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		<title>[New Single] Nation of Language &#8211; The Conversation</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 09:43:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Nation of Language chegam hoje ao Sziget com uma das canções mais recentes do seu percurso. “The Conversation”, lançada a 7 de julho, nasceu durante as sessões de Dance Called Memory, mas acabou por encontrar vida própria fora do álbum. Entre sintetizadores, melancolia e a elegância new wave que caracteriza o trio nova-iorquino, espera-se]]></description>
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<p>Os <strong>Nation of Language</strong> chegam hoje ao Sziget com uma das canções mais recentes do seu percurso. “The Conversation”, lançada a 7 de julho, nasceu durante as sessões de <em>Dance Called Memory</em>, mas acabou por encontrar vida própria fora do álbum.</p>



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<p>Entre sintetizadores, melancolia e a elegância new wave que caracteriza o trio nova-iorquino, espera-se um concerto a abrir mais um dia da multiplicidade de estímulos que é este Sziget.</p>



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		<title>[New Single] Giant Rooks &#8211; Slow Dance (For A Minute)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 08:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Giant Rooks foram crescendo a partir da Alemanha até encontrarem um lugar bastante próprio dentro da indie pop europeia. Entre guitarras e a voz imediatamente reconhecível de Frederik Rabe, a banda aprendeu a construir canções capazes de parecer simultaneamente íntimas e destinadas a espaços enormes. “Slow Dance (For A Minute)” encontra-os precisamente nesse equilíbrio,]]></description>
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<p>Os Giant Rooks foram crescendo a partir da Alemanha até encontrarem um lugar bastante próprio dentro da indie pop europeia. Entre guitarras e a voz imediatamente reconhecível de Frederik Rabe, a banda aprendeu a construir canções capazes de parecer simultaneamente íntimas e destinadas a espaços enormes. “Slow Dance (For A Minute)” encontra-os precisamente nesse equilíbrio, poucos dias antes de chegarem a Budapeste para uma passagem pelo Sziget.</p>



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<p>Hoje, quando “Slow Dance (For A Minute)” encontrar o público do Sziget, a canção poderá deixar de ser apenas sobre duas pessoas. Durante alguns minutos será sobre milhares delas, reunidas no mesmo lugar e conscientes, mesmo que não pensem nisso, de que aquele instante nunca voltará a acontecer exatamente daquela maneira.</p>



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		<title>[Worth Listening to] SOMBR &#8211; My Body Isn&#8217;t Ready</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 08:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[SOMBR pertence a uma geração de artistas para quem a intimidade deixou de precisar de ser escondida atrás de grandes metáforas. Shane Boose escreve sobre relações, desejo, rejeição e insegurança com uma frontalidade que frequentemente parece demasiado próxima para ser confortável. Foi assim que canções como “Back to Friends” ou “Undressed” o transformaram rapidamente num]]></description>
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<p>SOMBR pertence a uma geração de artistas para quem a intimidade deixou de precisar de ser escondida atrás de grandes metáforas. Shane Boose escreve sobre relações, desejo, rejeição e insegurança com uma frontalidade que frequentemente parece demasiado próxima para ser confortável. Foi assim que canções como “Back to Friends” ou “Undressed” o transformaram rapidamente num dos nomes mais visíveis da nova pop alternativa, mas é em “My Body Isn’t Ready” que essa exposição parece tornar-se verdadeiramente difícil.</p>



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<p>Não necessariamente porque exista alguma coisa de errado com ele, mas porque passámos demasiado tempo a observá-lo através de todos os olhos menos dos nossos. Comparações, expectativas, imagens perfeitas e pequenas inseguranças acumuladas vão construindo uma versão de nós que, lentamente, começamos a confundir com a realidade.</p>



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</div>



<p>SOMBR, aos 21 anos, sobe hoje ao Main Stage do Sziget, em Budapeste, no primeiro dia daquela que continua a ser uma das maiores celebrações europeias da música e da liberdade. Perante dezenas de milhares de pessoas, uma canção nascida da dificuldade de alguém se sentir confortável dentro do próprio corpo transforma-se subitamente numa experiência coletiva.</p>
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		<title>[New Single] Rita Redshoes &#8211; Não é Normal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 09:06:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rita Redshoes foi, ao longo dos anos, encontrando diferentes formas de olhar para dentro sem deixar de observar aquilo que acontece à sua volta, transformando emoções, relações e inquietações em canções onde existe quase sempre mais do que aquilo que se escuta à primeira passagem. “Não É Normal” nasce precisamente desse lugar, mas desta vez]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/ritaredshoes/">Rita Redshoes</a> foi, ao longo dos anos, encontrando diferentes formas de olhar para dentro sem deixar de observar aquilo que acontece à sua volta, transformando emoções, relações e inquietações em canções onde existe quase sempre mais do que aquilo que se escuta à primeira passagem.</p>



<p>“Não É Normal” nasce precisamente desse lugar, mas desta vez as palavras não são suas. Escrita por <a href="https://www.instagram.com/claudiapascoal/">Cláudia Pascoal</a>, a canção é o segundo avanço para o novo álbum de Rita Redshoes, depois de “A Tua Trança”, composta por <a href="https://www.instagram.com/marcia__ig/">Márcia</a>, e ajuda a revelar a ideia que atravessa aquele que será o seu sétimo trabalho de estúdio: entregar a outras mulheres a possibilidade de escreverem sobre diferentes dimensões da experiência feminina e encontrar, depois, na voz de Rita, um lugar comum onde essas histórias possam existir.</p>



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</div>



<p>Há qualquer coisa de profundamente estranho na palavra normal. Usamo-la como se descrevesse uma realidade objetiva quando, muitas vezes, representa apenas aquilo que aprendemos a aceitar sem fazer demasiadas perguntas. É precisamente essa estranheza que Cláudia Pascoal coloca no centro de “Não É Normal”. Não através de uma revolta particularmente ruidosa, mas através de algo talvez mais incómodo: a pergunta. Porque questionar aquilo que sempre nos disseram ser normal é também perceber quantas vezes confundimos expectativa com obrigação ou hábito com inevitabilidade.</p>



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</div>



<p>A  9 de agosto, no Festival <a href="https://www.instagram.com/festival_bonssons/">BONS SONS</a>, em Cem Soldos, Rita terá oportunidade de apresentar este novo <em>single</em>, precisamente numa edição em que o festival escolheu a resistência como tema. Poucas palavras parecem combinar tão bem com “Não É Normal”. Porque resistir nem sempre significa enfrentar alguma coisa de forma épica. Por vezes é apenas ter a coragem de perguntar porquê. E descobrir que aquilo que sempre nos disseram ser normal talvez nunca tenha sido.</p>



<p>Foto: <a href="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2F_u%2Flilit.alma%3Ffbclid%3DIwcGRvZgVleHRuA2FlbQIxMABicmlkETF3N0k2VDdzSG9SWVdTNFRDc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHoqO8a2p9ssuw4DDMmDULKiA55l-RLTWSv38L91_LRbdwM912nvktQAl5Nvd_aem_uk14D1OFl3IRMAaLliIIpg&amp;h=AUBuAQHoJGA2NUTFbFrBuj7Wa7x8AXtryHV0rXrNjKl-vZHjHk45m_90eIvme6B3uFuvrzZ4TFQjmY_0SKQcufubtH-CFYuscHVElUUOpC8X0s5KYyojUqPWTzOsRqbAoGQr&amp;__tn__=-UK*F" target="_blank">Lilit Danielyan&nbsp;&nbsp;Therapeutic Photographer</a></p>
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		<title>[New Single]  MXGPU &#8211; the hush</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 09:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Moullinex e GPU Panic já tinham percorrido muito caminho juntos antes de MXGPU passar a ser um nome próprio. Depois de “Sudden Light”, álbum de estreia lançado em 2025, o projeto entrou este ano numa espécie de aceleração. “tree of life”, “feel the flood” e “rio” foram mostrando uma linguagem progressivamente mais física, direta e]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.instagram.com/moullinex/">Moullinex</a> e <a href="https://www.instagram.com/gpupanic/">GPU Panic</a> já tinham percorrido muito caminho juntos antes de <a href="https://www.instagram.com/mxgpu/">MXGPU</a> passar a ser um nome próprio. Depois de “Sudden Light”, álbum de estreia lançado em 2025, o projeto entrou este ano numa espécie de aceleração. “tree of life”, “feel the flood” e “rio” foram mostrando uma linguagem progressivamente mais física, direta e próxima da pista, antes da chegada de “the hush”, novo lançamento que parece levar essa transformação um pouco mais longe.</p>



<p>Há uma contradição interessante num tema chamado “the hush” que pouco parece interessado no silêncio. A pulsação é insistente, o movimento quase inevitável e a construção vive dessa repetição que, na música eletrónica, deixa progressivamente de ser repetição para se transformar em estado. </p>



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</div>



<p>Os MXGPU sempre tiveram essa capacidade de colocar uma dimensão humana dentro da eletrónica. Por baixo das máquinas, sintetizadores, baixos e sequências existe frequentemente uma procura de ligação, vulnerabilidade e transformação. “the hush” mantém essa ideia, mas parece retirar-lhe algumas palavras. Há menos necessidade de explicar e mais vontade de deixar o corpo compreender primeiro.</p>



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</div>



<p>E talvez seja essa diferença que torne especialmente interessante a presença dos MXGPU amanhã no Festival BONS SONS. O projeto chega ao Palco António Variações poucas semanas depois deste lançamento e num momento em que parece estar a redefinir novamente a própria identidade.</p>



<p>Num festival construído dentro de uma aldeia, onde durante alguns dias ruas, largos e casas passam a pertencer também à música, haverá algo particularmente apropriado em ver MXGPU tentar fazer desaparecer a fronteira entre palco e público.</p>
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		<title>[New Single] DMA&#8217;S &#8211; Windows</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 15:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os DMA’S regressam com “Windows”, o quinto avanço do quinto álbum de estúdio do trio australiano. O novo disco, simplesmente intitulado DMA’S, será editado a 21 de agosto. “Windows” surge já perto do final do alinhamento e traduz bem a procura por uma abordagem mais direta. Depois de quatro discos e de uma evolução que]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os <a href="https://www.instagram.com/dmasmusic/">DMA’S</a> regressam com “Windows”, o quinto avanço do quinto álbum de estúdio do trio australiano. O novo disco, simplesmente intitulado <em>DMA’S</em>, será editado a 21 de agosto.</p>



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</div>



<p>“Windows” surge já perto do final do alinhamento e traduz bem a procura por uma abordagem mais direta. Depois de quatro discos e de uma evolução que levou os DMA’S para territórios mais eletrónicos, o trio parece agora interessado em recuperar alguma espontaneidade. Não se trata de regressar ao início, mas de perceber o que continua essencial na identidade do grupo.</p>



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</div>



<p>A interpretação de O’Dell é particularmente importante. Há nela uma fragilidade que não parece ter sido excessivamente corrigida, o que encaixa na própria filosofia do novo álbum. Os DMA’S assumiram para este disco uma preferência pela autenticidade em relação à perfeição e “Windows” parece beneficiar dessa decisão. A voz soa próxima e humana, como se conservar o primeiro impulso fosse mais importante do que eliminar todas as imperfeições.</p>
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		<title>[Live Version] Marlon Funaki &#8211; When Sunday Comes Around (Live at Howl’Bound)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
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					<description><![CDATA[Marlon Funaki regressa a &#8220;When Sunday Comes Around&#8221; numa interpretação gravada ao vivo no Howl’Bound. O músico californiano tem construído uma identidade entre o rock psicadélico, a soul e o indie. Aprendeu sozinho a tocar vários instrumentos e começou por gravar no estúdio improvisado que montou em casa. Editada originalmente em 2022, &#8220;When Sunday Comes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.instagram.com/marlonfunaki/">Marlon Funaki</a> regressa a &#8220;When Sunday Comes Around&#8221; numa interpretação gravada ao vivo no Howl’Bound. O músico californiano tem construído uma identidade entre o rock psicadélico, a soul e o indie. Aprendeu sozinho a tocar vários instrumentos e começou por gravar no estúdio improvisado que montou em casa.</p>



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</div>



<p>Editada originalmente em 2022, &#8220;When Sunday Comes Around&#8221; integra <em>Monterey Village</em>, o primeiro álbum de Marlon Funaki. A versão gravada no Howl’Bound devolve a música ao espaço onde Funaki parece sentir-se mais confortável: a interpretação ao vivo. </p>



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</div>



<p>Esta nova interpretação surge numa fase de crescimento para Marlon Funaki. Depois de construir o seu percurso através de edições independentes e concertos promovidos pelo próprio, o músico assinou com a Warner Records e lançou o EP <em>Half Moon</em> em 2026.</p>
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		<item>
		<title>[Worth Listening to] bby &#8211; Change</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
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					<description><![CDATA[Os bby, formados em Londres em 2023, apresentam o single “Change”. A faixa já aparecia nos alinhamentos dos concertos antes da edição oficial, incluindo uma atuação realizada em Southampton em março. A canção foi, portanto, apresentada primeiro como parte da linguagem ao vivo dos bby. O próprio título parece adequado a esse processo. Mudar pode]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os <a href="https://www.instagram.com/bbytheband/">bby</a>, formados em Londres em 2023, apresentam o single “Change”. A faixa já aparecia nos alinhamentos dos concertos antes da edição oficial, incluindo uma atuação realizada em Southampton em março. A canção foi, portanto, apresentada primeiro como parte da linguagem ao vivo dos bby.</p>



<p>O próprio título parece adequado a esse processo. Mudar pode significar abandonar uma versão anterior de nós próprios. A transformação raramente acontece através de um único momento. Normalmente instala-se devagar, enquanto continuamos a repetir os mesmos gestos. Só mais tarde percebemos que aquilo que parecia familiar já se tornou outra coisa.</p>



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<p>Há uma diferença importante entre querer mudar e conseguir fazê-lo. A primeira decisão pode nascer de uma frase ou de uma promessa. A segunda exige tempo, desconforto e a capacidade de reconhecer aquilo que já não funciona.</p>



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<p>Depois dos álbuns <em>1</em> e <em>i just want next year to be better</em>, “Change” apresenta um novo momento no percurso dos bby. A discografia já atravessa indie rock, pop alternativa e experiências menos fáceis de classificar.</p>



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		<title>[Worth Listening to] Maglore &#8211; Sonho Real &#038; Raio de Sol</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Maglore regressam com “Sonho Real” e “Raio de Sol”, um single duplo que antecipa Fluxo Natural, o sexto álbum de estúdio do grupo brasileiro. Formados em Salvador, os Maglore têm vindo a construir um percurso marcado pelo encontro entre o rock alternativo e a música popular brasileira. Ao longo de mais de quinze anos,]]></description>
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<p>Os<a href="https://www.instagram.com/magloreoficial/"> Maglore</a> regressam com “Sonho Real” e “Raio de Sol”, um single duplo que antecipa <em>Fluxo Natural</em>, o sexto álbum de estúdio do grupo brasileiro. Formados em Salvador, os Maglore têm vindo a construir um percurso marcado pelo encontro entre o rock alternativo e a música popular brasileira. Ao longo de mais de quinze anos, o grupo nunca se deixou limitar por uma fórmula única e encontrou precisamente nessa liberdade uma parte essencial da sua identidade.</p>



<p>“Sonho Real” segue uma direção próxima do folk da década de 1990. A composição de Teago Oliveira apresenta o amor como uma passagem para outra realidade, capaz de alterar temporariamente a forma como observamos aquilo que nos rodeia.</p>



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<p>“Raio de Sol”, composta por Lucas Gonçalves, percorre um território diferente. A canção aproxima-se das grandes baladas brasileiras dos anos 80 e encontra na observação da natureza a imagem que sustenta a sua declaração amorosa.</p>



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<p>A escolha de apresentar os dois temas em simultâneo ajuda a compreender aquilo que os Maglore pretendem construir em <em>Fluxo Natural</em>. O novo álbum deverá atravessar diferentes linguagens musicais, mas conservar uma narrativa comum entre as suas onze faixas.</p>



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<p>Segundo Teago Oliveira, cada canção representa uma fase distinta da vida. Essa diversidade não impede a existência de uma identidade global, porque todas as faixas parecem nascer da mesma observação sobre a passagem do tempo e a importância dos afetos.</p>



<p>“Sonho Real” e “Raio de Sol” apresentam, assim, duas portas de entrada para o mesmo álbum. Uma conduz-nos até ao amor como lugar de transformação, enquanto a outra observa a possibilidade de esse sentimento permanecer apesar do movimento inevitável do mundo.</p>



<p>Foto: <em>Elisa Imperial (@imperioteca)</em></p>
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		<title>[Worth Listening to] Keo &#8211; Pistol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 10:53:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Keo têm tudo para se tornar, muito em breve, uma das grandes bandas do novo rock britânico. Ainda nem editaram o primeiro álbum, mas já possuem aquilo que não pode ser fabricado por qualquer campanha: canções com identidade, uma presença ao vivo capaz de criar comunidade e uma intensidade que parece demasiado grande para]]></description>
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<p>Os <a href="https://www.instagram.com/keoband_/">Keo</a> têm tudo para se tornar, muito em breve, uma das grandes bandas do novo rock britânico. Ainda nem editaram o primeiro álbum, mas já possuem aquilo que não pode ser fabricado por qualquer campanha: canções com identidade, uma presença ao vivo capaz de criar comunidade e uma intensidade que parece demasiado grande para permanecer confinada a salas pequenas.</p>



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<p>O quarteto esgotou o Oslo, em Londres, antes de ter música oficialmente editada e encerrou a digressão britânica de 2026 com duas noites no Electric Ballroom. Tudo isto aconteceu antes da chegada de <em>Put A Smile On For Me</em>, o álbum de estreia que será lançado pela Island Records a 25 de setembro.</p>



<p>Não é apenas uma questão de crescimento rápido. Os Keo possuem um potencial enorme porque recuperam a dimensão emocional do rock alternativo dos anos 90 sem parecerem uma cópia desse período. Há grunge, shoegaze e guitarras de grande escala, mas existe também uma vulnerabilidade suficientemente contemporânea para aproximar a banda de uma geração que procura verdade em vez de perfeição.</p>



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<p>A ascensão tem sido construída sobretudo através dos concertos e da circulação espontânea entre quem os descobre. O EP de estreia tornou-se um fenómeno alimentado pelo passa-palavra, enquanto a reputação ao vivo começou a crescer sem depender de uma presença constante nas redes sociais.</p>



<p>O grupo londrino é formado pelos irmãos Finn Keogh, na voz e guitarra, e Conor Keogh, no baixo. Jimmy Lanwern assume a segunda guitarra e Oli Spackman ocupa a bateria. A história dos irmãos passou também por Portugal, onde viveram durante parte da adolescência antes de o projeto ganhar forma em Londres.</p>



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<p>“Pistol”, editada a 15 de julho, é o segundo avanço de <em>Put A Smile On For Me</em>. O disco terá onze faixas e deverá concentrar-se nas consequências do amor, da culpa e da autodestruição. A música parte da imagem de uma estrela já extinta cuja luz continua a viajar. Quando finalmente a vemos, aquilo que a produziu deixou de existir há muito tempo. </p>



<p></p>
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