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	<title>New Single</title>
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		<title>[New Single] Amistat &#8211; most to me</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Amistat sempre trabalharam a música como extensão de algo muito simples e muito difícil ao mesmo tempo: dizer exatamente aquilo que se sente, sem esconder, sem dramatizar, sem proteger demasiado. Em “Most to Me”, canção que integra o universo mais recente da dupla, associada ao EP everything in between (2026), tal chega-nos ainda com]]></description>
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<p>Os <a href="https://www.instagram.com/amistatmusic/">Amistat</a> sempre trabalharam a música como extensão de algo muito simples e muito difícil ao mesmo tempo: dizer exatamente aquilo que se sente, sem esconder, sem dramatizar, sem proteger demasiado. Em “Most to Me”, canção que integra o universo mais recente da dupla, associada ao EP <em>everything in between</em> (2026), tal chega-nos ainda com mais intensidade apesar da delicadeza das palavras. </p>



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<p>A canção apresenta-se como se cada palavra estivesse a ser escolhida com cuidado para não quebrar aquilo que ainda está de pé. Não há excesso. Não há tentativa de impressionar. Há presença.</p>



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</div>



<p>E isso é o primeiro sinal. Porque a música não fala de amor no sentido expansivo. Fala de valor. Do que alguém significa, não para o mundo, mas para ti.</p>



<p>Há uma diferença subtil mas decisiva: não estamos perante uma canção sobre perder ou encontrar alguém. Estamos perante uma canção sobre reconhecer o lugar que essa pessoa ocupa. E esse reconhecimento vem carregado de uma consciência muito específica, a de que nem sempre sabemos dizer isso a tempo ou da forma como se impunha.</p>
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		<title>[Worth Listening to] Raquel Cabaço Pereira &#8211; Um Beijo à Liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 20:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
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		<category><![CDATA[new single]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Cabaço Pereira]]></category>
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					<description><![CDATA[Raquel Cabaço Pereira lançou “Um Beijo à Liberdade”, a 25 de abril de 2026, e não precisa de esconder a sua intenção: nasce diretamente da memória coletiva de Revolução dos Cravos, mas recusa tratá-la como algo distante ou simbólico. É uma canção que traz a liberdade para o presente, como algo ainda em construção. Há]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/raquel_cabacopereira/">Raquel Cabaço Pereira</a> lançou “Um Beijo à Liberdade”, a 25 de abril de 2026, e não precisa de esconder a sua intenção: nasce diretamente da memória coletiva de Revolução dos Cravos, mas recusa tratá-la como algo distante ou simbólico. É uma canção que traz a liberdade para o presente, como algo ainda em construção.</p>



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</div>



<p>Há uma delicadeza que contraria o tema. Falar de liberdade poderia facilmente cair na celebração ou na nostalgia, mas aqui há outra coisa: uma consciência de que aquilo que foi conquistado não está terminado. </p>



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</div>



<p>O “beijo” do título não é apenas gesto simbólico. É proximidade. É a tentativa de tornar a liberdade algo vivido, não apenas lembrado. E isso muda o eixo da canção, porque não se trata de celebrar o passado. Trata-se de perceber o que fazemos com ele.</p>



<p>Sobre aquilo que foi conquistado,mas que só existe verdadeiramente se continuar a ser vivido todos os dias, de forma quase invisível.</p>
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		<title>[Worth Listening to] Poppy Ackroyd &#8211; Shimmer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
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		<category><![CDATA[Poppy Ackroyd]]></category>
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					<description><![CDATA[Poppy Ackroyd, compositora britânica ligada à One Little Independent Records, depois de &#8220;For Those Who Wait&#8221; apresenta-no o seu novo single “Shimmer” que fará parte do seu novo álbum Liminal (2026). Um álbum nascido de um período de rutura, mudança e intensidade emocional, onde a artista regressa ao essencial: piano e violino, reduzindo tudo ao]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/poppyackroyd/">Poppy Ackroyd</a>, compositora britânica ligada à One Little Independent Records, depois de &#8220;For Those Who Wait&#8221; apresenta-no o seu novo <em>single </em>“Shimmer” que fará parte do seu novo álbum <em>Liminal</em> (2026). Um álbum nascido de um período de rutura, mudança e intensidade emocional, onde a artista regressa ao essencial: piano e violino, reduzindo tudo ao gesto e ao corpo do som</p>



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</div>



<p>Há algo profundamente humano na forma como os sons se repetem sem se tornarem mecânicos. Pequenas variações, imperfeições subtis, movimentos quase impercetíveis, tudo contribui para essa sensação de que a música não está a ser executada, mas descoberta no momento.</p>



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</div>



<p>No fundo, a canção não fala de clareza nem de resolução. Fala desse espaço intermédio onde tudo ainda está a acontecer, onde nada está perdido, mas nada está garantido. Onde a emoção não se organiza, apenas existe.</p>



<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] BATUCADA &#038; RIÇA &#8211; Vida de Pastor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 09:46:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
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		<category><![CDATA[Batucada]]></category>
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		<category><![CDATA[Riça]]></category>
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					<description><![CDATA[BATUCADA &#38; RIÇA surgem do cruzamento entre tradição e rua, um projeto que não tenta recriar o passado, mas prolongá-lo. “Vida de Pastor” parte desse lugar, mas não se limita a ele. Não é uma canção folclórica no sentido clássico. É mais próxima de um retrato, ou melhor, de uma sensação que se constrói a]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.instagram.com/osbatucada/">BATUCADA</a> &amp; <a href="https://www.instagram.com/rica_oficialissimo/">RIÇA</a> surgem do cruzamento entre tradição e rua, um projeto que não tenta recriar o passado, mas prolongá-lo. “Vida de Pastor” parte desse lugar, mas não se limita a ele. Não é uma canção folclórica no sentido clássico. É mais próxima de um retrato, ou melhor, de uma sensação que se constrói a partir de imagens simples: campo, isolamento, rotina, tempo.</p>



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</div>



<p>Esta vida não aparece aqui romantizada. Há uma solidão implícita que nunca é dita diretamente, mas que se sente na forma como a música se desenvolve.</p>



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</div>



<p>Existe também uma dimensão quase espiritual, mas não no sentido religioso. Mais na relação com o tempo, com a repetição, com a ideia de permanecer num lugar onde as coisas não precisam de acontecer constantemente para existirem.</p>
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		<title>[Worth Listening to] The Red Clay Strays &#8211; Demons In Your Choir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 15:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os The Red Clay Strays são uma banda do Alabama que cruza southern rock, country e gospel com uma intensidade muito própria havendo sempre algo espiritual na forma como constroem as canções. “Demons In Your Choir” não começa no pecado, começa na tentativa de salvação. Há uma imagem central que atravessa tudo: alguém a olhar]]></description>
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<p>Os <a href="https://www.instagram.com/redclaystrays/">The Red Clay Strays</a> são uma banda do Alabama que cruza southern rock, country e gospel com uma intensidade muito própria havendo sempre algo espiritual na forma como constroem as canções.</p>



<p>“Demons In Your Choir” não começa no pecado, começa na tentativa de salvação. Há uma imagem central que atravessa tudo: alguém a olhar para o outro não como está, mas como poderia ser. “I could pull you from the fire…” não surge como promessa heroica, mas como impulso, quase ingénuo, de quem acredita que ainda é possível resgatar alguém de si próprio</p>



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</div>



<p>Há uma presença clara de gospel, um coro que não surge para elevar, mas para intensificar. Não é redenção coletiva, é quase o oposto: uma amplificação do conflito interior. A igreja aqui não é abrigo. É eco.</p>



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</div>



<p>“Demons in your choir” não é uma metáfora distante. É a ideia de que até os lugares mais sagrados podem carregar aquilo que não se resolve. A música vive nesse paradoxo: luz e escuridão não estão separadas, coexistem. </p>
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		<item>
		<title>[Worth Listening to] Split Second &#8211; Baby Blue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 23:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Split Second são uma banda britânica de indie pop/rock nascida de um grupo de amigos que foi evoluindo para um projeto dentro do universo britpop contemporâneo . “Baby Blue” não se apresenta como uma canção de amor simples, mesmo quando parece partir desse lugar. Há um impulso imediato, quase instintivo, de se atirar para alguém,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.instagram.com/officialsplitsecond/">Split Second</a> são uma banda britânica de indie pop/rock nascida de um grupo de amigos que foi evoluindo para um projeto dentro do universo britpop contemporâneo . “Baby Blue” não se apresenta como uma canção de amor simples, mesmo quando parece partir desse lugar. </p>



<p>Há um impulso imediato, quase instintivo, de se atirar para alguém, não porque faça sentido, mas precisamente porque não faz. A música constrói-se nesse desequilíbrio.</p>



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</div>



<p>O som acompanha esse movimento. Há uma dimensão expansiva, quase otimista à superfície, mas por baixo sente-se outra coisa, uma tensão constante, um “push and pull” emocional que nunca se resolve totalmente. </p>



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</div>



<p>“Baby Blue” vive dessa consciência adulta que troca a simplicidade por nuance. Já não há aquela ideia de amor imediato e claro. Há camadas, dúvidas, contradições. Há a noção de que entrar em algo pode significar perder controlo, mas também a recusa em recuar.</p>



<p>Foto: @pemberton_mark</p>
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		<title>[Worth Listening to]  Yot Club &#8211; Make It Easy</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 08:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Há uma linha muito ténue no universo de Yot Club (aka Ryan Kaiser) entre o que parece simples e aquilo que, na verdade, está profundamente fragmentado. “Make It Easy”, tema integrado no álbum Simpleton, nasce precisamente desse contraste: uma tentativa de suavizar o mundo quando ele já vem carregado de ruído e distância. A canção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há uma linha muito ténue no universo de <a href="https://www.instagram.com/yotclub_ryan/">Yot Club</a> (aka Ryan Kaiser) entre o que parece simples e aquilo que, na verdade, está profundamente fragmentado. “Make It Easy”, tema integrado no álbum <em>Simpleton</em>, nasce precisamente desse contraste: uma tentativa de suavizar o mundo quando ele já vem carregado de ruído e distância.</p>



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</div>



<p>A canção move-se num balanço curioso, alternando entre momentos de contemplação arrastada e pequenas acelerações quase inesperadas, como se nunca conseguisse decidir em que estado quer permanecer. Essa oscilação não é apenas sonora, é emocional. </p>



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</div>



<p>Há uma vontade implícita de tornar tudo mais leve, mais direto, mais fácil de digerir, mas também a consciência de que essa simplificação é, muitas vezes, uma construção complexa.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>[Worth Listening to] Bleech 9:3 &#8211; Underrated</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 08:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Bleech 9:3 são um dos nomes emergentes do novo circuito indie/rock britânico, ainda numa fase inicial mas já com sinais claros de identidade. “Underrated”, surge como single autónomo e antecipa o primeiro álbum da banda, Don’t Speak, que conta já com três avanços, o aclamado single de estreia, &#8220;Ceiling&#8221; e o tema &#8220;Jacky&#8221;. Esta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os <a href="https://www.instagram.com/bleech_9.3/">Bleech 9:3</a> são um dos nomes emergentes do novo circuito indie/rock britânico, ainda numa fase inicial mas já com sinais claros de identidade. “Underrated”, surge como <em>single</em> autónomo e antecipa o primeiro álbum da banda, <em>Don’t Speak</em>, que conta já com três avanços, o aclamado <em>single</em> de estreia, &#8220;Ceiling&#8221; e o tema &#8220;Jacky&#8221;.</p>



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</div>



<p>Esta canção surge num contexto em que o nome da banda começa a circular com mais insistência, ainda que muitas vezes à margem dos grandes focos. São já apontados como um dos nomes a descobrir em palcos como o <strong>Reading and Leeds Festival</strong> 2026, integrando aquela categoria ambígua de “talento emergente”, um rótulo que tanto abre portas como adia o reconhecimento real.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div>



<p>Mas “Underrated” não vive dessa validação externa. Vive antes de um desconforto interno. Não é sobre fama, nem sobre números, nem sequer sobre reconhecimento no sentido tradicional. É sobre aquela sensação mais difícil de nomear: a de estar presente, a dar, a construir, e mesmo, assim não ser totalmente visto. Não pelos outros apenas, mas às vezes até por quem está mais perto.</p>
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		<title>[Worth Listening to] Sofiane Pamart, Melody Gardot &#8211; A Kiss A Kill</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:34:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Melody Gardot]]></category>
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		<category><![CDATA[Sofiane Pamart]]></category>
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					<description><![CDATA[Há encontros que não parecem escritos para acontecer e talvez seja precisamente por isso que deixam marca. “A Kiss A Kill” junta dois universos que, à partida, não precisam um do outro para existir, mas que aqui se encontram num ponto raro de equilíbrio: Sofiane Pamart e Melody Gardot. Integrada no novo álbum de Sofiane]]></description>
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<p>Há encontros que não parecem escritos para acontecer e talvez seja precisamente por isso que deixam marca. “A Kiss A Kill” junta dois universos que, à partida, não precisam um do outro para existir, mas que aqui se encontram num ponto raro de equilíbrio: <a href="https://www.instagram.com/sofianepamart/">Sofiane Pamart</a> e <a href="https://www.instagram.com/melodygardotofficial/">Melody Gardot</a>.</p>



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<p>Integrada no novo álbum de Sofiane Pamart: <em>MOVIE</em>, a canção surge como um momento de contenção dentro de um projeto que merece uma audição integral muito cuidada. Há uma intimidade que transforma cada frase numa espécie de confissão incompleta, como se estivesse sempre a esconder tanto quanto revela.</p>



<p>A profundidade da letra vive, da ideia de dualidade inevitável. O “kiss” nunca existe sem o “kill”. Não como oposição, mas como continuidade. Amar implica sempre um risco de perda, de ferida, de transformação.</p>



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<p>No fundo, “A Kiss A Kill” não é uma canção sobre amor nem sobre perda. É sobre o ponto exato onde os dois deixam de ser distinguíveis, onde um gesto pode conter simultaneamente tudo o que aproxima e tudo o que destrói.</p>



<p></p>
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		<title>[New Single]  Ghostly Kisses &#8211; Strangers</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Ghostly Kisses, projeto liderado pela cantora canadiana Margaux Sauvé em conjunto com Louis-Étienne Santais, regressam com “Strangers”, single que surge como continuidade natural do universo construído em Darkroom e nos trabalhos anteriores. Mais do que uma simples nova faixa, “Strangers” funciona como extensão emocional de tudo aquilo que a artista já vinha a revelar,]]></description>
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<p>Os <strong><a href="https://www.instagram.com/ghostlykisses/">Ghostly Kisses</a></strong>, projeto liderado pela cantora canadiana Margaux Sauvé em conjunto com Louis-Étienne Santais, regressam com “Strangers”, single que surge como continuidade natural do universo construído em <em>Darkroom</em> e nos trabalhos anteriores.</p>



<p>Mais do que uma simples nova faixa, “Strangers” funciona como extensão emocional de tudo aquilo que a artista já vinha a revelar, tanto na música como na sua própria forma de olhar para as relações.</p>



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<p>Em 2020, em entrevista no <strong>Ecletismo Musical</strong> (<a href="https://www.ecletismomusical.pt/en/interview-ghostly-kisses/?utm_source=chatgpt.com">ler entrevista completa</a>), Margaux Sauvé descrevia o seu processo criativo como profundamente marcado por nostalgia, melancolia e experiências pessoais, admitindo que o seu percurso, incluindo momentos de depressão, influenciavam diretamente a forma como escrevia e sentia a música.</p>



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<p>Essa dimensão está totalmente presente em “Strangers”. A canção não aborda uma separação abrupta, mas antes algo mais subtil e, por isso, mais inquietante: a transformação lenta de uma relação até ao ponto em que duas pessoas deixam de se reconhecer. É precisamente essa ideia de erosão emocional que dialoga com aquilo que a própria artista já tinha assumido: A tendência para explorar os lados mais frágeis, inseguros e ambíguos do amor.</p>



<p></p>
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