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	<title>New EP</title>
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	<title>New EP</title>
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	<item>
		<title>[Worth Listening to] Noah Gundersen &#8211; Circles (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 01 May 2026 08:46:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Acoustic]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[“Circles (Live)” não surge como um lançamento novo de Noah Gundersen, mas como uma dessas canções que revelam o que a música dele realmente é quando tudo é reduzido ao essencial. Nesta versão ao vivo de “Circles” existe uma contenção muito clara na forma como ele canta, nada é exagerado, nada é empurrado para um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Circles (Live)” não surge como um lançamento novo de <a href="https://www.instagram.com/noahgundersen/">Noah Gundersen</a>, mas como uma dessas canções que revelam o que a música dele realmente é quando tudo é reduzido ao essencial. </p>



<p>Nesta versão ao vivo de “Circles”  existe uma contenção muito clara na forma como ele canta, nada é exagerado, nada é empurrado para um clímax e isso faz com que cada palavra fique mais exposta, mais difícil de ignorar.</p>



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<p>Há uma ideia recorrente no trabalho de Gundersen: relações, fé, identidade, tudo tratado não como respostas, mas como questões em aberto, muitas vezes ligadas a experiências pessoais e períodos de conflito emocional . E “Circles” encaixa naturalmente nesse território, não como uma história fechada, mas como um estado contínuo.</p>



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</div>



<p>O que esta versão ao vivo faz é retirar qualquer distância entre a música e esse estado. No fundo, “Circles (Live)” não é sobre sair de um ciclo. É sobre perceber o quanto ele ainda está ativo, mesmo quando já tens consciência dele e da necessidade da sua transformação.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>[Worth Listening to] Eel Men &#8211; Glass Hammers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sat, 18 Apr 2026 08:03:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Eel Men são uma das bandas mais interessantes a emergir da cena londrina recente e, depois do disco de estreia Stop It! Do Something, editado em 2025, preparam agora o lançamento do novo EP Glass Hammers, com edição marcada para 15 de maio. O single “Glass Hammers” apresenta desde logo uma evolução no som]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/eelmen_ldn/">Eel Men</a> são uma das bandas mais interessantes a emergir da cena londrina recente e, depois do disco de estreia <em>Stop It! Do Something</em>, editado em 2025, preparam agora o lançamento do novo EP <em>Glass Hammers</em>, com edição marcada para 15 de maio.</p>



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<p>O single “Glass Hammers” apresenta desde logo uma evolução no som da banda, afastando-se de uma abordagem mais rígida e centrada na tensão imediata para um registo mais aberto, mais rítmico e menos dependente da pressão constante que definia o trabalho anterior</p>



<p>Liricamente, “Glass Hammers” aponta para uma sensação de desgaste contemporâneo, descrita pela própria banda como uma “decline in human competence”, marcada por excesso de escolha, distração constante e uma crescente desconexão entre pensamento e ação</p>



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<p>Foto: Margarite DuTeau</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Mouth Ulcers &#8211; Closer To You</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 17 Apr 2026 09:09:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
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		<category><![CDATA[Mouth Ulcers]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Mouth Ulcers são uma das mais recentes emergências do circuito pós-punk londrino, formados em 2025. Em pouco tempo, a banda passou de estreia em palco para salas esgotadas e atenção da BBC 6 Music, afirmando-se com um som que revisita a herança de nomes como Joy Division, The Cure ou Bauhaus, mas com uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/mouth.ulcers/"><strong>Mouth Ulcers</strong> </a>são uma das mais recentes emergências do circuito pós-punk londrino, formados em 2025. Em pouco tempo, a banda passou de estreia em palco para salas esgotadas e atenção da BBC 6 Music, afirmando-se com um som que revisita a herança de nomes como Joy Division, The Cure ou Bauhaus, mas com uma urgência contemporânea.</p>



<p>“Closer To You” surge como um dos temas centrais do EP de estreia <strong>Silent Pictures</strong>, com lançamento previsto para 10 de julho de 2026 via LAB Records, depois do primeiro avanço “Prevail”.</p>



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</div>



<p>A faixa mergulha diretamente numa obsessão emocional difícil de conter. A própria banda descreve-a como uma atração inevitável por alguém, uma entrega total à sua presença, enquanto se tenta, sem grande sucesso, manter algum controlo sobre si próprio.</p>



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</div>



<p>Musicalmente, “Closer To You” constrói-se sobre linhas de baixo melódicas e hipnóticas, guitarras tensas e uma voz grave que ecoa num espaço quase cavernoso. Há uma sensação constante de tensão contida, como se a música estivesse sempre prestes a romper, mas nunca o fizesse completamente. </p>



<p>É nesse equilíbrio entre desejo e perda de controlo que a canção ganha força. Não há redenção clara, nem distância crítica. Apenas proximidade, demasiada proximidade. </p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] MOTEL PLAZA &#8211; Ao vivo no NuRecordings Studio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 24 Feb 2026 19:45:35 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
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		<category><![CDATA[Live album]]></category>
		<category><![CDATA[live performance]]></category>
		<category><![CDATA[MOTEL PLAZA]]></category>
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					<description><![CDATA[MOTEL PLAZA é um colectivo de indie rock nascido em Lisboa:Tiago Plutão na voz, João Sousa nos teclados, Frederico Carvalho no baixo e João Pedroso na bateria que lançaram agora um EP ao vivo com 6 faixas, onde dão uma nova vida a cinco faixas do álbum de estreia, agora num formato íntimo e cru]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/motelplazaoficial/">MOTEL PLAZA</a> é um colectivo de indie rock nascido em Lisboa:Tiago Plutão na voz, João Sousa nos teclados, Frederico Carvalho no baixo e João Pedroso na bateria que lançaram agora um EP ao vivo com 6 faixas, onde dão uma nova vida a cinco faixas do álbum de estreia, agora num formato íntimo e cru que faz sobressair a escrita desta banda.</p>



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</div>



<p>No registo <strong>ao vivo no NuRecordings Studio</strong>, a banda não está apenas a tocar canções. A música ao vivo tem a particularidade de nos revelar algo que os estúdios convencionais por vezes disfarçam: uma urgência e um encontro entre intérprete e ouvido que é simultaneamente físico e metafísico.</p>



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</div>



<p>Gravar ao vivo em estúdio é um acto de coragem e de generosidade: exige transparência, revela a estrutura íntima das canções e convida o ouvinte a entrar no momento em que elas se fazem. No caso de Motel Plaza, o registo no NuRecordings Studio funciona como uma lente que aumenta as nuances, tornando audível o detalhe das dinâmicas e transformando o som num momento de partilha visceral.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>[New EP] U2 &#8211; Days of Ash EP</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/new-ep-u2-days-of-ash-ep/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Mon, 23 Feb 2026 21:12:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[new single]]></category>
		<category><![CDATA[U2]]></category>
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					<description><![CDATA[Os U2 lançaram um novo EP surpresa chamado Days of Ash, marcando o seu primeiro conjunto de músicas originais desde Songs of Experience (2017) e antecedendo um álbum completo esperado para o final deste ano. O título Days of Ash (“Dias de Cinzas”) refere-se à data de lançamento, Quarta-Feira de Cinzas e a própria coleção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/u2/">U2</a> lançaram um novo EP surpresa chamado <em>Days of Ash</em>, marcando o seu primeiro conjunto de músicas originais desde <em>Songs of Experience</em> (2017) e antecedendo um álbum completo esperado para o final deste ano.</p>



<p>O título <em>Days of Ash</em> (“Dias de Cinzas”) refere-se à data de lançamento, Quarta-Feira de Cinzas e a própria coleção é descrita pela banda como “seis postais do presente… wish we weren’t here”, sublinhando um carácter urgente e reflexivo ligado ao contexto global atual.</p>



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</div>



<p>O EP tem seis faixas que misturam canções e um poema musicalizado, todas com produção de Jacknife Lee e lançadas de surpresa sem aviso prévio. As músicas são uma resposta direta aos acontecimentos sociopolíticos recentes e inspiradas em histórias de pessoas reais que lutam pela liberdade ou foram vítimas de violência política.</p>



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</div>



<p>Em contraste com o tom mais meditativo e às vezes pesado destas faixas, o álbum que se seguirá deverá ter uma sonoridade e temas mais celebratórios, segundo os membros da banda, mostrando um contraste intencional entre a urgência do presente e a visão de futuro que ainda procuram transmitir.</p>



<p><em>Days of Ash</em> destaca-se, portanto, não apenas como música nova dos <strong>U2</strong>, mas como um posicionamento artístico e humanitário numa época marcada por conflitos e desafios globais, reafirmando o compromisso histórico da banda com a reflexão social através da canção.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>[New EP] Cold War Kids &#8211; Push My Luck / All I Ever Need EP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Thu, 19 Feb 2026 09:53:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Cold War Kids]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Cold War Kids editaram recentemente o EP Push My Luck / All I Ever Need, um conjunto de cinco faixas que inclui Push My Luck, All I Ever Need, Hyperempathy, Any Day Now e Meditations que sucede ao seu 10º álbum de originais. Desde os primeiros trabalhos, o grupo californiano construiu uma identidade muito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong><a href="https://www.instagram.com/coldwarkids/">Cold War Kids</a></strong> editaram recentemente o<strong> EP <em>Push My Luck / All I Ever Need</em></strong>, um conjunto de cinco faixas que inclui <em>Push My Luck</em>, <em>All I Ever Need</em>, <em>Hyperempathy</em>, <em>Any Day Now</em> and <em>Meditations</em> que sucede ao seu 10º álbum de originais.</p>



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</div>



<p>Desde os primeiros trabalhos, o grupo californiano construiu uma identidade muito própria dentro do indie rock,  desde o piano nervoso, ao baixo e bateria ritmica e a interpretação quase falada de Nathan Willett, sempre entre confissão e observação social. O EP soa mais próximo, como se as canções já não procurassem afirmar energia, mas compreender desgaste.</p>



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</div>



<p><em>Push My Luck</em> abre nesse registo inquieto, como quem continua a arriscar mesmo sabendo que não controla o resultado. Já <em>All I Ever Need</em> desloca o foco para dentro: reduz a escala e transforma a pergunta em necessidade simples, num contraste que tem sempre definido o grupo ao longo da sua carreira.</p>



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</div>



<p>Depois de anos a escrever sobre personagens e situações externas, aqui os Cold War Kids parecem mais interessados no espaço intermédio das emoções: aquele momento em que já não precisamos de provar nada, apenas perceber o que ainda fica.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>[New Single] Daughtry &#8211; ANTIDOTE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 10 Feb 2026 12:40:15 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
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					<description><![CDATA[Lançada como parte do novo EP Shock to the System (Part Two), ANTIDOTE coloca a banda Daughtry (liderada pelo vocalista Chris Daughtry) num território emocional mais vulnerável e cinematográfico, onde o rock deixa de ser apenas ruído e se torna espelho de conflitos internos que todos partilhamos. Conforme a música avança, a quietude inicial é]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lançada como parte do novo <strong>EP <em>Shock to the System (Part Two)</em></strong>, ANTIDOTE coloca a banda <strong><a href="https://www.instagram.com/daughtry/">Daughtry</a></strong> (liderada pelo vocalista Chris Daughtry) num território emocional mais vulnerável e cinematográfico, onde o rock deixa de ser apenas ruído e se torna espelho de conflitos internos que todos partilhamos.</p>



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</div>



<p>Conforme a música avança, a quietude inicial é confrontada com cordas tensas e guitarras graduais que empurram o tema para fora da zona de conforto, como um lembrete de que enfrentar o “veneno” dentro de nós exige coragem e atenção. </p>



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		<title>[New EP] Clara Mann &#8211; Live In The Royal Albert Hall</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 06 Feb 2026 09:59:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Albums]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem momentos na carreira de um artista em que a música deixa de ser apenas som para se tornar um acto de presença e de partilha profunda. Live in the Royal Albert Hall, o novo EP gravado ao vivo no emblemático Royal Albert Hall, é um desses momentos para Clara Mann. Este projecto reúne três]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem momentos na carreira de um artista em que a música deixa de ser apenas som para se tornar um acto de presença e de partilha profunda. <em>Live in the Royal Albert Hall</em>, o novo <strong>EP gravado ao vivo no emblemático Royal Albert Hall</strong>, é um desses momentos para <a href="https://www.instagram.com/claramannn/">Clara Mann</a>.</p>



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</div>



<p>Este projecto reúne três interpretações ao vivo: “<em>Remember Me (Train Song)</em>”, “<em>500 Miles</em>” e “<em>Oranges</em>” filmadas e gravadas no interior daquele espaço icónico em Londres, mas de uma forma singular: não apenas da frente do palco, mas desde os camarotes, proporcionando uma experiência de proximidade e introspecção que altera a forma como observamos o espectáculo e o acto de ser observado.</p>



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<p>O EP não é apenas uma reprodução fiel das canções; é uma reinterpretacão dessas mesmas músicas. Mann trabalhou com Owen Spafford, enquanto as captações ficaram a cargo de Fabian Prynn e, nessa relação musical de confiança e cumplicidade, as composições ganharam nova vida e significado. A própria artista descreveu este processo como uma renovação da sua conexão com aquele repertório, desejando que essa mesma experiência de redescoberta se estenda a quem ouve.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to]  Zackery &#8211; Do Your Worst</title>
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		<pubdate>Sat, 31 Jan 2026 13:01:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
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		<category><![CDATA[Zackery]]></category>
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					<description><![CDATA[Na voz e nas palavras de Zackery, cantor-compositor e músico indie/alt-pop nascido e criado na província de Manitoba (Canadá), o single Do Your Worst torna-se uma confissão exposta à vista de todos, uma declaração de amor e de dor que pulsa com a honestidade singular de quem coloca o coração na linha de fogo. A]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na voz e nas palavras de <strong>Zackery</strong>, cantor-compositor e músico indie/alt-pop nascido e criado na província de Manitoba (Canadá), o single Do Your Worst torna-se uma confissão exposta à vista de todos, uma declaração de amor e de dor que pulsa com a honestidade singular de quem coloca o coração na linha de fogo. </p>



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<p>A música faz parte do EP <em>Fragments</em> e desde os primeiros versos: “<em>I hate that I&#8217;m still in love, my brain thinks you&#8217;re the only one</em>”, a canção joga com a tensão entre cabeça e coração, entre o que sabemos que deveríamos sentir e aquilo que, visceralmente, continuamos a experimentar. </p>



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		<title>[Worth Listening to] Pedro Ricardo, António Zambujo &#8211; Sem Caminhar Eu Vou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sun, 25 Jan 2026 10:34:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
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		<category><![CDATA[António Zambujo]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedro Ricardo]]></category>
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					<description><![CDATA[A voz serena de António Zambujo, embalada pela mão cuidadosa do compositor e produtor Pedro Ricardo, dá forma a uma canção que parece respirar calmamente como se fosse uma estrada marcada pelo tempo. “Sem Caminhar Eu Vou” nasce na interseção entre a tradição e a modernidade, entre a música popular portuguesa e os laivos da]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A voz serena de <strong><a href="https://www.instagram.com/antonio.zambujo/">António Zambujo</a></strong>, embalada pela mão cuidadosa do compositor e produtor <strong><a href="https://www.instagram.com/pedroricardomusica/">Pedro Ricardo</a></strong>, dá forma a uma canção que parece respirar calmamente como se fosse uma estrada marcada pelo tempo. <strong>“Sem Caminhar Eu Vou”</strong> nasce na interseção entre a tradição e a modernidade, entre a música popular portuguesa e os laivos da canção brasileira que tanto inspirou o seu autor.</p>



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<p>Pedro Ricardo, cujo percurso já se aventurou por territórios electrónicos (DJ) e jazzísticos, escolheu agora a simplicidade de uma guitarra acústica e a intimidade da letra em português. Ao envolver Zambujo, cuja interpretação é pedaço de fado, de cante alentejano e de canção lírica contemporânea, a faixa ganha uma densidade emotiva que vai além do mero som e entra na alma do ouvinte.</p>



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<p>Este projeto sucede a “Sopram Bons Ventos” e para além do <em>single</em> “Sem Caminhar eu Vou”, foi para já disponibilizado um EP homónimo.</p>



<p>Em fevereiro, será editado o <em>single</em> “Oxalá Cante com Tempo”, por Ana Margarida Prado, seguindo-se o EP homónimo, no dia 06 de março e o álbum que juntará os dois EP&#8217;s no final de março.</p>


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