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		<title>[New Version] Placebo &#8211; Lady of the Flowers RE:CREATED VERSION</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2026 18:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando os Placebo regressam ao disco de 1996 e o “reacabam”, não estão a mudar o significado, estão a iluminá-lo. A banda descreveu este processo como um “director’s cut”, uma forma de trazer a maturidade e a experiência acumulada para canções que nasceram num estado mais cru . E isso, em “Lady of the Flowers”]]></description>
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<p>Quando os <a href="https://www.instagram.com/placeboworld/">Placebo</a> regressam ao disco de 1996 e o “reacabam”, não estão a mudar o significado, estão a iluminá-lo. A banda descreveu este processo como um “director’s cut”, uma forma de trazer a maturidade e a experiência acumulada para canções que nasceram num estado mais cru . E isso, em “Lady of the Flowers” em particular, torna tudo ainda mais denso.</p>



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<p>Inspirada diretamente no universo de Jean Genet e no seu livro Our Lady of the Flowers, um mergulho poético e marginal no submundo parisiense, marcado por identidade fluida, sexualidade e transgressão, a canção carrega desde origem essa ambiguidade. Não há género fixo, não há moral fixa, não há narrativa estável.</p>



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</div>



<p>A figura central, a “lady of the flowers”, não é exatamente uma mulher. Nem exatamente um homem. É uma presença. Uma construção de desejo e projeção, que tanto seduz como desestabiliza. O próprio Brian Molko chegou a referir que a leitura literal engana, que a personagem aponta para algo mais ambíguo e queer .</p>



<p>Há repetição de desculpas: <em>“I apologize”</em>,  como se o narrador estivesse constantemente a reconhecer que está envolvido em algo que não consegue controlar, mas tem a consciência de que tal terá de acontecer.</p>



<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] Irma &#8211; Black Sun (Acoustic)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 08:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Irma aproxima-se de “Black Sun (Acoustic)” como quem retira tudo o que não é essencial para perceber o que realmente permanece, e é nesse despojamento que a canção encontra uma nova forma de existir, menos construída. Cantora e compositora franco-camaronesa, Irma apresenta uma linguagem entre folk, soul e pop, mas também numa relação muito direta]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/irmasongs">Irma</a> aproxima-se de “Black Sun (Acoustic)” como quem retira tudo o que não é essencial para perceber o que realmente permanece, e é nesse despojamento que a canção encontra uma nova forma de existir, menos construída.</p>



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<p>Cantora e compositora franco-camaronesa, Irma apresenta uma linguagem entre folk, soul e pop, mas também numa relação muito direta com a intimidade, algo que aqui ganha ainda mais espaço ao reduzir a música ao essencial, voz e poucos elementos, deixando que cada palavra carregue um peso diferente</p>



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</div>



<p>“Black Sun”, originalmente integrada no álbum <em>The Dawn</em> de 2020, já trabalhava essa dualidade entre luz e sombra, mas nesta versão acústica tudo se torna mais evidente, não pela intensidade, mas pela proximidade, como se a música deixasse de acontecer à distância para passar a existir dentro de quem a ouve.</p>



<p>Irma nunca foi artista de seguir o tempo dos outros, e neste novo ciclo decide ir ainda mais longe, recusando o próprio formato do álbum como algo fechado, optando antes por deixá-lo acontecer à vista de todos, uma canção por mês, como se cada lançamento fosse menos um avanço e mais um fragmento de algo que ainda se está a formar</p>



<p>Os primeiros temas revelados, “You and I Should Marry”, “Nobody Wins” e “Lost &amp; Found”, não funcionam como singles isolados, mas como pontos de entrada para diferentes estados emocionais, quase como capítulos que não se explicam entre si, mas que começam a desenhar uma linha comum, uma exploração persistente do amor nas suas várias formas, da promessa à dúvida.</p>



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		<title>[New Version] SYML &#038; Carla Morrison &#8211; &#8220;Where&#8217;s My Love&#8221; [Live from Panoram Studios]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 10:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acoustic]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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		<category><![CDATA[Carla Morrison]]></category>
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					<description><![CDATA[“Where’s My Love” é uma das canções mais emblemáticas de SYML, lançada originalmente em 2019 e que rapidamente se tornou um hino de saudade e de desejo. Um comboio lento de emoções que atravessa territórios de ausência e de memórias sensoriais intensas. Nesta versão íntima ao vivo no Panoram Studios, o carácter essencial da canção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Where’s My Love” é uma das canções mais emblemáticas de <a href="https://www.instagram.com/symlmusic/">SYML</a>, lançada originalmente em 2019 e que rapidamente se tornou um hino de saudade e de desejo. Um comboio lento de emoções que atravessa territórios de ausência e de memórias sensoriais intensas.</p>



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</div>



<p>Nesta versão íntima ao vivo no Panoram Studios, o carácter essencial da canção é realçado pela presença vocal de <a href="https://www.instagram.com/carlamorrison/">Carla Morrison</a>, cuja voz responde ao universo lírico de SYML com uma intimidade ainda mais profunda. A colaboração não é apenas um dueto: é uma comunhão de histórias de amor, perda e procura, de dois intérpretes cujo timbre se encontra como quem reconhece ecos uns nos outros.</p>



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</div>



<p>No fim, esta versão ao vivo deixa a sensação de que a canção não pertence apenas a quem a canta, mas a todos os corações que já perguntaram, no silêncio ou na voz alta: “<em>where’s my love?</em>” </p>
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		<title>[New Video] Two Door Cinema Club &#8211; This Is The Life</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 10:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Flashback]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Two Door Cinema Club lançaram um novo videoclip para ilustrar This Is The Life, tema que faz parte do seu disco de estreia: Tourist History (2010) e que definiu a identidade da banda norte-irlandesa e ajudou a moldar a estética indie da década seguinte. O vídeo chega com uma consciência temporal marcada. Não tenta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os <a href="https://www.instagram.com/twodoorcinemaclub/"><strong>Two Door Cinema Club</strong> </a>lançaram um novo videoclip para ilustrar <em>This Is The Life</em>, tema que faz parte do seu disco de estreia: Tourist History (2010) e que definiu a identidade da banda norte-irlandesa e ajudou a moldar a estética indie da década seguinte.</p>



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<p>O vídeo chega com uma consciência temporal marcada. Não tenta recriar 2010 nem modernizar artificialmente o passado. Em vez disso, assume a nostalgia como linguagem natural e uma estética que se aproxima da ideia de arquivo vivo: estrada, juventude, energia partilhada. Não acrescenta nada de novo, mas nem sempre isso é necessário para que as recordações permaneçam sempre vivas.</p>



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<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] Ghost &#8211; Umbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Feb 2026 13:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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		<category><![CDATA[Ghost]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentro do universo teatral dos suecos Ghost, cada canção funciona quase como um ritual autónomo. Em Umbra, essa teatralidade torna-se mais íntima. A própria palavra “umbra” sugere sombra profunda, a parte mais escura de um eclipse. E a música vive exatamente aí, não no choque entre luz e escuridão, mas na aceitação de que ambas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dentro do universo teatral dos suecos <strong><a href="https://www.instagram.com/thebandghost/">Ghost</a></strong>, cada canção funciona quase como um ritual autónomo. Em <em>Umbra</em>, essa teatralidade torna-se mais íntima. A própria palavra “umbra” sugere sombra profunda, a parte mais escura de um eclipse. E a música vive exatamente aí, não no choque entre luz e escuridão, mas na aceitação de que ambas coexistem. </p>



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<p>A melodia mantém a elegância melancólica característica da banda, mas aqui a sensualidade substitui a ameaça. O perigo não vem do demoníaco simbólico; vem do desejo humano. O sagrado e o carnal deixam de ser opostos e tornam-se continuidade.</p>



<p></p>
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		<title>[New Video] LEAP &#8211; Eclipse (Live From The Entropy Tour)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 12:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Albums]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Eclipse (Live From The Entropy Tour) é uma interpretação ao vivo da faixa Eclipse capturada durante The Entropy Tour, a digressão que os LEAP [banda já destacada no EM] fizeram na Europa. A gravação destaca a intensidade e o ambiente que a banda cria em palco, transportando quem assiste para o momento do concerto. Eclipse]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Eclipse (Live From The Entropy Tour)</em> é uma interpretação ao vivo da faixa <em>Eclipse</em> capturada durante The Entropy Tour, a digressão que os <a href="https://www.instagram.com/leap_the_band/">LEAP </a>[<a href="https://www.ecletismomusical.pt/worth-listening-to-leap/?swcfpc=1">banda já destacada no EM</a>] fizeram na Europa. A gravação destaca a intensidade e o ambiente que a banda cria em palco, transportando quem assiste para o momento do concerto.</p>



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</div>



<p><em>Eclipse (Live From The Entropy Tour)</em> é, mais do que um vídeo de concerto: é uma afirmação da presença de LEAP no cenário independente, com uma leitura ao vivo que convida a sentir a música em tempo real e conecta quem escuta à pulsação do palco e à vivência da digressão.</p>



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		<title>[Live Performance] The Warning &#8211; Escapism (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 10:47:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando a música encontra o palco, deixa de ser apenas som e transforma-se numa experiência visceral, imediata, partilhada. É essa transmutação que as The Warning [Recordar AQUI a review do Concerto que deram o ano passado em Londres] conjugam sempre que pegam nas suas composições e as projetam em frente a um público e Escapism]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando a música encontra o palco, deixa de ser apenas som e transforma-se numa experiência visceral, imediata, partilhada. É essa transmutação que as <a href="https://www.instagram.com/thewarningrockband/"><em>The Warning</em> </a>[<a href="https://www.ecletismomusical.pt/review-the-warning-london-o2-academy-brixton-17-04-2025/?swcfpc=1">Recordar AQUI</a> a review do Concerto que deram o ano passado em Londres] conjugam sempre que pegam nas suas composições e as projetam em frente a um público e <em>Escapism</em> ao vivo não foge a essa regra.</p>



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</div>



<p>Nesta apresentação incluída na sessão Honda Stage x Uforia Music, as The Warning revelam um novo patamar de maturidade e confiança: guitarras mais definidas, baixo mais presente e uma bateria de Paulina que pulsa como o coração de quem leva cada batida a sério. A voz, por vezes desgastada pela intensidade da interpretação, adquire carácter e presença, fazendo de <em>Escapism</em> não apenas uma canção para ouvir, mas um momento para sentir.</p>
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		<title>[Worth Listening to] In Inertia &#8211; Of All Things I Yearn For</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 09:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[In Inertia é um projecto musical nascido em Jacarta, Indonésia, formado pelo duo criativo Annissa Utami e F.A. Poetra Tiarda, movendo-se entre o post-rock, o ambiente e o dreamgaze. Of All Things I Yearn For faz parte do álbum To Whom It May Concern e ganhou agora videoclip. A sonoridade dos In Inertia reflete uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.instagram.com/in.inertia/">In Inertia</a> é um projecto musical nascido em <strong>Jacarta, Indonésia</strong>, formado pelo duo criativo <strong>Annissa Utami</strong> e <strong>F.A. Poetra Tiarda</strong>, movendo-se entre o post-rock, o ambiente e o dreamgaze. <em>Of All Things I Yearn For</em> faz parte do álbum <em>To Whom It May Concern</em> e ganhou agora videoclip.</p>



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</div>



<p>A sonoridade dos In Inertia reflete uma estética em que cada nota parece flutuar em torno de um ponto de significado não dito, como se o silêncio entre os sons fosse tão importante quanto os próprios sons. </p>



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		<title>[New Video]  The Big Push &#8211; Passenger / Kids</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 10:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cover]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os The Big Push, originários de Brighton, no sul de Inglaterra, tornaram-se ao longo dos anos numa espécie de colectivo sonoro que vive da intensidade das suas performances ao vivo, muitas vezes perante o público inesperado de praças, avenidas e mercados, transformando a rua na sua melhor sala de concertos e sendo a melhor banda]]></description>
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<p>Os <a href="https://www.instagram.com/thebigpushband/">The Big Push</a>, originários de Brighton, no sul de Inglaterra, tornaram-se ao longo dos anos numa espécie de colectivo sonoro que vive da intensidade das suas performances ao vivo, muitas vezes perante o público inesperado de praças, avenidas e mercados, transformando a rua na sua melhor sala de concertos e sendo <strong>a melhor banda de Busking do mundo</strong>. </p>



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<p>A banda já construiu um repertório variado que passeia entre covers reinventados e originais carregados de alma, e agora acrescenta à sua discografia o vídeo e a experiência de “Passenger / Kids”, uma fusão vibrante onde <a href="https://www.instagram.com/renmakesmusic/">Ren</a> e companhia demonstram mais uma vez toda a sua energia e bom gosto musical.</p>



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<p>A banda tem igualmente marcado 2026 como o ano do seu regresso aos palcos em grande estilo, com a sua <strong>primeira tour oficial do Reino Unido em anos</strong> após o período de pausa. A tour está programada ao longo de <strong>maio de 2026</strong>, com concertos em várias cidades britânicas incluindo <strong>Glasgow</strong>, <strong>Londres</strong>, <strong>Bristol</strong> e <strong>Manchester</strong>, em locais emblemáticos como a <strong>O2 Academy Glasgow</strong>, <strong>O2 Academy Brixton</strong> em Londres, <strong>O2 Academy Bristol</strong> (já com bilhetes esgotados) e o <strong>O2 Victoria Warehouse Manchester</strong>.</p>
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		<title>[Worth Listening to] Retimbrar &#038; Sopa de Pedra &#8211; Vai de Centro ao Centro (LIVE @ Sporting Clube da Penha)</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 22:42:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta gravação ao vivo nasceu de um imprevisto quando, há um mês, no festival Cidade das Tradições, promovido pela Fundação INATEL, Retimbrar e Sopa de Pedra estavam prestes a subir ao palco para um espetáculo grande, pensado para um público ao ar livre. Minutos antes do início, uma tempestade obrigou a cancelar tudo e o]]></description>
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<p>Esta gravação ao vivo nasceu de um imprevisto quando, há um mês, no festival <strong>Cidade das Tradições</strong>, promovido pela Fundação INATEL, <a href="https://www.instagram.com/retimbrar.pt/">Retimbrar</a> e <a href="https://www.instagram.com/_sopadepedra/">Sopa de Pedra</a> estavam prestes a subir ao palco para um espetáculo grande, pensado para um público ao ar livre. Minutos antes do início, uma tempestade obrigou a cancelar tudo e o que deveria ser uma noite de celebração terminou abruptamente.</p>



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<p>Mas a música popular vive precisamente da forma como se adapta. Horas depois, já sem o aparato técnico e sem o cenário previsto, músicos e público encontraram um novo lugar para que a noite acontecesse. O <strong>Sporting Clube da Penha</strong>, em Lisboa, uma antiga taberna desportiva recebeu um concerto acústico, íntimo e improvisado no melhor sentido da palavra.</p>



<p>A atuação foi registada num plano-sequência por Duda, da Somtopia Films. Sem cortes, sem reconstruções, sem artifícios. Naquela noite, o centro não era o palco.</p>
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