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	<title>Live</title>
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		<title>[Worth Listening to] Francis Of Delirium &#8211; Higher (Live)</title>
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		<pubdate>Mon, 08 Jun 2026 08:42:00 +0000</pubdate>
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					<description><![CDATA[Francis of Delirium (Jana Bahrich) escreveu Higher no processo de recuperação de uma cirurgia ao pescoço, período que a obrigou a confrontar-se com limitações físicas, fragilidade e uma nova perceção do próprio corpo. Mas aquilo que torna a música especial é a forma como consegue transformar essa experiência individual numa reflexão universal sobre crescimento, resiliência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/francisofdelirium/">Francis of Delirium</a> (Jana Bahrich) escreveu Higher no processo de recuperação de uma cirurgia ao pescoço, período que a obrigou a confrontar-se com limitações físicas, fragilidade e uma nova perceção do próprio corpo. Mas aquilo que torna a música especial é a forma como consegue transformar essa experiência individual numa reflexão universal sobre crescimento, resiliência e identidade.</p>



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<p>Ao longo da vida, habituamo-nos a medir o nosso valor através daquilo que conseguimos fazer. Pela produtividade, pela capacidade de avançar e pela velocidade com que respondemos às exigências do mundo. Só quando algo interrompe esse movimento percebemos o quanto da nossa autoestima e equilíbrio estava dependente dele.</p>



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</div>



<p>A música não fala sobre sentir-se forte, mas sim sobre descobrir força quando já não existe a possibilidade de fingir que somos invulneráveis.</p>



<p>Ao longo do tema, sente-se uma tensão constante entre a pessoa que fomos e a pessoa que estamos a tentar tornar-nos. Existe uma honestidade rara na forma como Francis of Delirium aborda essa transformação. </p>



<p>Nesta versão ao vivo, a fragilidade e verdade de Francis of Delirium transporta-nos directamente para um lugar onde não nos podemos mais esconder.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Live Performance]  Sigur Rós &#8211; Hoppípolla &#124; David Attenborough’s 100 Years on Planet Earth</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sat, 06 Jun 2026 13:00:24 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando acompanhada pelas imagens de David Attenborough’s 100 Years on Planet Earth, a composição dos Sigur Rós adquire uma dimensão ainda mais profunda. A união entre a música da banda islandesa e a narrativa de um homem que dedicou a vida inteira a observar o planeta cria algo raro: uma reflexão simultânea sobre a beleza,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando acompanhada pelas imagens de <em>David Attenborough’s 100 Years on Planet Earth</em>, a composição dos Sigur Rós adquire uma dimensão ainda mais profunda. A união entre a música da banda islandesa e a narrativa de um homem que dedicou a vida inteira a observar o planeta cria algo raro: uma reflexão simultânea sobre a beleza, a fragilidade e o milagre da existência.</p>



<p>Desde a sua edição em 2005, “Hoppípolla” tornou-se uma das composições mais emblemáticas dos Sigur Rós. O próprio título pode ser traduzido como “saltar em poças de água”, uma imagem infantil que resume perfeitamente o espírito da canção. </p>



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</div>



<p>Ao longo de mais de um século de vida, Attenborough testemunhou transformações profundas no planeta. Viu espécies desaparecerem, ecossistemas alterarem-se e a ação humana deixar marcas cada vez mais visíveis na natureza. Mas viu também algo igualmente importante: a extraordinária capacidade da vida para persistir.</p>



<p>A música cresce lentamente, começando quase como uma contemplação silenciosa antes de se transformar numa celebração emocional. As cordas elevam-se, o piano ganha força e a voz de Jónsi move-se para lá da linguagem convencional, como se algumas emoções fossem demasiado grandes para caber em palavras.</p>



<p>Ao observar as imagens da Terra acompanhadas por esta música, torna-se impossível não pensar naquilo que tantas vezes esquecemos: a improbabilidade de tudo isto existir. As florestas, os oceanos, os animais, as pessoas, os encontros, as memórias. Tudo parece simultaneamente gigantesco e delicado.</p>



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</div>



<p>Talvez seja por isso que “Hoppípolla” continua a emocionar tantas pessoas passados tantos anos, porque não fala apenas sobre felicidade. Fala sobre maravilhamento e a capacidade de olhar para o mundo e sentir que ainda existem coisas que merecem ser celebradas.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Live Performance] Hermanos Gutiérrez &#8211; Sonido Cosmico (LIVE) avec l’Orchestre Symphonique de Montréal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sun, 31 May 2026 16:38:23 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
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					<description><![CDATA[A música dos Hermanos Gutiérrez sempre teve algo de muito cinematográfico. As suas guitarras evocam desertos, horizontes infinitos e viagens sem destino definido. Mas em “Sonido Cósmico”, interpretada ao vivo com a Orquestra Sinfónica de Montréal, a paisagem deixa de ser terrestre, a música parece olhar para cima, para o desconhecido. Alejandro e Estevan Gutiérrez]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A música dos <a href="https://www.instagram.com/hermanosgutierrez/">Hermanos Gutiérrez</a> sempre teve algo de muito cinematográfico. As suas guitarras evocam desertos, horizontes infinitos e viagens sem destino definido. Mas em “Sonido Cósmico”, interpretada ao vivo com a Orquestra Sinfónica de Montréal, a paisagem deixa de ser terrestre, a música parece olhar para cima, para o desconhecido.</p>



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</div>



<p>Alejandro e Estevan Gutiérrez construíram uma carreira singular através de composições instrumentais onde poucas notas conseguem transmitir emoções que muitas vezes escapam às palavras. A sua música vive da contenção, da escuta e da confiança absoluta no diálogo entre duas guitarras. Nesta versão sinfónica, porém, esse diálogo ganha uma nova dimensão, o resultado é uma interpretação que conserva toda a intimidade característica do duo, mas acrescenta uma sensação de vastidão quase espiritual. </p>



<p>O ouvinte é encaminhado para um exercício interno de reflexão sobre o Ser. Como um momento de contemplação perante a dimensão do mundo e a fragilidade da nossa própria existência e da fragilidade das nossas construções mentais e decisões.</p>



<p>Talvez seja essa a razão pela qual esta atuação impressiona tanto. Porque nos lembra que na grande música instrumental basta criar um lugar onde possamos permanecer durante alguns minutos para ouvir aquilo que normalmente fica escondido pelo ruído do quotidiano.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Noah Gundersen &#8211; Circles (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 01 May 2026 08:46:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Acoustic]]></category>
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					<description><![CDATA[“Circles (Live)” não surge como um lançamento novo de Noah Gundersen, mas como uma dessas canções que revelam o que a música dele realmente é quando tudo é reduzido ao essencial. Nesta versão ao vivo de “Circles” existe uma contenção muito clara na forma como ele canta, nada é exagerado, nada é empurrado para um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Circles (Live)” não surge como um lançamento novo de <a href="https://www.instagram.com/noahgundersen/">Noah Gundersen</a>, mas como uma dessas canções que revelam o que a música dele realmente é quando tudo é reduzido ao essencial. </p>



<p>Nesta versão ao vivo de “Circles”  existe uma contenção muito clara na forma como ele canta, nada é exagerado, nada é empurrado para um clímax e isso faz com que cada palavra fique mais exposta, mais difícil de ignorar.</p>



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</div>



<p>Há uma ideia recorrente no trabalho de Gundersen: relações, fé, identidade, tudo tratado não como respostas, mas como questões em aberto, muitas vezes ligadas a experiências pessoais e períodos de conflito emocional . E “Circles” encaixa naturalmente nesse território, não como uma história fechada, mas como um estado contínuo.</p>



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</div>



<p>O que esta versão ao vivo faz é retirar qualquer distância entre a música e esse estado. No fundo, “Circles (Live)” não é sobre sair de um ciclo. É sobre perceber o quanto ele ainda está ativo, mesmo quando já tens consciência dele e da necessidade da sua transformação.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Live Performance] James Blake &#8211; Trying Times (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 28 Apr 2026 13:42:13 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das melhores canções do ano, &#8220;Trying Times&#8221; ganhou uma performance ao vivo totalmente obrigatória. A canção pertence ao álbum Trying Times (2026), o primeiro disco totalmente independente de James Blake, onde há uma tentativa clara de reconciliar o íntimo com o ruído exterior. Mas ao vivo, essa reconciliação deixa de ser apenas conceito e]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das melhores canções do ano, &#8220;Trying Times&#8221; ganhou uma performance ao vivo totalmente obrigatória. A canção pertence ao álbum <em>Trying Times</em> (2026), o primeiro disco totalmente independente de James Blake, onde há uma tentativa clara de reconciliar o íntimo com o ruído exterior. Mas ao vivo, essa reconciliação deixa de ser apenas conceito e torna-se fragilidade direta.</p>



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</div>



<p>Não há espaço para esconder. A voz entra mais exposta, mais vulnerável, como se cada palavra estivesse sempre prestes a falhar. Não há camadas suficientes para proteger o que está a ser dito, nem distância para transformar aquilo em narrativa confortável. E isso muda o eixo da música, deixa de ser sobre o mundo e passa a ser sobre o impacto dele dentro de alguém.</p>



<p>A canção mantém-se num equilíbrio instável, porque não estamos perante alguém a tentar apenas resolver alguma coisa. Estamos perante alguém a tentar manter-se dentro dela, mesmo que tenha de a vir a transformar muito em breve.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Forester, Emilia Ali &#8211; Wish You Would Let Me (Live Performance)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 21 Apr 2026 17:24:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Forester, o duo formado por Alexander Carlson e David Parris, trabalharam sempre a música como um espaço onde algo acontece entre duas pessoas. Em “Wish You Would Let Me”, com Emilia Ali, essa ideia ganha uma forma quase transparente. A canção integra Somewhere In Between, um título que já não esconde nada: tudo aqui vive]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/forestermusic/">Forester</a>, o duo formado por Alexander Carlson e David Parris, trabalharam sempre a música como um espaço onde algo acontece entre duas pessoas. Em “Wish You Would Let Me”, com <a href="https://www.instagram.com/emiliaali/">Emilia Ali</a>, essa ideia ganha uma forma quase transparente. A canção integra <em>Somewhere In Between</em>, um título que já não esconde nada: tudo aqui vive nesse intervalo onde nada é totalmente dito, nem totalmente resolvido.</p>



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</div>



<p>Na versão ao vivo, há uma consciência muito clara do outro, uma espécie de leitura silenciosa do que não é mostrado, do que ainda não está pronto para ser revelado. O gesto que atravessa tudo é simples, deixar entrar, mas nunca se transforma em exigência. Fica suspenso, dependente, sempre à margem de algo que pode ou não acontecer.</p>



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</div>



<p>E é nesse espaço intermédio que tudo se desenrola, sem resolução, sem promessa, apenas com a permanência de quem fica mesmo sem garantias.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>[Live Album] Annahstasia &#8211; Live at Glasshaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Mon, 16 Mar 2026 16:03:45 +0000</pubdate>
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					<description><![CDATA[Annahstasia transformou o seu primeiro grande álbum Tether numa experiência diferente quando decidiu regressar às canções em formato ao vivo, gravando-as novamente num ambiente intimista acompanhado por um pequeno ensemble de câmara. O resultado, registado no estúdio Glasshaus em Brooklyn diante de uma audiência reduzida, surge como uma espécie de reinterpretação emocional do disco: menos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/Annahstasia">Annahstasia</a> transformou o seu primeiro grande álbum Tether numa experiência diferente quando decidiu regressar às canções em formato ao vivo, gravando-as novamente num ambiente intimista acompanhado por um pequeno ensemble de câmara. O resultado, registado no estúdio Glasshaus em Brooklyn diante de uma audiência reduzida, surge como uma espécie de reinterpretação emocional do disco: menos produção, mais respiração, como se cada canção voltasse ao momento em que nasceu. </p>



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</div>



<p>No universo especial e raro que são as apresentações de Annahstasia, como o Ecletismo Musical escreveu [<a href="https://www.ecletismomusical.pt/en/concert-review-annahstasia-hoxton-hall-london-versao-pt/?swcfpc=1">REVIEW AQUI</a>]  por altura do concerto no Hoxton Hall, em Londres, os seus concertos começam “antes de qualquer instrumento soar”: &#8220;bastou a artista entrar em palco e deixar a voz surgir para que toda a sala mergulhasse num silêncio absoluto&#8221;. </p>



<p>Nesse espaço quase suspenso, a força da música não vinha do volume nem da produção, mas da clareza emocional. A artista demonstrava algo raro: a capacidade de transformar uma sala inteira sem precisar de levantar a voz, apenas através da presença e da verdade das canções.&nbsp;</p>


<p><iframe style="border: 0;width: 350px;height: 470px" src="https://bandcamp.com/EmbeddedPlayer/album=556900697/size=large/bgcol=ffffff/linkcol=0687f5/tracklist=false/transparent=true/"><a href="https://annahstasia.bandcamp.com/album/live-at-glasshaus">Live at Glasshaus de Annahstasia</a></iframe></p>


<p>É precisamente essa sensação que o novo registo ao vivo tenta capturar. As músicas não procuram soar maiores ou mais épicas; procuram apenas permanecer fiéis ao momento em que são cantadas.</p>



<p>Talvez por isso o álbum funcione como um espelho do próprio percurso de Annahstasia: uma artista que passou anos a fugir das expectativas da indústria até encontrar finalmente a sua voz verdadeira. E quando essa voz surge: grave, vulnerável, quase espiritual, percebe-se que algumas canções não pertencem apenas ao estúdio.</p>



<p>Pertencem ao instante em que alguém as canta e alguém as escuta. E é nesse instante que a música realmente acontece.</p>



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		<title>[Live Performance] Chet Faker &#8211; Inefficient Love (Live at Ruby Bank)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sun, 01 Mar 2026 10:31:01 +0000</pubdate>
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					<description><![CDATA[“Inefficient Love” é uma das faixas mais sinceras e despojadas de Chet Faker, o alter ego musical de Nick Murphy. Lançada como single do seu novo álbum &#8220;A Love for Strangers&#8221;, a canção é uma declaração profunda sobre o amor que continua a palpitar mesmo quando parece “ineficiente”, quando amar se torna um acto que]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“<strong>Inefficient Love</strong>” é uma das faixas mais sinceras e despojadas de <em><a href="https://www.instagram.com/chetfaker/">Chet Faker</a></em>, o alter ego musical de <strong>Nick Murphy</strong>. Lançada como single do seu novo álbum <strong>&#8220;A Love for Strangers&#8221;</strong>, a canção é uma declaração profunda sobre o amor que continua a palpitar mesmo quando parece “ineficiente”, quando amar se torna um acto que não se traduz em reciprocidade garantida, mas que persiste porque é essencialmente humano.</p>



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<p>A interpretação ao vivo no Ruby Bank leva esta canção para um território ainda mais crú: longe da polidez de estúdio, a voz de Murphy é capturada de forma directa e sem artifícios, revelando uma textura sonora onde cada respiração e cada silêncio contam tanto quanto as palavras.</p>



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<p>Este disco surge como uma obra introspectiva, onde a electrónica minimalista que sempre caracterizaram a sua música são agora trabalhados com maior contenção e densidade emocional. Com uma tracklist que explora temas de amor, vulnerabilidade e relações humanas, o álbum equilibra momentos de melancolia com outros de pulsação mais leve.</p>



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<p></p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] MOTEL PLAZA &#8211; Ao vivo no NuRecordings Studio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 24 Feb 2026 19:45:35 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
		<category><![CDATA[Live Session]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Live album]]></category>
		<category><![CDATA[live performance]]></category>
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					<description><![CDATA[MOTEL PLAZA é um colectivo de indie rock nascido em Lisboa:Tiago Plutão na voz, João Sousa nos teclados, Frederico Carvalho no baixo e João Pedroso na bateria que lançaram agora um EP ao vivo com 6 faixas, onde dão uma nova vida a cinco faixas do álbum de estreia, agora num formato íntimo e cru]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/motelplazaoficial/">MOTEL PLAZA</a> é um colectivo de indie rock nascido em Lisboa:Tiago Plutão na voz, João Sousa nos teclados, Frederico Carvalho no baixo e João Pedroso na bateria que lançaram agora um EP ao vivo com 6 faixas, onde dão uma nova vida a cinco faixas do álbum de estreia, agora num formato íntimo e cru que faz sobressair a escrita desta banda.</p>



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<p>No registo <strong>ao vivo no NuRecordings Studio</strong>, a banda não está apenas a tocar canções. A música ao vivo tem a particularidade de nos revelar algo que os estúdios convencionais por vezes disfarçam: uma urgência e um encontro entre intérprete e ouvido que é simultaneamente físico e metafísico.</p>



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<p>Gravar ao vivo em estúdio é um acto de coragem e de generosidade: exige transparência, revela a estrutura íntima das canções e convida o ouvinte a entrar no momento em que elas se fazem. No caso de Motel Plaza, o registo no NuRecordings Studio funciona como uma lente que aumenta as nuances, tornando audível o detalhe das dinâmicas e transformando o som num momento de partilha visceral.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[New EP] Clara Mann &#8211; Live In The Royal Albert Hall</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 06 Feb 2026 09:59:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Albums]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
		<category><![CDATA[Live Session]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Clara Mann]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem momentos na carreira de um artista em que a música deixa de ser apenas som para se tornar um acto de presença e de partilha profunda. Live in the Royal Albert Hall, o novo EP gravado ao vivo no emblemático Royal Albert Hall, é um desses momentos para Clara Mann. Este projecto reúne três]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem momentos na carreira de um artista em que a música deixa de ser apenas som para se tornar um acto de presença e de partilha profunda. <em>Live in the Royal Albert Hall</em>, o novo <strong>EP gravado ao vivo no emblemático Royal Albert Hall</strong>, é um desses momentos para <a href="https://www.instagram.com/claramannn/">Clara Mann</a>.</p>



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<p>Este projecto reúne três interpretações ao vivo: “<em>Remember Me (Train Song)</em>”, “<em>500 Miles</em>” e “<em>Oranges</em>” filmadas e gravadas no interior daquele espaço icónico em Londres, mas de uma forma singular: não apenas da frente do palco, mas desde os camarotes, proporcionando uma experiência de proximidade e introspecção que altera a forma como observamos o espectáculo e o acto de ser observado.</p>



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<p>O EP não é apenas uma reprodução fiel das canções; é uma reinterpretacão dessas mesmas músicas. Mann trabalhou com Owen Spafford, enquanto as captações ficaram a cargo de Fabian Prynn e, nessa relação musical de confiança e cumplicidade, as composições ganharam nova vida e significado. A própria artista descreveu este processo como uma renovação da sua conexão com aquele repertório, desejando que essa mesma experiência de redescoberta se estenda a quem ouve.</p>]]></content:encoded>
					
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