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		<title>[Worth Listening to] Sérgio Onze e Gisela João &#8211; Que Mar É Este</title>
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		<pubdate>Wed, 03 Jun 2026 10:26:05 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Em “Que Mar É Este”, Sérgio Onze e Gisela João juntam-se num tema que encontra no mar uma das imagens mais profundas da identidade portuguesa para refletir sobre aquilo que permanece impossível de decifrar: o amor e o próprio destino. O mar surge aqui não como cenário, mas como símbolo. Tal como as emoções, nunca]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em “Que Mar É Este”, Sérgio Onze e Gisela João juntam-se num tema que encontra no mar uma das imagens mais profundas da identidade portuguesa para refletir sobre aquilo que permanece impossível de decifrar: o amor e o próprio destino.</p>



<p>O mar surge aqui não como cenário, mas como símbolo. Tal como as emoções, nunca permanece igual. Pode ser abrigo ou distância, promessa ou dúvida. E é nesse território ambíguo que a canção encontra a sua força.</p>



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<p>Ao longo da canção, as vozes funcionam como como espelho e cada frase escrita por Irina Chitas parece prolongar a anterior, como se ambos procurassem compreender a mesma pergunta sem nunca encontrar uma resposta definitiva. E talvez seja precisamente essa ausência de resposta que dá força ao tema.</p>



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</div>



<p>O mar surge aqui como símbolo da incerteza humana. Daquilo que nunca conseguimos controlar totalmente, e que, tal como as emoções, o mar muda constantemente de forma, de intensidade e de direção. </p>



<p>Existe uma melancolia evidente em “Que Mar É Este”, não apenas como expressão de alguma derrota, mas mais como consciência da fragilidade das relações humanas e da impossibilidade de controlar o curso da vida. É uma melancolia que observa, que procura aceitar e compreender.</p>



<p>&#8220;não sejas saudade, que eu sou coração&#8221;.</p>



<p>Foto: Frederico Martins</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[New Single]  Arctic Monkeys – Opening Night</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Thu, 22 Jan 2026 17:17:33 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
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					<description><![CDATA[“Opening Night” marca o regresso dos Arctic Monkeys (desde do álbum The Car de 2022) e é o primeiro single do álbum de beneficência HELP(2), uma compilação solidária organizada pela War Child Records para apoiar a organização humanitária War Child, que assiste crianças afectadas por conflitos em várias partes do mundo. Musicalmente, “Opening Night” traduz]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Opening Night” marca o regresso dos <a href="https://www.instagram.com/arcticmonkeys/">Arctic Monkeys</a> (desde do álbum The Car de 2022) e é o <strong>primeiro single do álbum de beneficência <em>HELP(2)</em></strong>, uma compilação solidária organizada pela <strong><a href="https://www.instagram.com/warchildrecords/">War Child Records</a></strong> para apoiar a organização humanitária War Child, que assiste crianças afectadas por conflitos em várias partes do mundo.</p>



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</div>



<p>Musicalmente, “Opening Night” traduz um sentido de <strong>retorno e reflexão</strong>: é uma composição que cresce de forma contida, encontrando tensões interiores que ecoam o estilo dos Arctic Monkeys, mas com uma maturidade que se alinha com a evolução que a banda tem apresentado nas últimas décadas. Registada nos lendários Abbey Road Studios sob a produção de James Ford.</p>



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</div>



<p>O lançamento de “Opening Night” insere-se num projecto maior: o álbum <em><strong>HELP(2)</strong></em>, que sairá a 6 de março de 2026, e reúne uma constelação de artistas contemporâneos: de Olivia Rodrigo a Depeche Mode, de Pulp a Sampha, em torno de um propósito comum.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Serena Kaos &#8211; Tomorrow + Everyone You Know Is Sad (live session)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Wed, 14 Jan 2026 15:00:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Serena Kaos (Laura Varges) é uma voz que não se contenta em apenas cantar, vivendo a música como quem procura um sentido para a sua criatividade. Num percurso com altos e baixos, Serena Kaos chegou à sua versão 2.0. que interessa conhecer melhor. Depois de ter participado em 2020 no “The Voice Portugal”, onde conseguiu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/serenakaos2.0/">Serena Kaos</a> (Laura Varges) é uma voz que não se contenta em apenas cantar, vivendo a música como quem procura um sentido para a sua criatividade. Num percurso com altos e baixos, Serena Kaos chegou à sua versão 2.0. que interessa conhecer melhor.</p>



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</div>



<p>Depois de ter participado em 2020 no “The Voice Portugal”, onde conseguiu virar as quatro cadeiras e integrou a equipa de <strong>Marisa Liz,</strong> mudou-se para Londres à procura de viver o seu sonho. E quando Londres ainda era uma cidade recheada de bons locais para busking, Serena encontrou o seu palco entre Leicester Square e Piccadilly Circus, conquistando muitos dos que por ali passavam.</p>



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</div>



<p>Este caminho deu-lhe não só experiência técnica e resiliência, mas também uma espécie de língua musical própria, onde pop, indie, dream pop e elementos de trip-hop começam a convergir na sua linguagem sonora.</p>



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</div>



<p>Paralelamente às atuações de rua, Serena começou a compor e a lançar música própria, tendo igualmente passado pelo podcast de David Antunes &#8211; <a href="https://www.instagram.com/cantameumahistoria/">Canta-me Uma História.</a></p>



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</div>



<p>Serena representa uma geração de artistas que não esperam pelo palco perfeito, mas constroem o seu lugar no mundo a partir da rua, da interação directa com o público e da coragem de mostrar quem são em cada nota. Chega agora a sua versão 2.0 e a apresentação ao vivo de dois dos seus temas originais que merecem audição atenta.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Baco Exu do Blues, Zeca Veloso &#8211; Que Eu Sofra</title>
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		<pubdate>Sat, 08 Nov 2025 20:19:10 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Baco Exu do Blues e Zeca Veloso encontram-se em “Que Eu Sofra” num ponto onde a dor deixa de ser ferida e passa a ser constatação. Há uma maturidade nova na forma como Baco reconhece o amor como algo que não se domina. Já não é a raiva que conduz, é o cansaço terno de]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/exudoblues/">Baco Exu do Blues</a> and <a href="https://www.instagram.com/zecalavigneveloso/">Zeca Veloso</a> encontram-se em <strong>“Que Eu Sofra” </strong>num ponto onde a dor deixa de ser ferida e passa a ser constatação. Há uma maturidade nova na forma como Baco reconhece o amor como algo que não se domina. Já não é a raiva que conduz, é o cansaço terno de quem percebeu que a intensidade não salva ninguém sozinha. </p>



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</div>



<p><strong>&#8220;Que Eu Sofra&#8221; </strong>é canção para quem já tentou esquecer e percebeu que esquecer é só outra forma de lembrar. Para quem sabe que o coração não se fecha por inteiro, mesmo quando tentamos. </p>



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		<title>[Worth Listening to] Rita Braga &#8211; Fado Tango</title>
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		<pubdate>Fri, 31 Oct 2025 14:52:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Rita Braga, uma das artistas mais singulares e originais do panorama musical português lança “Fado Tango”, single de avanço do seu quinto álbum, Fado Tropical, com lançamento previsto para março de 2026. Será o seu primeiro disco cantado integralmente em português, no qual atravessa os primórdios do fado, conduzindo-o a novos territórios sonoros. Numa quase]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/superbraguita/">Rita Braga</a>,  uma das artistas mais singulares e originais do panorama musical português lança <strong>“Fado Tango”</strong>, single de avanço do seu quinto álbum, <strong>Fado Tropical</strong>, com lançamento previsto para março de 2026. Será o seu primeiro disco cantado integralmente em português, no qual atravessa os primórdios do fado, conduzindo-o a novos territórios sonoros.</p>



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</div>



<p><em>Numa quase reinvenção artística, mas preservando a sua marca minimalista e singular, <strong>Rita Braga</strong> mergulha pela primeira vez no universo do fado, através de uma pesquisa de documentos históricos e gravações do princípio do século passado, e trá-lo para uma nova paisagem sonora. Inspirado numa gravação de<strong> Ercília Costa</strong> de 1930, <strong>Fado Tango</strong> resgata um tema do passado e veste-o de arranjos elegantes e cinematográficos, onde a voz e ukulele de Rita se cruzam com a marimba de <strong>Ryoko Imai</strong>, o violoncelo de <strong>Bruna Moura</strong> e o saxofone de <strong>João Cabrita</strong>. A mistura ficou a cargo de <strong>Suse Ribeiro</strong> e a masterização de <strong>Tó Pinheiro da Silva</strong>.</em></p>


<p><iframe style="border: 0;width: 100%;height: 120px" src="https://bandcamp.com/EmbeddedPlayer/track=3246427022/size=large/bgcol=ffffff/linkcol=0687f5/tracklist=false/artwork=small/transparent=true/"><a href="https://ritabraga.bandcamp.com/track/fado-tango">Fado Tango by Rita Braga</a></iframe></p>


<p><em>O single é acompanhado por um videoclip realizado por <strong>Joana Linda</strong>, no qual Rita explora a sua dimensão performativa e presta homenagem às vozes esquecidas das mulheres pioneiras do género — das cantadeiras meretrizes do século XIX às atrizes de revista das primeiras décadas do século XX.</em></p>



<p>Foto: Sara Rafael.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[New Single] Capicua – BRAVA (live com Colinas)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sat, 25 Oct 2025 09:27:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[[New Single] Capicua – BRAVA (live com Colinas) @a_capicua volta a provar que o rap português é também poesia de palco. Em BRAVA (live com @xcolinasx ), a força da palavra ganha corpo e respiração, como se cada verso fosse um espelho da ferida e da coragem de quem o diz. A performance é um manifesto poético e]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[New Single] Capicua – BRAVA (live com Colinas)</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/a_capicua/">@a_capicua</a> volta a provar que o rap português é também poesia de palco. Em BRAVA (live com <a href="https://www.instagram.com/xcolinasx/">@xcolinasx</a> ), a força da palavra ganha corpo e respiração, como se cada verso fosse um espelho da ferida e da coragem de quem o diz. A performance é um manifesto poético e combativo sobre o poder da mulher, sobre resistência e afirmação num espaço ainda dominado por olhares e estruturas masculinas. Capicua transforma a palavra em arma e abrigo, e o microfone em espelho de todas as que tiveram de lutar para existir sem pedir licença.</p>



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</div>



<p>Contando com o punk rock do power trio COLINAS (&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p.geraldes/">@p.geraldes</a>&nbsp;aka “Lázaro”,&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/joaovairinhos/">@joaovairinhos</a>&nbsp;and&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/claudiolagotavares/">@claudiolagotavares</a>&nbsp;), sobretudo esta versão ao vivo carrega uma energia quase ritual. Não é raiva, é lucidez. É o gesto de quem aprendeu a ser brava não porque quis, mas porque o mundo não lhe deu alternativa. As metáforas e a cadência das rimas denunciam o quotidiano da misoginia, do paternalismo, do julgamento constante, e ao mesmo tempo reivindicam a força criativa e espiritual da mulher que se ergue sem precisar de pedir desculpa.</p>



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</div>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[New Single] Fat Dog &#8211; Pray To That</title>
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		<pubdate>Sun, 10 Aug 2025 11:22:13 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Há bandas que entram em cena como se tivessem atravessado a porta errada de um universo paralelo. Fat Dog é uma dessas forças. Pray To That é talvez o retrato mais claro dessa identidade: um turbilhão sonoro que mistura post-punk, electrónica crua e uma teatralidade quase anárquica, tudo embrulhado num sentido de urgência impossível de]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há bandas que entram em cena como se tivessem atravessado a porta errada de um universo paralelo. <a href="https://www.instagram.com/fatdogfatdogfatdog_/">Fat Dog</a> é uma dessas forças. <em>Pray To That</em> é talvez o retrato mais claro dessa identidade: um turbilhão sonoro que mistura post-punk, electrónica crua e uma teatralidade quase anárquica, tudo embrulhado num sentido de urgência impossível de ignorar.</p>



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</div>



<p>HOJE no <a href="https://www.instagram.com/szigetofficial/">Sziget Festival</a> espera-se uma explosão de energia e muito suor provocado, não só pelos 36 graus esperados, mas pelo ritmo alucinante do animal de palco que é Joe Love.</p>



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</div>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Woomb &#8211; Powerless</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Thu, 07 Aug 2025 08:45:58 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Há um encanto misterioso que acompanha cada gesto musical dos Woomb. A banda de San Francisco, liderada por Marina Allen, sempre habitou uma zona onde a delicadeza vocal e a distorção emocional coexistem em tensão. Com Powerless, faixa retirada do seu mais recente disco Bleeder, o quarteto volta a explorar o confronto entre vulnerabilidade e]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há um encanto misterioso que acompanha cada gesto musical dos <a href="https://www.instagram.com/woombband/">Woomb</a>. A banda de San Francisco, liderada por Marina Allen, sempre habitou uma zona onde a delicadeza vocal e a distorção emocional coexistem em tensão. Com <em>Powerless</em>, faixa retirada do seu mais recente disco <em>Bleeder</em>, o quarteto volta a explorar o confronto entre vulnerabilidade e força, entre entrega e resistência.</p>



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<p>Atuam hoje no <a href="https://www.instagram.com/szigetofficial/">Festival Sziget 2025</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[New Single] Claye and Gentleman &#8211; Nature (I am here now)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sun, 03 Aug 2025 15:51:50 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[New Song]]></category>
		<category><![CDATA[Claye]]></category>
		<category><![CDATA[Gentleman]]></category>
		<category><![CDATA[new album]]></category>
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		<category><![CDATA[reggae]]></category>
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					<description><![CDATA[Compositor e produtor requisitado, colaborando com nomes como Sean Paul, Aloe Blacc, Gentleman, Chipmunk e Ky‑Mani Marley, Claye era reconhecido no meio como um talento raro: multi-instrumentista com uma sensibilidade para misturar reggae, pop, rap e influências eletrónicas dos produtores americanos que admirava. Mesmo assim, demorou a lançar música sua. Foi só décadas depois que]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Compositor e produtor requisitado, colaborando com nomes como Sean Paul, Aloe Blacc, Gentleman, Chipmunk e Ky‑Mani Marley, <a href="https://www.instagram.com/iamjustclaye/">Claye</a> era reconhecido no meio como um talento raro: multi-instrumentista com uma sensibilidade para misturar reggae, pop, rap e influências eletrónicas dos produtores americanos que admirava.</p>



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<p>Mesmo assim, demorou a lançar música sua. Foi só décadas depois que apresentou o seu trabalho como artista principal, revelando uma voz própria: sincera, introspectiva e cheia de groove, alicerçada por aquela herança jamaicana mas com uma fluidez cosmopolita.</p>


<p><iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/track/69MYrcwmgvhN3mhcBdx343?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen=""></iframe></p>


<p><strong>“Nature (I Am Here Now)”</strong>, com <a href="https://www.instagram.com/gentleman_official/">Gentleman</a> como convidado, é a evidência clara dessa evolução. A batida suave e ritmada flerta com o reggae moderno, enquanto o refrão de Claye se afirma como um mantra gentil: estar presente, sentir o agora, aceitar o momento com consciência. Gentleman entra com a voz grave e cristalina que lhe é reconhecida, criando um diálogo sem atritos, sem competição, apenas eco de raízes e respeito mútuo.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[New Single] The Antlers &#8211; Carnage</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 01 Aug 2025 15:17:01 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[New Song]]></category>
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					<description><![CDATA[Os The Antlers são, desde o início, uma banda de feridas abertas. Começaram como um projecto a solo de Peter Silberman e lançaram em 2009, Hospice, um álbum conceptual sobre a relação entre um cuidador e uma paciente terminal, metáfora para a degradação emocional num amor tóxico. Em 2017, Peter perdeu a audição temporariamente e,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/theantlers/">The Antlers </a>são, desde o início, uma banda de feridas abertas. Começaram como um projecto a solo de Peter Silberman e lançaram em 2009, <em>Hospice</em>, um álbum conceptual sobre a relação entre um cuidador e uma paciente terminal, metáfora para a degradação emocional num amor tóxico.</p>



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<p>Em 2017, Peter perdeu a audição temporariamente e, com ela, a capacidade de estar no mundo como o conhecia. O regresso deu-se com <em>Green to Gold</em> (2021), talvez o seu álbum mais sereno, mais contemplativo. Mas também o mais distante daquele abismo inicial que os tornara tão únicos.</p>



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<p>Agora, com “Carnage” e o anúncio de <em>Blight</em>, a banda volta a inclinar-se para o peso do mundo. Mas já não é só o mundo interior, é o exterior também.  É um novo tipo de intimidade: não entre duas pessoas, mas entre o humano e o estrago que deixa para trás.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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