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		<title>[Live Performance] James Blake &#8211; Trying Times (Live)</title>
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		<pubdate>Tue, 28 Apr 2026 13:42:13 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das melhores canções do ano, &#8220;Trying Times&#8221; ganhou uma performance ao vivo totalmente obrigatória. A canção pertence ao álbum Trying Times (2026), o primeiro disco totalmente independente de James Blake, onde há uma tentativa clara de reconciliar o íntimo com o ruído exterior. Mas ao vivo, essa reconciliação deixa de ser apenas conceito e]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das melhores canções do ano, &#8220;Trying Times&#8221; ganhou uma performance ao vivo totalmente obrigatória. A canção pertence ao álbum <em>Trying Times</em> (2026), o primeiro disco totalmente independente de James Blake, onde há uma tentativa clara de reconciliar o íntimo com o ruído exterior. Mas ao vivo, essa reconciliação deixa de ser apenas conceito e torna-se fragilidade direta.</p>



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<p>Não há espaço para esconder. A voz entra mais exposta, mais vulnerável, como se cada palavra estivesse sempre prestes a falhar. Não há camadas suficientes para proteger o que está a ser dito, nem distância para transformar aquilo em narrativa confortável. E isso muda o eixo da música, deixa de ser sobre o mundo e passa a ser sobre o impacto dele dentro de alguém.</p>



<p>A canção mantém-se num equilíbrio instável, porque não estamos perante alguém a tentar apenas resolver alguma coisa. Estamos perante alguém a tentar manter-se dentro dela, mesmo que tenha de a vir a transformar muito em breve.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Playlist] Ecletismo Semanal #50</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Mon, 27 Apr 2026 17:25:01 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Playlist Ecletismo Semanal]]></category>
		<category><![CDATA[Playlists]]></category>
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		<category><![CDATA[Playlist ecletismo semanal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ecletismo Semanal é a Playlist do EM, com músicas cuidadosamente escolhidas entre a nova cena indie, dream pop, alternativa, folk e outras sonoridades que fogem do óbvio. A curadoria é feita com atenção, não por algoritmos. Queremos que cada edição permita dar a conhecer, de forma desconstruída, o universo musical do Ecletismo Musical com abertura,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ecletismo Semanal</strong> é a Playlist do EM, com<strong> músicas </strong>cuidadosamente escolhidas entre a nova cena indie, dream pop, alternativa, folk e outras sonoridades que fogem do óbvio.</p>



<p>A curadoria é feita com atenção, não por algoritmos. Queremos que cada edição permita dar a conhecer, de forma desconstruída, o universo musical do <strong>Musical Eclecticism</strong> com abertura, liberdade e sem fórmulas fixas.</p>


<p><iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/7sRqEwYU8985AUOPDCPUxM?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen=""></iframe></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[New Single] Amistat &#8211; most to me</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Mon, 27 Apr 2026 14:44:04 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Amistat]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Amistat sempre trabalharam a música como extensão de algo muito simples e muito difícil ao mesmo tempo: dizer exatamente aquilo que se sente, sem esconder, sem dramatizar, sem proteger demasiado. Em “Most to Me”, canção que integra o universo mais recente da dupla, associada ao EP everything in between (2026), tal chega-nos ainda com]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/amistatmusic/">Amistat</a> sempre trabalharam a música como extensão de algo muito simples e muito difícil ao mesmo tempo: dizer exatamente aquilo que se sente, sem esconder, sem dramatizar, sem proteger demasiado. Em “Most to Me”, canção que integra o universo mais recente da dupla, associada ao EP <em>everything in between</em> (2026), tal chega-nos ainda com mais intensidade apesar da delicadeza das palavras. </p>



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<p>A canção apresenta-se como se cada palavra estivesse a ser escolhida com cuidado para não quebrar aquilo que ainda está de pé. Não há excesso. Não há tentativa de impressionar. Há presença.</p>



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<iframe style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen src="https://open.spotify.com/embed/track/1r5UhJ5N8uOsmC1zP4TMR4?si=06349a3f10914c54&amp;utm_source=oembed"></iframe>
</div>



<p>E isso é o primeiro sinal. Porque a música não fala de amor no sentido expansivo. Fala de valor. Do que alguém significa, não para o mundo, mas para ti.</p>



<p>Há uma diferença subtil mas decisiva: não estamos perante uma canção sobre perder ou encontrar alguém. Estamos perante uma canção sobre reconhecer o lugar que essa pessoa ocupa. E esse reconhecimento vem carregado de uma consciência muito específica, a de que nem sempre sabemos dizer isso a tempo ou da forma como se impunha.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Concert Review] A Garota Não c/ Coro das Mulheres da Fábrica @Teatro José Lúcio da Silva, Leiria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Mon, 27 Apr 2026 09:18:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Concerts]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Há artistas que mudam com o tempo. E depois há aqueles em que tudo muda à sua volta, menos o essencial. Desde que o Ecletismo Musical viu A Garota Não, em Torres Vedras, ainda em 2022, já havia uma verdade impossível de ignorar: uma urgência que não vinha da música, mas daquilo que precisava de]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há artistas que mudam com o tempo. E depois há aqueles em que tudo muda à sua volta, menos o essencial. Desde que o Ecletismo Musical viu A Garota Não, em Torres Vedras, ainda em 2022, já havia uma verdade impossível de ignorar: uma urgência que não vinha da música, mas daquilo que precisava de ser dito. No sábado, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, essa urgência continua intacta, mesmo que tudo à volta tenha crescido.</p>



<p>O concerto começou no formato habitual, com Cátia Mazari Oliveira acompanhada pela sua banda, Sérgio Miendes, Diogo Arranja e João Mota. “Canção Sem Fim” abre o caminho sem pressa, mas com peso. Seguem-se “Este País Não É Para Mães”, “A Sede do Xega”, “Fronteiras Invisíveis” e “Urgentemente”. Cinco canções onde cada verso assenta sozinho e se sustenta por si.</p>



<p>Há uma linha que atravessa tudo e que, aqui, se sente sem filtro. Nada é dito ao acaso.</p>



<p>“A Sede do Xega” não precisa de explicação. Precisa apenas de ser dita em voz alta, no contexto certo, com o público certo. E esse contexto existe, na forma como a sala escuta, responde e reconhece. Já não é provocação. É afirmação partilhada.</p>



<p>“Fronteiras invisíveis” ecoa não como verso, mas como pergunta aberta. Quantas fronteiras carregamos sem as nomear? Quantas continuam dentro de nós, mesmo quando pensamos que já as ultrapassámos?</p>



<p>“Urgentemente” surge como necessidade. Não como pressa, mas como consciência de que há coisas que já não podem esperar.</p>



<p>E é depois deste primeiro bloco que tudo se expande.</p>



<p>A entrada das cerca de 60 mulheres do <a href="https://www.instagram.com/coro.das.mulheres.da.fabrica/">Coro das Mulheres da Fábrica</a> transforma a sala. O concerto deixa de ser apenas canção e passa a ser corpo coletivo. O que antes era palavra individual ganha dimensão partilhada, memória e intervenção colectiva.</p>



<p>O Coro das Mulheres da Fábrica, que faz um trabalho extraordinário na recolha e reinvenção do cancioneiro tradicional e da oralidade, deixa de ser presença e passa a ser força.</p>



<p>Em “Que Mulher É Essa”, cruzada com versos da tradição oral, “que tristeza é ser mulher, se é bonita tem má fama, se é feia ninguém a quer”, tudo ganha outro peso. Não é apenas canção. É herança viva. E transforma-se num dos momentos mais fortes da noite.</p>



<p>“Dilúvio” não surge como rutura, mas como acumulação, como se tudo o que foi sendo dito ao longo do concerto, encontrasse ali um ponto de descarga emocional, sem nunca perder o controlo.</p>



<p>Depois “Ferry Gold” chega-nos para nos lembrar que nem a natureza permanece pública.</p>



<p>Mas ainda havia espaço para mais, a surpresa da noite: um medley da A Garota Não e do Coro das Mulheres da Fábrica com direito a Cátia a cantar desde System of a Down, “Power to the people”, Rage Against the Machine ou “Vampiros”, “Depois do Adeus”, “Que força é essa” e, para fechar, um Teatro todo de pé a cantar em uníssono a icónica: “Grandola, Vila Morena”.</p>



<p>Desde Torres Vedras até aqui, muita coisa mudou. Os palcos cresceram, o público tornou-se fiel, as salas enchem-se com uma certeza que já não precisa de validação. Mas Cátia continua exatamente onde sempre esteve. A sua verdade não mudou. A sua integridade não foi negociada. E a fama não a transformou, apenas lhe deu mais espaço.</p>



<p>Mais espaço para dizer. Mais espaço para incomodar. Mais espaço para intervir. E talvez seja isso que este concerto revela com mais clareza. Não o crescimento. Mas a amplificação.</p>



<p>No fundo, ver A Garota Não hoje é perceber que há artistas que não mudam para crescer. Crescem para poder ser ainda mais aquilo que sempre foram.</p>



<p>E isso muda tudo.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Raquel Cabaço Pereira &#8211; Um Beijo à Liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sun, 26 Apr 2026 20:27:21 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Raquel Cabaço Pereira lançou “Um Beijo à Liberdade”, a 25 de abril de 2026, e não precisa de esconder a sua intenção: nasce diretamente da memória coletiva de Revolução dos Cravos, mas recusa tratá-la como algo distante ou simbólico. É uma canção que traz a liberdade para o presente, como algo ainda em construção. Há]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/raquel_cabacopereira/">Raquel Cabaço Pereira</a> lançou “Um Beijo à Liberdade”, a 25 de abril de 2026, e não precisa de esconder a sua intenção: nasce diretamente da memória coletiva de Revolução dos Cravos, mas recusa tratá-la como algo distante ou simbólico. É uma canção que traz a liberdade para o presente, como algo ainda em construção.</p>



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</div>



<p>Há uma delicadeza que contraria o tema. Falar de liberdade poderia facilmente cair na celebração ou na nostalgia, mas aqui há outra coisa: uma consciência de que aquilo que foi conquistado não está terminado. </p>



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</div>



<p>O “beijo” do título não é apenas gesto simbólico. É proximidade. É a tentativa de tornar a liberdade algo vivido, não apenas lembrado. E isso muda o eixo da canção, porque não se trata de celebrar o passado. Trata-se de perceber o que fazemos com ele.</p>



<p>Sobre aquilo que foi conquistado,mas que só existe verdadeiramente se continuar a ser vivido todos os dias, de forma quase invisível.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[25 de Abril Sempre!]</title>
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		<pubdate>Sat, 25 Apr 2026 09:50:15 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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		<title>[Worth Listening to] Poppy Ackroyd &#8211; Shimmer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 24 Apr 2026 12:39:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Poppy Ackroyd, compositora britânica ligada à One Little Independent Records, depois de &#8220;For Those Who Wait&#8221; apresenta-no o seu novo single “Shimmer” que fará parte do seu novo álbum Liminal (2026). Um álbum nascido de um período de rutura, mudança e intensidade emocional, onde a artista regressa ao essencial: piano e violino, reduzindo tudo ao]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/poppyackroyd/">Poppy Ackroyd</a>, compositora britânica ligada à One Little Independent Records, depois de &#8220;For Those Who Wait&#8221; apresenta-no o seu novo <em>single </em>“Shimmer” que fará parte do seu novo álbum <em>Liminal</em> (2026). Um álbum nascido de um período de rutura, mudança e intensidade emocional, onde a artista regressa ao essencial: piano e violino, reduzindo tudo ao gesto e ao corpo do som</p>



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</div>



<p>Há algo profundamente humano na forma como os sons se repetem sem se tornarem mecânicos. Pequenas variações, imperfeições subtis, movimentos quase impercetíveis, tudo contribui para essa sensação de que a música não está a ser executada, mas descoberta no momento.</p>



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</div>



<p>No fundo, a canção não fala de clareza nem de resolução. Fala desse espaço intermédio onde tudo ainda está a acontecer, onde nada está perdido, mas nada está garantido. Onde a emoção não se organiza, apenas existe.</p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] BATUCADA &#038; RIÇA &#8211; Vida de Pastor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 24 Apr 2026 09:46:44 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
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					<description><![CDATA[BATUCADA &#38; RIÇA surgem do cruzamento entre tradição e rua, um projeto que não tenta recriar o passado, mas prolongá-lo. “Vida de Pastor” parte desse lugar, mas não se limita a ele. Não é uma canção folclórica no sentido clássico. É mais próxima de um retrato, ou melhor, de uma sensação que se constrói a]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/osbatucada/">BATUCADA</a> &amp; <a href="https://www.instagram.com/rica_oficialissimo/">RIÇA</a> surgem do cruzamento entre tradição e rua, um projeto que não tenta recriar o passado, mas prolongá-lo. “Vida de Pastor” parte desse lugar, mas não se limita a ele. Não é uma canção folclórica no sentido clássico. É mais próxima de um retrato, ou melhor, de uma sensação que se constrói a partir de imagens simples: campo, isolamento, rotina, tempo.</p>



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</div>



<p>Esta vida não aparece aqui romantizada. Há uma solidão implícita que nunca é dita diretamente, mas que se sente na forma como a música se desenvolve.</p>



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</div>



<p>Existe também uma dimensão quase espiritual, mas não no sentido religioso. Mais na relação com o tempo, com a repetição, com a ideia de permanecer num lugar onde as coisas não precisam de acontecer constantemente para existirem.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>[Worth Listening to] The Red Clay Strays &#8211; Demons In Your Choir</title>
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		<pubdate>Thu, 23 Apr 2026 15:24:00 +0000</pubdate>
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					<description><![CDATA[Os The Red Clay Strays são uma banda do Alabama que cruza southern rock, country e gospel com uma intensidade muito própria havendo sempre algo espiritual na forma como constroem as canções. “Demons In Your Choir” não começa no pecado, começa na tentativa de salvação. Há uma imagem central que atravessa tudo: alguém a olhar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/redclaystrays/">The Red Clay Strays</a> são uma banda do Alabama que cruza southern rock, country e gospel com uma intensidade muito própria havendo sempre algo espiritual na forma como constroem as canções.</p>



<p>“Demons In Your Choir” não começa no pecado, começa na tentativa de salvação. Há uma imagem central que atravessa tudo: alguém a olhar para o outro não como está, mas como poderia ser. “I could pull you from the fire…” não surge como promessa heroica, mas como impulso, quase ingénuo, de quem acredita que ainda é possível resgatar alguém de si próprio</p>



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<p>Há uma presença clara de gospel, um coro que não surge para elevar, mas para intensificar. Não é redenção coletiva, é quase o oposto: uma amplificação do conflito interior. A igreja aqui não é abrigo. É eco.</p>



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<p>“Demons in your choir” não é uma metáfora distante. É a ideia de que até os lugares mais sagrados podem carregar aquilo que não se resolve. A música vive nesse paradoxo: luz e escuridão não estão separadas, coexistem. </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Split Second &#8211; Baby Blue</title>
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		<pubdate>Wed, 22 Apr 2026 23:02:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
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		<category><![CDATA[Split Second]]></category>
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					<description><![CDATA[Split Second são uma banda britânica de indie pop/rock nascida de um grupo de amigos que foi evoluindo para um projeto dentro do universo britpop contemporâneo . “Baby Blue” não se apresenta como uma canção de amor simples, mesmo quando parece partir desse lugar. Há um impulso imediato, quase instintivo, de se atirar para alguém,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/officialsplitsecond/">Split Second</a> são uma banda britânica de indie pop/rock nascida de um grupo de amigos que foi evoluindo para um projeto dentro do universo britpop contemporâneo . “Baby Blue” não se apresenta como uma canção de amor simples, mesmo quando parece partir desse lugar. </p>



<p>Há um impulso imediato, quase instintivo, de se atirar para alguém, não porque faça sentido, mas precisamente porque não faz. A música constrói-se nesse desequilíbrio.</p>



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<p>O som acompanha esse movimento. Há uma dimensão expansiva, quase otimista à superfície, mas por baixo sente-se outra coisa, uma tensão constante, um “push and pull” emocional que nunca se resolve totalmente. </p>



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<p>“Baby Blue” vive dessa consciência adulta que troca a simplicidade por nuance. Já não há aquela ideia de amor imediato e claro. Há camadas, dúvidas, contradições. Há a noção de que entrar em algo pode significar perder controlo, mas também a recusa em recuar.</p>



<p>Foto: @pemberton_mark</p>]]></content:encoded>
					
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