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		<title>[Worth Listening to] Carolina Ligeiro &#8211; Balada de Despedida do 5º Ano Jurídico 88/89</title>
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		<pubdate>Thu, 02 Jul 2026 03:20:26 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Há canções que sobrevivem ao tempo porque nunca nos oferecem respostas. A Balada de Despedida do 5º Ano Jurídico 88/89 é uma delas. Continua a emocionar gerações não por explicar o significado de partir de uma cidade, mas por aceitar que existem despedidas que nunca compreendemos totalmente e que se levam para a vida. Talvez]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há canções que sobrevivem ao tempo porque nunca nos oferecem respostas. <em>A Balada de Despedida do 5º Ano Jurídico 88/89</em> é uma delas. Continua a emocionar gerações não por explicar o significado de partir de uma cidade, mas por aceitar que existem despedidas que nunca compreendemos totalmente e que se levam para a vida. Talvez porque algumas das perguntas mais importantes da nossa vida não tenham sido feitas para encontrar uma resposta.</p>



<p>Na interpretação de Carolina Ligeiro, a jovem &#8220;descoberta&#8221; por David Antunes no seu Canta-me uma História, e que a acompanha com a mestria habitual ao piano, essa incerteza torna-se quase tão importante como a própria melodia. A voz nunca procura resolver o conflito que habita a canção. Limita-se a caminhar ao lado dele, lembrando-nos que crescer também pode significar aprender a conviver com aquilo que nunca chegaremos a entender por completo.</p>



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<p>É curioso como passamos grande parte da vida à procura de conclusões. Queremos saber se fizemos a escolha certa, se uma despedida era inevitável, se um encontro aconteceu demasiado cedo ou demasiado tarde. Mas talvez a vida raramente funcione dessa forma. Talvez existam pessoas, lugares, decisões ou momentos que nunca deixam verdadeiramente de nos acompanhar, não apenas porque continuaremos presos a eles, mas porque nos obrigam a fazer perguntas que levaremos connosco para sempre.</p>



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<p>É precisamente aí que reside a beleza desta interpretação. Não transforma a despedida num ponto final. Transforma-a num espaço aberto onde a memória continua a dialogar com o futuro. Porque há perguntas que não permanecem vivas apenas para nos prender ao passado, mas para nos desafiarem a continuar a crescer até estarmos finalmente à altura delas.</p>



<p>Talvez seja esse o verdadeiro legado das grandes canções. Não nos ensinam a esquecer, nem prometem que um dia tudo fará sentido. Apenas nos recordam que algumas perguntas nos acompanham para sempre, seja lá o que o futuro nos trouxer. E que talvez viver não seja encontrar finalmente uma resposta definitiva para as coisas, mas acreditar que, se um dia ela chegar, nós também já seremos mais capazes, mais inteiros e, sobretudo, menos cobardes perante as mudanças que essa resposta exigir. </p>



<p>Porque algumas canções nunca terminam verdadeiramente. Apenas continuam a encontrar novas vozes, novos tempos e novas formas de nos lembrar daquilo que ainda não conseguimos explicar.</p>



<p>Deixamos igualmente dois momentos históricos:  a sua primeira execução pela Toada Coimbrã (um original de Rui Lucas, António Vicente e João Paulo Sousa), na Serenata Monumental de 1989, na Sé Velha de Coimbra.</p>



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<p>E a interpretação do grupo Fado Amanhecer, onde Rui Lucas, um dos autores originais, regressa à canção ao lado do filho, André Lucas, num daqueles raros momentos em que a música parece atravessar gerações sem perder o seu significado maior.</p>



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		<title>[New Version] Placebo &#8211; Lady of the Flowers RE:CREATED VERSION</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sat, 02 May 2026 18:05:59 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando os Placebo regressam ao disco de 1996 e o “reacabam”, não estão a mudar o significado, estão a iluminá-lo. A banda descreveu este processo como um “director’s cut”, uma forma de trazer a maturidade e a experiência acumulada para canções que nasceram num estado mais cru . E isso, em “Lady of the Flowers”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os <a href="https://www.instagram.com/placeboworld/">Placebo</a> regressam ao disco de 1996 e o “reacabam”, não estão a mudar o significado, estão a iluminá-lo. A banda descreveu este processo como um “director’s cut”, uma forma de trazer a maturidade e a experiência acumulada para canções que nasceram num estado mais cru . E isso, em “Lady of the Flowers” em particular, torna tudo ainda mais denso.</p>



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</div>



<p>Inspirada diretamente no universo de Jean Genet e no seu livro Our Lady of the Flowers, um mergulho poético e marginal no submundo parisiense, marcado por identidade fluida, sexualidade e transgressão, a canção carrega desde origem essa ambiguidade. Não há género fixo, não há moral fixa, não há narrativa estável.</p>



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</div>



<p>A figura central, a “lady of the flowers”, não é exatamente uma mulher. Nem exatamente um homem. É uma presença. Uma construção de desejo e projeção, que tanto seduz como desestabiliza. O próprio Brian Molko chegou a referir que a leitura literal engana, que a personagem aponta para algo mais ambíguo e queer .</p>



<p>Há repetição de desculpas: <em>“I apologize”</em>,  como se o narrador estivesse constantemente a reconhecer que está envolvido em algo que não consegue controlar, mas tem a consciência de que tal terá de acontecer.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Irma &#8211; Black Sun (Acoustic)</title>
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		<pubdate>Thu, 16 Apr 2026 08:55:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Irma aproxima-se de “Black Sun (Acoustic)” como quem retira tudo o que não é essencial para perceber o que realmente permanece, e é nesse despojamento que a canção encontra uma nova forma de existir, menos construída. Cantora e compositora franco-camaronesa, Irma apresenta uma linguagem entre folk, soul e pop, mas também numa relação muito direta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/irmasongs">Irma</a> aproxima-se de “Black Sun (Acoustic)” como quem retira tudo o que não é essencial para perceber o que realmente permanece, e é nesse despojamento que a canção encontra uma nova forma de existir, menos construída.</p>



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</div>



<p>Cantora e compositora franco-camaronesa, Irma apresenta uma linguagem entre folk, soul e pop, mas também numa relação muito direta com a intimidade, algo que aqui ganha ainda mais espaço ao reduzir a música ao essencial, voz e poucos elementos, deixando que cada palavra carregue um peso diferente</p>



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</div>



<p>“Black Sun”, originalmente integrada no álbum <em>The Dawn</em> de 2020, já trabalhava essa dualidade entre luz e sombra, mas nesta versão acústica tudo se torna mais evidente, não pela intensidade, mas pela proximidade, como se a música deixasse de acontecer à distância para passar a existir dentro de quem a ouve.</p>



<p>Irma nunca foi artista de seguir o tempo dos outros, e neste novo ciclo decide ir ainda mais longe, recusando o próprio formato do álbum como algo fechado, optando antes por deixá-lo acontecer à vista de todos, uma canção por mês, como se cada lançamento fosse menos um avanço e mais um fragmento de algo que ainda se está a formar</p>



<p>Os primeiros temas revelados, “You and I Should Marry”, “Nobody Wins” e “Lost &amp; Found”, não funcionam como singles isolados, mas como pontos de entrada para diferentes estados emocionais, quase como capítulos que não se explicam entre si, mas que começam a desenhar uma linha comum, uma exploração persistente do amor nas suas várias formas, da promessa à dúvida.</p>



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		<title>[New Version] SYML &#038; Carla Morrison &#8211; &#8220;Where&#8217;s My Love&#8221; [Live from Panoram Studios]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sat, 28 Feb 2026 10:10:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Acoustic]]></category>
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					<description><![CDATA[“Where’s My Love” é uma das canções mais emblemáticas de SYML, lançada originalmente em 2019 e que rapidamente se tornou um hino de saudade e de desejo. Um comboio lento de emoções que atravessa territórios de ausência e de memórias sensoriais intensas. Nesta versão íntima ao vivo no Panoram Studios, o carácter essencial da canção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Where’s My Love” é uma das canções mais emblemáticas de <a href="https://www.instagram.com/symlmusic/">SYML</a>, lançada originalmente em 2019 e que rapidamente se tornou um hino de saudade e de desejo. Um comboio lento de emoções que atravessa territórios de ausência e de memórias sensoriais intensas.</p>



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<p>Nesta versão íntima ao vivo no Panoram Studios, o carácter essencial da canção é realçado pela presença vocal de <a href="https://www.instagram.com/carlamorrison/">Carla Morrison</a>, cuja voz responde ao universo lírico de SYML com uma intimidade ainda mais profunda. A colaboração não é apenas um dueto: é uma comunhão de histórias de amor, perda e procura, de dois intérpretes cujo timbre se encontra como quem reconhece ecos uns nos outros.</p>



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</div>



<p>No fim, esta versão ao vivo deixa a sensação de que a canção não pertence apenas a quem a canta, mas a todos os corações que já perguntaram, no silêncio ou na voz alta: “<em>where’s my love?</em>” </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[New Video] Two Door Cinema Club &#8211; This Is The Life</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 17 Feb 2026 10:42:15 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Two Door Cinema Club lançaram um novo videoclip para ilustrar This Is The Life, tema que faz parte do seu disco de estreia: Tourist History (2010) e que definiu a identidade da banda norte-irlandesa e ajudou a moldar a estética indie da década seguinte. O vídeo chega com uma consciência temporal marcada. Não tenta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/twodoorcinemaclub/"><strong>Two Door Cinema Club</strong> </a>lançaram um novo videoclip para ilustrar <em>This Is The Life</em>, tema que faz parte do seu disco de estreia: Tourist History (2010) e que definiu a identidade da banda norte-irlandesa e ajudou a moldar a estética indie da década seguinte.</p>



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<p>O vídeo chega com uma consciência temporal marcada. Não tenta recriar 2010 nem modernizar artificialmente o passado. Em vez disso, assume a nostalgia como linguagem natural e uma estética que se aproxima da ideia de arquivo vivo: estrada, juventude, energia partilhada. Não acrescenta nada de novo, mas nem sempre isso é necessário para que as recordações permaneçam sempre vivas.</p>



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<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Ghost &#8211; Umbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sun, 15 Feb 2026 13:51:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentro do universo teatral dos suecos Ghost, cada canção funciona quase como um ritual autónomo. Em Umbra, essa teatralidade torna-se mais íntima. A própria palavra “umbra” sugere sombra profunda, a parte mais escura de um eclipse. E a música vive exatamente aí, não no choque entre luz e escuridão, mas na aceitação de que ambas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro do universo teatral dos suecos <strong><a href="https://www.instagram.com/thebandghost/">Ghost</a></strong>, cada canção funciona quase como um ritual autónomo. Em <em>Umbra</em>, essa teatralidade torna-se mais íntima. A própria palavra “umbra” sugere sombra profunda, a parte mais escura de um eclipse. E a música vive exatamente aí, não no choque entre luz e escuridão, mas na aceitação de que ambas coexistem. </p>



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</div>



<p>A melodia mantém a elegância melancólica característica da banda, mas aqui a sensualidade substitui a ameaça. O perigo não vem do demoníaco simbólico; vem do desejo humano. O sagrado e o carnal deixam de ser opostos e tornam-se continuidade.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[New Video] LEAP &#8211; Eclipse (Live From The Entropy Tour)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Wed, 04 Feb 2026 12:01:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Albums]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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		<category><![CDATA[New Video]]></category>
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		<category><![CDATA[LEAP]]></category>
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					<description><![CDATA[Eclipse (Live From The Entropy Tour) é uma interpretação ao vivo da faixa Eclipse capturada durante The Entropy Tour, a digressão que os LEAP [banda já destacada no EM] fizeram na Europa. A gravação destaca a intensidade e o ambiente que a banda cria em palco, transportando quem assiste para o momento do concerto. Eclipse]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Eclipse (Live From The Entropy Tour)</em> é uma interpretação ao vivo da faixa <em>Eclipse</em> capturada durante The Entropy Tour, a digressão que os <a href="https://www.instagram.com/leap_the_band/">LEAP </a>[<a href="https://www.ecletismomusical.pt/en/worth-listening-to-leap/?swcfpc=1">banda já destacada no EM</a>] fizeram na Europa. A gravação destaca a intensidade e o ambiente que a banda cria em palco, transportando quem assiste para o momento do concerto.</p>



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</div>



<p><em>Eclipse (Live From The Entropy Tour)</em> é, mais do que um vídeo de concerto: é uma afirmação da presença de LEAP no cenário independente, com uma leitura ao vivo que convida a sentir a música em tempo real e conecta quem escuta à pulsação do palco e à vivência da digressão.</p>



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		<item>
		<title>[Live Performance] The Warning &#8211; Escapism (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Mon, 02 Feb 2026 10:47:06 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando a música encontra o palco, deixa de ser apenas som e transforma-se numa experiência visceral, imediata, partilhada. É essa transmutação que as The Warning [Recordar AQUI a review do Concerto que deram o ano passado em Londres] conjugam sempre que pegam nas suas composições e as projetam em frente a um público e Escapism]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a música encontra o palco, deixa de ser apenas som e transforma-se numa experiência visceral, imediata, partilhada. É essa transmutação que as <a href="https://www.instagram.com/thewarningrockband/"><em>The Warning</em> </a>[<a href="https://www.ecletismomusical.pt/en/review-the-warning-london-o2-academy-brixton-17-04-2025/?swcfpc=1">Recordar AQUI</a> a review do Concerto que deram o ano passado em Londres] conjugam sempre que pegam nas suas composições e as projetam em frente a um público e <em>Escapism</em> ao vivo não foge a essa regra.</p>



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<p>Nesta apresentação incluída na sessão Honda Stage x Uforia Music, as The Warning revelam um novo patamar de maturidade e confiança: guitarras mais definidas, baixo mais presente e uma bateria de Paulina que pulsa como o coração de quem leva cada batida a sério. A voz, por vezes desgastada pela intensidade da interpretação, adquire carácter e presença, fazendo de <em>Escapism</em> não apenas uma canção para ouvir, mas um momento para sentir.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] In Inertia &#8211; Of All Things I Yearn For</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Wed, 14 Jan 2026 09:33:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
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		<category><![CDATA[In Inertia]]></category>
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					<description><![CDATA[In Inertia é um projecto musical nascido em Jacarta, Indonésia, formado pelo duo criativo Annissa Utami e F.A. Poetra Tiarda, movendo-se entre o post-rock, o ambiente e o dreamgaze. Of All Things I Yearn For faz parte do álbum To Whom It May Concern e ganhou agora videoclip. A sonoridade dos In Inertia reflete uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/in.inertia/">In Inertia</a> é um projecto musical nascido em <strong>Jacarta, Indonésia</strong>, formado pelo duo criativo <strong>Annissa Utami</strong> and <strong>F.A. Poetra Tiarda</strong>, movendo-se entre o post-rock, o ambiente e o dreamgaze. <em>Of All Things I Yearn For</em> faz parte do álbum <em>To Whom It May Concern</em> e ganhou agora videoclip.</p>



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<p>A sonoridade dos In Inertia reflete uma estética em que cada nota parece flutuar em torno de um ponto de significado não dito, como se o silêncio entre os sons fosse tão importante quanto os próprios sons. </p>



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		<title>[New Video]  The Big Push &#8211; Passenger / Kids</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 02 Jan 2026 10:22:51 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Cover]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
		<category><![CDATA[Live Session]]></category>
		<category><![CDATA[New Video]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[live]]></category>
		<category><![CDATA[live performance]]></category>
		<category><![CDATA[new video]]></category>
		<category><![CDATA[Ren]]></category>
		<category><![CDATA[The Big Push]]></category>
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					<description><![CDATA[Os The Big Push, originários de Brighton, no sul de Inglaterra, tornaram-se ao longo dos anos numa espécie de colectivo sonoro que vive da intensidade das suas performances ao vivo, muitas vezes perante o público inesperado de praças, avenidas e mercados, transformando a rua na sua melhor sala de concertos e sendo a melhor banda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/thebigpushband/">The Big Push</a>, originários de Brighton, no sul de Inglaterra, tornaram-se ao longo dos anos numa espécie de colectivo sonoro que vive da intensidade das suas performances ao vivo, muitas vezes perante o público inesperado de praças, avenidas e mercados, transformando a rua na sua melhor sala de concertos e sendo <strong>a melhor banda de Busking do mundo</strong>. </p>



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<p>A banda já construiu um repertório variado que passeia entre covers reinventados e originais carregados de alma, e agora acrescenta à sua discografia o vídeo e a experiência de “Passenger / Kids”, uma fusão vibrante onde <a href="https://www.instagram.com/renmakesmusic/">Ren</a> e companhia demonstram mais uma vez toda a sua energia e bom gosto musical.</p>



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<p>A banda tem igualmente marcado 2026 como o ano do seu regresso aos palcos em grande estilo, com a sua <strong>primeira tour oficial do Reino Unido em anos</strong> após o período de pausa. A tour está programada ao longo de <strong>maio de 2026</strong>, com concertos em várias cidades britânicas incluindo <strong>Glasgow</strong>, <strong>Londres</strong>, <strong>Bristol</strong> and <strong>Manchester</strong>, em locais emblemáticos como a <strong>O2 Academy Glasgow</strong>, <strong>O2 Academy Brixton</strong> em Londres, <strong>O2 Academy Bristol</strong> (já com bilhetes esgotados) e o <strong>O2 Victoria Warehouse Manchester</strong>.</p>]]></content:encoded>
					
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