro, essa tensão essencial: deixar ir vs. agarrar.</p>



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</div>



<p>A própria banda define o tema como uma reflexão sobre o tempo, o propósito e a inevitabilidade do fim, um equilíbrio frágil entre aceitação e resistência. Essa dualidade atravessa toda a canção: há momentos em que tudo parece dissolver-se, e outros em que surge uma força subtil que impede essa queda total.</p>



<p>No fim, a canção não resolve a tensão entre largar e segurar. Mantém-na viva. Como se a resposta não estivesse em decidir, mas em aprender a viver exatamente nesse espaço intermédio e de &#8220;go with the flow&#8221;.</p>
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		<title>[Worth Listening to]  RANCORE &#8211; VALSA DO IMPREVISÍVEL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 08:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
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					<description><![CDATA[Há um ponto em que a música deixa de tentar controlar o mundo e passa apenas a dançar com ele. É nesse território instável, quase vertiginoso, que os RANCORE se posicionam com “Valsa do Imprevisível”, um dos avanços do novo álbum Brio, que virá a luz 15 anos depois do último trabalho, é um tema]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há um ponto em que a música deixa de tentar controlar o mundo e passa apenas a dançar com ele. É nesse território instável, quase vertiginoso, que os <strong><a href="https://www.instagram.com/rancore_oficial/">RANCORE</a></strong> se posicionam com “Valsa do Imprevisível”, um dos avanços do novo álbum Brio, que virá a luz 15 anos depois do último trabalho, é um tema que não procura respostas, mas antes abraça o desvio, o erro e o inesperado como matéria-prima essencial.</p>



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</div>



<p>Os RANCORE foram formados em São Paulo, em 2001, e fazem parte da cena rock/alternativa brasileira, tendo começado com uma base mais punk/hardcore e evoluído ao longo dos anos para uma sonoridade mais ampla e emocional.</p>



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</div>



<p>Numa altura em que tanto se procura a perfeição, os RANCORE oferecem o contrário: imperfeição consciente, assumida, quase celebrada. E talvez seja isso que torna “Valsa do Imprevisível” tão honesta, a sensação de que não está a tentar ser mais do que é, mas sim exatamente aquilo que precisa de ser.</p>



<p>No fim, fica a impressão de uma dança que nunca termina, apenas muda de ritmo. E talvez seja essa a verdadeira proposta da faixa: não controlar o imprevisível, mas aprender a girar dentro dele.</p>
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		<item>
		<title>[Worth Listening to] Rikas &#8211; Last Train To London</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 10:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cover]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[cover]]></category>
		<category><![CDATA[Rikas]]></category>
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					<description><![CDATA[A banda alemã Rikas revisita em “Last Train to London” um clássico da pop britânica, originalmente escrito por Jeff Lynne para os Electric Light Orchestra e lançado em 1979 no álbum Discovery. Formados na região de Stuttgart, os quatro músicos desenvolveram ao longo dos anos uma identidade própria dentro do indie pop europeu, cruzando funk,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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</div>



<p>A banda alemã <strong><a href="https://www.instagram.com/rikasband/">Rikas</a></strong> revisita em “<strong>Last Train to London</strong>” um clássico da pop britânica, originalmente escrito por <strong>Jeff Lynne para os Electric Light Orchestra</strong> e lançado em 1979 no álbum <em>Discovery</em>.</p>



<p>Formados na região de Stuttgart, os quatro músicos desenvolveram ao longo dos anos uma identidade própria dentro do indie pop europeu, cruzando funk, soul e harmonias vocais, muitas vezes sem um vocalista fixo.</p>



<p>Em vez da pulsação dançável que caracterizava o tema dos ELO, a banda apresenta um arranjo mais contido e orgânico, deixando espaço para guitarras suaves e harmonias vocais que transformam a canção numa peça de indie pop nostálgico.</p>



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</div>



<p>A letra fala desse instante universal em que alguém percebe que deveria ir embora, mas prefere ficar mais um pouco, apenas para prolongar a música e a companhia.</p>



<p>Tiveram uma excelente passagem pela Casa Capitão, em Lisboa, no dia 6 de Março.</p>



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</div>
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		<item>
		<title>[Worth Listening to] Soma Please &#8211; Love</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 09:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Soma Please]]></category>
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					<description><![CDATA[Soma Please é o novo projecto do duo de produtores Nuno Bracourt e Rob Williamson. A dupla luso-britânica conheceu-se em Manchester e, desde então, tem desenvolvido uma colaboração moldada por viagens entre Inglaterra e Portugal, acompanhadas de longas videochamadas. Após a estreia em Novembro do ano passado com &#8216;Pockets On My Sleeves&#8217;, canção que teve honras de estreia na BBC Radio em Inglaterra, Nuno Bracourt e Rob Williamson, regressam com o novo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><a href="https://www.instagram.com/somaplease/">Soma Please</a></strong> é o novo projecto do duo de produtores Nuno Bracourt e Rob Williamson. A dupla luso-britânica conheceu-se em Manchester e, desde então, tem desenvolvido uma colaboração moldada por viagens entre Inglaterra e Portugal, acompanhadas de longas videochamadas.</p>



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<p>Após a estreia em Novembro do ano passado com &#8216;Pockets On My Sleeves&#8217;, canção que teve honras de estreia na BBC Radio em Inglaterra, Nuno Bracourt e Rob Williamson, regressam com o novo single &#8216;Love&#8217;. A música cresce lentamente, deixando que as camadas de sintetizadores e o ritmo contido conduzam a escuta com elegância.</p>



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<p>Há também uma dimensão narrativa subtil na forma como a canção se desenvolve. “Love” não surge como uma declaração direta, mas como uma reflexão sobre a presença do sentimento. Algo que existe muitas vezes de forma silenciosa, quase invisível, mas que acaba por moldar a forma como atravessamos o tempo.</p>



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		<title>[Worth Listening to]  daydreamers &#8211; She Is A Time I&#8217;m Living In</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:21:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[A banda britânica daydreamers regressou em 2026 com o single “She Is A Time I’m Living In”, uma canção que reafirma a sua inclinação para o indie pop expansivo e emocional. A música apresenta o tipo de energia que já se tornou característica do grupo, criando um ambiente de urgência romântica que cresce à medida]]></description>
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<p>A banda britânica <a href="https://www.instagram.com/daydreamers_uk/">daydreamers</a> regressou em 2026 com o single <strong>“She Is A Time I’m Living In”</strong>, uma canção que reafirma a sua inclinação para o indie pop expansivo e emocional. </p>



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<p>A música apresenta o tipo de energia que já se tornou característica do grupo, criando um ambiente de urgência romântica que cresce à medida que a canção avança. Segundo a própria banda, o tema captura aquele instante cinematográfico em que alguém decide virar o carro a meio da estrada, subir a um telhado para declarar amor ou correr para um beijo à chuva. Momentos em que o sentimento se sobrepõe ao medo.</p>



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<p>A ideia central parece sugerir que algumas pessoas não são apenas parte da nossa vida: tornam-se um período inteiro dela, um tempo emocional que marca quem somos e a forma como lembramos esse momento.</p>
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		<title>[Worth Listening to] RY-GUY &#8211; Change Is Gonna Come</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Chamar-lhe homenagem seria redutor. Quando RY-GUY escolheu o título «Change Is Gonna Come» para o novo single, não estava a reclamar um empréstimo da canção mais revolucionária de Sam Cooke. Estava a colocá-la em diálogo directo com um dos debates morais mais incómodos do nosso tempo. O resultado é uma peça de soul psicadélica que]]></description>
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<p>Chamar-lhe homenagem seria redutor. Quando <a href="https://www.instagram.com/ryguy.ryguy/">RY-GUY</a> escolheu o título «Change Is Gonna Come» para o novo single, não estava a reclamar um empréstimo da canção mais revolucionária de Sam Cooke. Estava a colocá-la em diálogo directo com um dos debates morais mais incómodos do nosso tempo. O resultado é uma peça de soul psicadélica que funciona como thriller emocional, narrada na primeira pessoa, e que examina como as circunstâncias moldam e distorcem a nossa noção de certo e errado.</p>



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<p>O single integra o<strong> EP <em>Like A River</em></strong>, previsto para 27 de março, e confirma que o artista nascido em South London, filho de uma família das Caraíbas com raízes na Guiana e em Barbados, continua a tratar a música como documento cultural tanto quanto expressão pessoal.</p>



<p>A convocação de Cooke não é decorativa. «Change Is Gonna Come» (1964) nasceu do confronto directo com a violência racial nos Estados Unidos e tornou-se um hino do movimento dos direitos civis. RY-GUY pega nesse legado de canção-como-acto e desloca-o para um território igualmente espinhoso: quem controla uma vida? Quem decide quando ela termina? Os dilemas morais sobre a eutanásia e o livre arbítrio num tema carregado de mensagem e reflexão.</p>



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<p>Foto: Tom Walker</p>
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