<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Concerts</title>
	<atom:link href="https://www.ecletismomusical.pt/en/category/concerts/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.ecletismomusical.pt/en</link>
	<description></description>
	<lastbuilddate>Fri, 26 Jun 2026 22:03:41 +0000</lastbuilddate>
	<language>en-US</language>
	<sy:updateperiod>
	hourly	</sy:updateperiod>
	<sy:updatefrequency>
	1	</sy:updatefrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.5.18</generator>

<image>
	<url>https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2018/05/cropped-elementos-03-32x32.jpg</url>
	<title>Concerts</title>
	<link>https://www.ecletismomusical.pt/en</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>[Concert]  MARO &#8211; Live at Coliseu do Porto</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-maro-live-at-coliseu-do-porto/</link>
					<comments>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-maro-live-at-coliseu-do-porto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 26 Jun 2026 22:02:14 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[concert]]></category>
		<category><![CDATA[Concerto]]></category>
		<category><![CDATA[MARO]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ecletismomusical.pt/?p=9778</guid>

					<description><![CDATA[Depois de semanas particularmente intensas, a sexta-feira à noite pode ser de saída ou, para alguns, de reclusão dentro do universo de MARO. A cantora e compositora portuguesa tem a rara capacidade de transformar um concerto num espaço onde o tempo parece abrandar. Em Live at Coliseu do Porto, concerto gravado em Março de 2026,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de semanas particularmente intensas, a sexta-feira à noite pode ser de saída ou, para alguns, de reclusão dentro do universo de <a href="https://www.instagram.com/maro/">MARO</a>.</p>



<p>A cantora e compositora portuguesa tem a rara capacidade de transformar um concerto num espaço onde o tempo parece abrandar. Em <em>Live at Coliseu do Porto</em>, concerto gravado em Março de 2026, essa sensação está presente do primeiro ao último tema. Não existem grandes excessos nem a necessidade de impressionar. Existe apenas uma artista que conhece profundamente a linguagem da simplicidade e uma banda que compreende que, por vezes, as emoções mais profundas vivem precisamente nos momentos de maior contenção.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe width="900" height="506" src="https://www.youtube.com/embed/cw0cyqSVhGQ?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</div>



<p>Ao longo da atuação, MARO percorre algumas das canções mais marcantes da sua carreira com a naturalidade de quem nunca procura ocupar mais espaço do que a própria música pede. O resultado é um concerto profundamente íntimo, onde cada pausa, cada harmonia vocal e cada silêncio parecem fazer parte da própria composição.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentrss>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-maro-live-at-coliseu-do-porto/feed/</wfw:commentrss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Concert]  RY X &#8211; Live at the Roundhouse with the London Philharmonic Orchestra</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-ry-x-live-at-the-roundhouse-with-the-london-philharmonic-orchestra/</link>
					<comments>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-ry-x-live-at-the-roundhouse-with-the-london-philharmonic-orchestra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sat, 06 Jun 2026 20:32:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[concert]]></category>
		<category><![CDATA[RY X]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ecletismomusical.pt/?p=9583</guid>

					<description><![CDATA[Existem concertos. E depois existem experiências que parecem suspender, durante algum tempo, as leis normais do tempo. Live at the Roundhouse with the London Philharmonic Orchestra, de RY X, pertence claramente à segunda categoria, tal como o concerto que o australiano deu, a 24 de Maio, em Portugal, no Yard Festival. Ao longo da última]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem concertos. E depois existem experiências que parecem suspender, durante algum tempo, as leis normais do tempo. <em>Live at the Roundhouse with the London Philharmonic Orchestra</em>, de <a href="https://www.instagram.com/ryx/">RY X</a>, pertence claramente à segunda categoria, tal como o concerto que o australiano deu, a 24 de Maio, em Portugal, no Yard Festival.</p>



<p>Ao longo da última década, o músico australiano construiu uma das identidades mais singulares da música contemporânea. A sua voz delicada, quase sussurrada, sempre viveu numa tensão permanente entre fragilidade e transcendência.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe width="900" height="506" src="https://www.youtube.com/embed/s-N7WVQf2f0?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</div>



<p>Tal como no Yard, este concerto, gravado no histórico Roundhouse de Londres, reúne algumas das composições mais marcantes da carreira de RY X, incluindo “Sweat”, “Salt”, “Berlin”, “Oceans”, “Howling” e “Only”. Cada uma delas é reinterpretada através de arranjos orquestrais que ampliam a sua dimensão emocional sem destruir a intimidade que sempre definiu estas canções.</p>



<p>Existe uma espiritualidade subtil que atravessa toda a atuação, não espiritualidade religiosa, mas humana, que se traduz na sensação de estar perante alguém que utiliza a música como ferramenta de procura interior.</p>



<p>As canções deixam de soar como composições e passam a funcionar como meditações sobre amor, perda, desejo e pertença. A melancolia está presente do início ao fim, mas surge como uma aceitação da vulnerabilidade que acompanha inevitavelmente qualquer experiência humana profunda. É precisamente essa honestidade emocional que torna temas como “Berlin” ou “Only” tão devastadores quando interpretados neste contexto orquestral ou ao pôr do sol.</p>



<img src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2026/06/IMG_0081-576x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-9596" width="259" height="460" />



<p>No fundo<em>, </em>os concertos de RY X são sobre a procura constante por algo que existe para lá das palavras, mas que se sente em cada poro, que transforma os dias de quem sente que um simples encostar de cabeça pode transformar todo um mundo. </p>



<p>E talvez seja precisamente por isso que esta atuação permanece muito depois da última nota desaparecer. Porque há momentos em que a música deixa de ser entretenimento e passa a recordar-nos que existem presenças cuja importância só compreendemos verdadeiramente quando tentamos imaginar o mundo sem elas.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentrss>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-ry-x-live-at-the-roundhouse-with-the-london-philharmonic-orchestra/feed/</wfw:commentrss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Live Performance]  Sigur Rós &#8211; Hoppípolla &#124; David Attenborough’s 100 Years on Planet Earth</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/live-performance-sigur-ros-hoppipolla-david-attenboroughs-100-years-on-planet-earth/</link>
					<comments>https://www.ecletismomusical.pt/en/live-performance-sigur-ros-hoppipolla-david-attenboroughs-100-years-on-planet-earth/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sat, 06 Jun 2026 13:00:24 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[live performance]]></category>
		<category><![CDATA[sigur ros]]></category>
		<category><![CDATA[worth listening to]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ecletismomusical.pt/?p=9604</guid>

					<description><![CDATA[Quando acompanhada pelas imagens de David Attenborough’s 100 Years on Planet Earth, a composição dos Sigur Rós adquire uma dimensão ainda mais profunda. A união entre a música da banda islandesa e a narrativa de um homem que dedicou a vida inteira a observar o planeta cria algo raro: uma reflexão simultânea sobre a beleza,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando acompanhada pelas imagens de <em>David Attenborough’s 100 Years on Planet Earth</em>, a composição dos Sigur Rós adquire uma dimensão ainda mais profunda. A união entre a música da banda islandesa e a narrativa de um homem que dedicou a vida inteira a observar o planeta cria algo raro: uma reflexão simultânea sobre a beleza, a fragilidade e o milagre da existência.</p>



<p>Desde a sua edição em 2005, “Hoppípolla” tornou-se uma das composições mais emblemáticas dos Sigur Rós. O próprio título pode ser traduzido como “saltar em poças de água”, uma imagem infantil que resume perfeitamente o espírito da canção. </p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe width="900" height="506" src="https://www.youtube.com/embed/PFofOcuNNBk?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</div>



<p>Ao longo de mais de um século de vida, Attenborough testemunhou transformações profundas no planeta. Viu espécies desaparecerem, ecossistemas alterarem-se e a ação humana deixar marcas cada vez mais visíveis na natureza. Mas viu também algo igualmente importante: a extraordinária capacidade da vida para persistir.</p>



<p>A música cresce lentamente, começando quase como uma contemplação silenciosa antes de se transformar numa celebração emocional. As cordas elevam-se, o piano ganha força e a voz de Jónsi move-se para lá da linguagem convencional, como se algumas emoções fossem demasiado grandes para caber em palavras.</p>



<p>Ao observar as imagens da Terra acompanhadas por esta música, torna-se impossível não pensar naquilo que tantas vezes esquecemos: a improbabilidade de tudo isto existir. As florestas, os oceanos, os animais, as pessoas, os encontros, as memórias. Tudo parece simultaneamente gigantesco e delicado.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen src="https://open.spotify.com/embed/track/6eTGxxQxiTFE6LfZHC33Wm?si=1cec9e4bc05b4bfb&amp;utm_source=oembed"></iframe>
</div>



<p>Talvez seja por isso que “Hoppípolla” continua a emocionar tantas pessoas passados tantos anos, porque não fala apenas sobre felicidade. Fala sobre maravilhamento e a capacidade de olhar para o mundo e sentir que ainda existem coisas que merecem ser celebradas.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentrss>https://www.ecletismomusical.pt/en/live-performance-sigur-ros-hoppipolla-david-attenboroughs-100-years-on-planet-earth/feed/</wfw:commentrss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Concert Review] A Garota Não c/ Coro das Mulheres da Fábrica @Teatro José Lúcio da Silva, Leiria</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-review-a-garota-nao-c-coro-das-mulheres-da-fabrica-teatro-jose-lucio-da-silva-leiria/</link>
					<comments>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-review-a-garota-nao-c-coro-das-mulheres-da-fabrica-teatro-jose-lucio-da-silva-leiria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Mon, 27 Apr 2026 09:18:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[a garota não]]></category>
		<category><![CDATA[concert]]></category>
		<category><![CDATA[concert review]]></category>
		<category><![CDATA[Coro das Mulheres da Fábrica]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ecletismomusical.pt/?p=9306</guid>

					<description><![CDATA[Há artistas que mudam com o tempo. E depois há aqueles em que tudo muda à sua volta, menos o essencial. Desde que o Ecletismo Musical viu A Garota Não, em Torres Vedras, ainda em 2022, já havia uma verdade impossível de ignorar: uma urgência que não vinha da música, mas daquilo que precisava de]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há artistas que mudam com o tempo. E depois há aqueles em que tudo muda à sua volta, menos o essencial. Desde que o Ecletismo Musical viu A Garota Não, em Torres Vedras, ainda em 2022, já havia uma verdade impossível de ignorar: uma urgência que não vinha da música, mas daquilo que precisava de ser dito. No sábado, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, essa urgência continua intacta, mesmo que tudo à volta tenha crescido.</p>



<p>O concerto começou no formato habitual, com Cátia Mazari Oliveira acompanhada pela sua banda, Sérgio Miendes, Diogo Arranja e João Mota. “Canção Sem Fim” abre o caminho sem pressa, mas com peso. Seguem-se “Este País Não É Para Mães”, “A Sede do Xega”, “Fronteiras Invisíveis” e “Urgentemente”. Cinco canções onde cada verso assenta sozinho e se sustenta por si.</p>



<p>Há uma linha que atravessa tudo e que, aqui, se sente sem filtro. Nada é dito ao acaso.</p>



<p>“A Sede do Xega” não precisa de explicação. Precisa apenas de ser dita em voz alta, no contexto certo, com o público certo. E esse contexto existe, na forma como a sala escuta, responde e reconhece. Já não é provocação. É afirmação partilhada.</p>



<p>“Fronteiras invisíveis” ecoa não como verso, mas como pergunta aberta. Quantas fronteiras carregamos sem as nomear? Quantas continuam dentro de nós, mesmo quando pensamos que já as ultrapassámos?</p>



<p>“Urgentemente” surge como necessidade. Não como pressa, mas como consciência de que há coisas que já não podem esperar.</p>



<p>E é depois deste primeiro bloco que tudo se expande.</p>



<p>A entrada das cerca de 60 mulheres do <a href="https://www.instagram.com/coro.das.mulheres.da.fabrica/">Coro das Mulheres da Fábrica</a> transforma a sala. O concerto deixa de ser apenas canção e passa a ser corpo coletivo. O que antes era palavra individual ganha dimensão partilhada, memória e intervenção colectiva.</p>



<p>O Coro das Mulheres da Fábrica, que faz um trabalho extraordinário na recolha e reinvenção do cancioneiro tradicional e da oralidade, deixa de ser presença e passa a ser força.</p>



<p>Em “Que Mulher É Essa”, cruzada com versos da tradição oral, “que tristeza é ser mulher, se é bonita tem má fama, se é feia ninguém a quer”, tudo ganha outro peso. Não é apenas canção. É herança viva. E transforma-se num dos momentos mais fortes da noite.</p>



<p>“Dilúvio” não surge como rutura, mas como acumulação, como se tudo o que foi sendo dito ao longo do concerto, encontrasse ali um ponto de descarga emocional, sem nunca perder o controlo.</p>



<p>Depois “Ferry Gold” chega-nos para nos lembrar que nem a natureza permanece pública.</p>



<p>Mas ainda havia espaço para mais, a surpresa da noite: um medley da A Garota Não e do Coro das Mulheres da Fábrica com direito a Cátia a cantar desde System of a Down, “Power to the people”, Rage Against the Machine ou “Vampiros”, “Depois do Adeus”, “Que força é essa” e, para fechar, um Teatro todo de pé a cantar em uníssono a icónica: “Grandola, Vila Morena”.</p>



<p>Desde Torres Vedras até aqui, muita coisa mudou. Os palcos cresceram, o público tornou-se fiel, as salas enchem-se com uma certeza que já não precisa de validação. Mas Cátia continua exatamente onde sempre esteve. A sua verdade não mudou. A sua integridade não foi negociada. E a fama não a transformou, apenas lhe deu mais espaço.</p>



<p>Mais espaço para dizer. Mais espaço para incomodar. Mais espaço para intervir. E talvez seja isso que este concerto revela com mais clareza. Não o crescimento. Mas a amplificação.</p>



<p>No fundo, ver A Garota Não hoje é perceber que há artistas que não mudam para crescer. Crescem para poder ser ainda mais aquilo que sempre foram.</p>



<p>E isso muda tudo.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentrss>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-review-a-garota-nao-c-coro-das-mulheres-da-fabrica-teatro-jose-lucio-da-silva-leiria/feed/</wfw:commentrss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Full Concert] JAVISOL no Avanca Gare 2026 &#124; Edição Almada</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/full-concert-javisol-no-avanca-gare-2026-edicao-almada/</link>
					<comments>https://www.ecletismomusical.pt/en/full-concert-javisol-no-avanca-gare-2026-edicao-almada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Wed, 01 Apr 2026 15:06:09 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[concert]]></category>
		<category><![CDATA[Concerto]]></category>
		<category><![CDATA[JAVISOL]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ecletismomusical.pt/?p=9139</guid>

					<description><![CDATA[Os JAVISOL [Entrevista no Ecletismo Musical para recordar AQUI] foram um dos nomes em destaque na primeira passagem do festival Avanca Gare por Almada, que aconteceu a 15 de março de 2026 no Cine Incrível. No contexto desse palco, os JAVISOL afirmaram aquilo que já vinham a construir: uma identidade que cruza rock alternativo com]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong><a href="https://www.instagram.com/palmasparajavisol/">JAVISOL</a></strong> [<strong>Entrevista no Ecletismo Musical para recordar <a href="https://www.ecletismomusical.pt/en/entrevista-javisol/?swcfpc=1">AQUI</a>]</strong> foram um dos nomes em destaque na primeira passagem do festival Avanca Gare por Almada, que aconteceu a 15 de março de 2026 no Cine Incrível.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe width="900" height="506" src="https://www.youtube.com/embed/KzAlEf3YUCk?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</div>



<p>No contexto desse palco, os JAVISOL afirmaram aquilo que já vinham a construir: uma identidade que cruza rock alternativo com uma carga emocional muito portuguesa, onde há ecos de fado, mas também explosões quase catárticas. O projeto, liderado por <strong>Tiago Jesus</strong>, vive dessa dualidade: fragilidade e intensidade, que ganha outra dimensão ao vivo.</p>



<p>Mais do que um concerto, o que se sente neste registo é precisamente isso: uma banda pensada para palco. As canções não ficam presas à estrutura, expandem-se, respiram, e muitas vezes parecem acontecer no limite entre o controlo e a entrega total.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentrss>https://www.ecletismomusical.pt/en/full-concert-javisol-no-avanca-gare-2026-edicao-almada/feed/</wfw:commentrss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Concert Review] Annahstasia @Hoxton Hall, London [Versão PT]</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-review-annahstasia-hoxton-hall-london-versao-pt/</link>
					<comments>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-review-annahstasia-hoxton-hall-london-versao-pt/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 02 Dec 2025 19:38:22 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Annahstasia]]></category>
		<category><![CDATA[concert]]></category>
		<category><![CDATA[concert review]]></category>
		<category><![CDATA[Concerto]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ecletismomusical.pt/?p=8262</guid>

					<description><![CDATA[O concerto de Annahstasia (autora de um dos, indiscutíveis, melhores álbuns do ano) no Hoxton Hall, em Londres, começou antes de qualquer instrumento soar. Bastou-lhe aparecer e deixar a voz surgir, para que a sala inteira se recolhesse num silêncio que raramente se encontra em Londres. A entrada «a cappella», para interpretar “We’ve Come a]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O concerto de <a href="https://www.instagram.com/annahstasia/">Annahstasia</a> (autora de um dos, indiscutíveis, melhores álbuns do ano) no <strong>Hoxton Hall</strong>, em Londres, começou antes de qualquer instrumento soar. Bastou-lhe aparecer e deixar a voz surgir, para que a sala inteira se recolhesse num silêncio que raramente se encontra em Londres. </p>



<p>A entrada «a cappella», para interpretar “We’ve Come a Long Way Together”, o tema de protesto de <strong>Bernice Johnson Reagon</strong> com a colaboração das irmãs <strong><a href="https://www.instagram.com/qaziandqazi/">Qazi &amp; Qazi</a></strong>, que encantaram a sala com as suas vozes e harmonias impossíveis, foi o mote para o que se iria seguir.</p>



<p>O Hoxton Hall, teatro do século XIX, com a sua acústica quase artesanal, serviu de cúmplice para uma noite de profunda partilha. As madeiras antigas absorviam e devolviam o som com uma proximidade quase física, fazendo com que cada respiração tivesse peso. É uma sala que obriga o público a estar presente, e Annahstasia, tal como o tinham feito as Qazi &amp; Qazi, aproveitaram essa atenção total desde o início.</p>



<p>A setlist que Annahstasia tinha preparado revelou um percurso emocional pensado com cuidado. O concerto abriu com <strong>“Be Kind”</strong>, e logo aí ficou claro o cuidado emocional do alinhamento. Enquanto “<strong>Take Care of Me”</strong> mostrou a profundidade que tem ao vivo: não força a voz, não dramatiza, mas transmite tudo com uma honestidade que dispensa efeitos. Em <strong>“SLOW”</strong>, a intensidade tornou-se mais contida, como se fosse um diálogo interno que estava a ser testemunhado por todos os presentes que, quase religiosamente, guardavam silêncio perante o encantamento que viviam.</p>



<p>Apresentou depois <strong>&#8220;Open Door&#8221;</strong>, ainda não editada, ao que se seguiram dois dos momentos mais altos da noite: <strong>&#8220;Satisfy me&#8221; e &#8220;Silk &amp; Velvet&#8221;</strong> numa sala totalmente rendida ao encanto de Annahstasia , e com a certeza de que estava ali testemunhar um momento que, muito provavelmente será recordado daqui a uns anos, quando, as salas forem outras, de maior dimensão. </p>



<img width="768" height="1024" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/12/IMG_0397-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-8271" />



<p>Em <strong>“Garden”</strong>, a leveza ganhou espaço, uma canção que, ao vivo, se estende mais do que em gravação, como se estivesse a descobrir-se ali mesmo.</p>



<p>Entre músicas, <strong>Annahstasia</strong> falou com uma franqueza pouco habitual. Falou do desgaste da estrada, da relação com a própria arte e com o dinheiro, da sensação de estar constantemente a atravessar expectativas: as suas e as dos outros. Não foi conversa decorada, nem discurso para impressionar. Foi desabafo. E talvez por isso tenha aproximado tanta gente dela naquela noite.</p>



<p><strong>“Saturday”</strong> trouxe uma energia mais terrena, mais ligada ao quotidiano, antes de o concerto entrar no seu final com <strong>&#8220;Sunday&#8221;</strong> and <strong>“Believer”</strong> que funcionou como um ponto de chegada: uma canção que ao vivo parece maior do que no estúdio, carregada de convicção, mas também de fragilidade assumida.</p>



<p>O que marcou verdadeiramente esta noite não foi o volume, nem o virtuosismo instrumental, nem qualquer tipo de produção grandiosa. Foi a clareza. Uma artista que sabe o que quer transmitir e o faz sem ornamentação. Uma sala que amplifica não o som, mas a intenção. E um público que percebeu a importância de escutar.</p>



<p>No Hoxton Hall, Annahstasia mostrou uma forma rara de presença: uma força tranquila, capaz de transformar uma sala inteira sem levantar a voz. Não foi um concerto enorme: foi um concerto verdadeiro. E isso é sempre maior.</p>



<p>No próximo ano estará no <a href="https://www.instagram.com/primaverasound_porto/">Primavera Sound Porto</a> e, mesmo num ambiente menos íntimo do que este, quem reconhecer o diamante que Annahstasia é terá certamente uma experiência para recordar.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentrss>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-review-annahstasia-hoxton-hall-london-versao-pt/feed/</wfw:commentrss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Concert Review] Annahstasia @Hoxton Hall, London [EN Version]</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-review-annahstasia-hoxton-hall-london-en-version/</link>
					<comments>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-review-annahstasia-hoxton-hall-london-en-version/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 02 Dec 2025 19:36:45 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Annahstasia]]></category>
		<category><![CDATA[concert]]></category>
		<category><![CDATA[concert review]]></category>
		<category><![CDATA[Concerto]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[worth listening to]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ecletismomusical.pt/?p=8267</guid>

					<description><![CDATA[The concert by Annahstasia (the author of one of the unquestionable best albums of the year) at Hoxton Hall in London began before any instrument sounded. She only had to appear and let her voice rise for the entire room to fall into a silence rarely found in the city. The a cappella opening: “We’ve]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>The concert by <a href="https://www.instagram.com/annahstasia/">Annahstasia</a> (the author of one of the unquestionable best albums of the year) at Hoxton Hall in London began before any instrument sounded. She only had to appear and let her voice rise for the entire room to fall into a silence rarely found in the city.</p>



<p>The a cappella opening: “We’ve Come a Long Way Together”, Bernice Johnson Reagon’s protest song performed with the collaboration of the sisters <a href="https://www.instagram.com/qaziandqazi/">Qazi &amp; Qazi</a>, who had enchanted the room moments earlier with their impossible harmonies, set the tone for everything that would follow.</p>



<p>Hoxton Hall, a nineteenth-century theatre with an almost handcrafted acoustic character, became the perfect accomplice for a night of deep emotional sharing. The old wooden structure absorbed and returned the sound with a physical closeness, giving weight to every breath. It is a room that demands presence, and<strong> Annahstasia</strong>, just as <strong>Qazi &amp; Qazi</strong> had done, embraced that attentiveness from the very first moment.</p>



<p>The setlist she brought revealed an emotional journey shaped with real care. The concert opened with <strong>“Be Kind”</strong>, immediately making clear how intentional the flow of the evening would be. <strong>“Take Care of Me”</strong> showed the depth she has onstage: she never forces the voice, never dramatizes, but conveys everything with a disarming honesty. In <strong>“SLOW”</strong>, the intensity grew quieter, like an inner dialogue unexpectedly witnessed by a room that listened with almost religious stillness.</p>



<img width="768" height="1024" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/12/IMG_0397-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-8271" />



<p></p>



<p>She then presented <strong>“Open Door”</strong>, still unreleased, followed by two of the night’s highest points: <strong>“Satisfy Me” and “Silk &amp; Velvet”</strong> performed to a room entirely surrendered to her presence and fully aware that it was witnessing a moment that will likely be remembered years from now, when the venues are larger and very different from this one.</p>



<p>With <strong>“Garden”,</strong> a gentle lightness took over, a song that seems to stretch and unfold live, as if discovering itself right there onstage.</p>



<p>Between songs,<strong> Annahstasia</strong> spoke with unusual frankness about the exhaustion of touring, about her relationship with her craft and with money, about the feeling of constantly moving through expectations: her own and those of others. It wasn’t rehearsed speech, nor an attempt to impress. It was confession. And perhaps that is why it brought her even closer to the audience that night.</p>



<p><strong>“Saturday”</strong> brought a more grounded energy before the concert entered its final stretch with <strong>“Sunday”</strong> - and - <strong>“Believer”,</strong>&nbsp;the latter functioning as a point of arrival, a song that sounds bigger live than in the studio, carrying both conviction and a deliberate vulnerability.</p>



<p>What truly defined this night was not volume, nor instrumental virtuosity, nor any kind of grand production. It was clarity. An artist who knows exactly what she wants to express and does so without ornamentation. A room that amplifies intention rather than sound. And an audience that understood the importance of listening.</p>



<p>At Hoxton Hall, Annahstasia revealed a rare kind of presence: a quiet strength capable of transforming an entire room without raising her voice. It wasn’t a massive concert; it was a true one. And that is always greater.</p>



<p>Next year she will appear at <a href="https://www.instagram.com/primaverasound_porto/">Primavera Sound Porto</a>, and even in a less intimate setting, those who recognise the gem that Annahstasia is will undoubtedly be left with a performance to remember.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentrss>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-review-annahstasia-hoxton-hall-london-en-version/feed/</wfw:commentrss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Live Performance] Tash Sultana &#8211; YouTube Music Nights, Live at The Enmore (Sydney, Australia)</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/live-performance-tash-sultana-youtube-music-nights-live-at-the-enmore-sydney-australia/</link>
					<comments>https://www.ecletismomusical.pt/en/live-performance-tash-sultana-youtube-music-nights-live-at-the-enmore-sydney-australia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Thu, 20 Nov 2025 20:23:27 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
		<category><![CDATA[Live Session]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[live]]></category>
		<category><![CDATA[live performance]]></category>
		<category><![CDATA[tash sultana]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ecletismomusical.pt/?p=8172</guid>

					<description><![CDATA[Tash Sultana numa sessão ao vivo gravada no mítico Enmore Theatre em Sidney, no enquadramento da série “YouTube Music Nights” revela-se mais do que uma simples actuação: é a concretização de uma trajectória que começou nas ruas de Melbourne e encontrou o mundo através do gesto cru do tocar ao vivo, da multiplicidade de camadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/tashsultanaofficial/">Tash Sultana</a> numa sessão ao vivo gravada no mítico Enmore Theatre em Sidney, no enquadramento da série “YouTube Music Nights” revela-se mais do que uma simples actuação: é a concretização de uma trajectória que começou nas ruas de Melbourne e encontrou o mundo através do gesto cru do tocar ao vivo, da multiplicidade de camadas e da urgência de comunicar.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe width="900" height="506" src="https://www.youtube.com/embed/qt4PAWTwOOo?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</div>



<p>Desde os tempos de “busking”, quando Tash, ainda jovem, ocupava pavimentos públicos com guitarra, voz e pedais, até à sala iluminada do teatro, a mensagem permanece clara: a música não é apenas espectáculo, é acto, experiência.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentrss>https://www.ecletismomusical.pt/en/live-performance-tash-sultana-youtube-music-nights-live-at-the-enmore-sydney-australia/feed/</wfw:commentrss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Concert]  Sara Tavares &#8211; Coisas Bunitas &#8211; Celebrar Sara Tavares</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-sara-tavares-coisas-bunitas-celebrar-sara-tavares/</link>
					<comments>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-sara-tavares-coisas-bunitas-celebrar-sara-tavares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Wed, 19 Nov 2025 12:14:20 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Flashback]]></category>
		<category><![CDATA[Sara Tavares]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ecletismomusical.pt/?p=8163</guid>

					<description><![CDATA[Foi hoje, dois anos após a partida prematura da Sara Tavares, publicado no Youtube, o Espetáculo de celebração e homenagem realizado no Coliseu dos Recreios em Lisboa a 19 de Novembro de 2024 com: Ana Moura, Capicua, Carlão, Dino D’Santiago, Djodje, Eliana Tavares, Ivandro, Luiz Caracol, Lura, Miroca Paris, Moullinex, Nancy Vieira, Nenny, Samuel Úria,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi hoje, dois anos após a partida prematura da Sara Tavares, publicado no Youtube, o Espetáculo de celebração e homenagem realizado no Coliseu dos Recreios em Lisboa a 19 de Novembro de 2024 com: Ana Moura, Capicua, Carlão, Dino D’Santiago, Djodje, Eliana Tavares, Ivandro, Luiz Caracol, Lura, Miroca Paris, Moullinex, Nancy Vieira, Nenny, Samuel Úria, Selma Uamusse, Slow J e Toty Sa’Med.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe width="900" height="506" src="https://www.youtube.com/embed/BwHEGDhJndo?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</div>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentrss>https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-sara-tavares-coisas-bunitas-celebrar-sara-tavares/feed/</wfw:commentrss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Historical Concert] Bob Marley Live in Santa Barbara 1979</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/historical-concert-bob-marley-live-in-santa-barbara-1979/</link>
					<comments>https://www.ecletismomusical.pt/en/historical-concert-bob-marley-live-in-santa-barbara-1979/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 07 Oct 2025 11:19:31 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Historical Songs]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Marley]]></category>
		<category><![CDATA[historical concert]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ecletismomusical.pt/?p=7741</guid>

					<description><![CDATA[Em 1979, Bob Marley já não era apenas o rosto do reggae, mas um dos maiores símbolos globais de libertação e consciência. O concerto em Santa Barbara County Bowl, na Califórnia, captura esse momento com uma intensidade que poucos registos ao vivo conseguiram alcançar. No palco, Marley surge em plena comunhão com o público, uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1979, <strong>Bob Marley</strong> já não era apenas o rosto do reggae, mas um dos maiores símbolos globais de libertação e consciência. O concerto em Santa Barbara County Bowl, na Califórnia, captura esse momento com uma intensidade que poucos registos ao vivo conseguiram alcançar. </p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe width="900" height="506" src="https://www.youtube.com/embed/i6cRXFs6BzI?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</div>



<p>No palco, Marley surge em plena comunhão com o público, uma figura quase mística que canaliza energia, raiva e espiritualidade em partes iguais. O espetáculo abre com “Positive Vibration”, um hino à esperança e à força interior, e segue com “Wake Up and Live”, chamando à ação, à consciência e à união. </p>



<p>Há momentos altos, como o medley “Running Away / Crazy Baldhead” e em “War / No More Trouble”, Marley declama com a serenidade de um profeta e a firmeza de quem acredita que a música é uma arma de transformação.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentrss>https://www.ecletismomusical.pt/en/historical-concert-bob-marley-live-in-santa-barbara-1979/feed/</wfw:commentrss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>