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	<title>New EP</title>
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	<item>
		<title>[Worth Listening to] Bahena &#8211; Running Out of Time</title>
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		<pubdate>Wed, 24 Jun 2026 09:30:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Bahena continuam a afirmar-se como uma das propostas emergentes mais interessantes da nova pop alternativa norte-americana. Regressam agora com “Running Out of Time”, um tema enérgico que reforça a sua capacidade de transformar experiências aparentemente simples em canções com uma roupagem universal. À primeira audição, surge como uma canção leve, construída em torno de]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/bahenamusic/">Bahena</a> continuam a afirmar-se como uma das propostas emergentes mais interessantes da nova pop alternativa norte-americana. Regressam agora com “Running Out of Time”, um tema enérgico que reforça a sua capacidade de transformar experiências aparentemente simples em canções com uma roupagem universal.</p>



<p>À primeira audição, surge como uma canção leve, construída em torno de um encontro inesperado. Uma pessoa atravessa uma sala. Existe curiosidade, atração e a sensação familiar de que algo importante pode estar prestes a acontecer. Mas os Bahena utilizam esse cenário apenas como ponto de partida para uma reflexão mais ampla sobre o tempo e as oportunidades que surgem nas nossas vidas.</p>



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<p>A frase que atravessa toda a música é clara: “We’re running out of time to let it go to waste.” Curiosamente, a canção não fala do tempo como uma ameaça. Não existe aqui o medo do envelhecimento nem a ansiedade perante um futuro incerto. O que os Bahena parecem questionar é algo muito mais próximo da experiência humana comum: quantas vezes deixamos escapar possibilidades importantes porque continuamos à espera da certeza absoluta?</p>



<p>Ao longo da vida habituamo-nos a acreditar que as decisões mais importantes serão acompanhadas de enorme clareza. Como se fosse possível conhecer o destino antes de iniciar o caminho. Mas as experiências que acabam por transformar quem somos raramente chegam dessa forma. Surgem através de encontros improváveis, conversas inesperadas e pessoas que começam discretamente a ocupar um espaço cada vez maior dentro da nossa história.</p>



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</div>



<p>É precisamente essa tensão que atravessa “Running Out of Time”. Por um lado, ouvimos alguém afirmar repetidamente que apenas se quer divertir. Por outro, percebemos que essa aparente leveza esconde algo mais difícil de ignorar: que aquela pessoa possa ocupar um lugar muito mais importante do que imaginava.</p>



<p>Talvez seja precisamente aí que a canção encontra a sua força. Não na promessa de um futuro perfeito, mas na consciência de que algumas oportunidades só revelam verdadeiramente o seu significado quando decidimos vivê-las.</p>



<p>O verdadeiro significado de “Running Out of Time” parece viver precisamente nesse espaço. Não no medo de que o tempo acabe, mas no reconhecimento de que algumas das coisas mais importantes da nossa vida não pedem garantias absolutas. Pedem apenas a coragem de deixar de as observar à distância e começar finalmente a vivê-las. Porque, por vezes, o verdadeiro risco não está na decisão que tomamos, mas no tempo que passamos à espera de resolver os nossos demónios, até percebermos que existem momentos em que apenas nós podemos alterar o rumo da nossa própria história.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Noah Gundersen &#8211; Circles (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 01 May 2026 08:46:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Acoustic]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[“Circles (Live)” não surge como um lançamento novo de Noah Gundersen, mas como uma dessas canções que revelam o que a música dele realmente é quando tudo é reduzido ao essencial. Nesta versão ao vivo de “Circles” existe uma contenção muito clara na forma como ele canta, nada é exagerado, nada é empurrado para um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Circles (Live)” não surge como um lançamento novo de <a href="https://www.instagram.com/noahgundersen/">Noah Gundersen</a>, mas como uma dessas canções que revelam o que a música dele realmente é quando tudo é reduzido ao essencial. </p>



<p>Nesta versão ao vivo de “Circles”  existe uma contenção muito clara na forma como ele canta, nada é exagerado, nada é empurrado para um clímax e isso faz com que cada palavra fique mais exposta, mais difícil de ignorar.</p>



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</div>



<p>Há uma ideia recorrente no trabalho de Gundersen: relações, fé, identidade, tudo tratado não como respostas, mas como questões em aberto, muitas vezes ligadas a experiências pessoais e períodos de conflito emocional . E “Circles” encaixa naturalmente nesse território, não como uma história fechada, mas como um estado contínuo.</p>



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</div>



<p>O que esta versão ao vivo faz é retirar qualquer distância entre a música e esse estado. No fundo, “Circles (Live)” não é sobre sair de um ciclo. É sobre perceber o quanto ele ainda está ativo, mesmo quando já tens consciência dele e da necessidade da sua transformação.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Eel Men &#8211; Glass Hammers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sat, 18 Apr 2026 08:03:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Eel Men são uma das bandas mais interessantes a emergir da cena londrina recente e, depois do disco de estreia Stop It! Do Something, editado em 2025, preparam agora o lançamento do novo EP Glass Hammers, com edição marcada para 15 de maio. O single “Glass Hammers” apresenta desde logo uma evolução no som]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/eelmen_ldn/">Eel Men</a> são uma das bandas mais interessantes a emergir da cena londrina recente e, depois do disco de estreia <em>Stop It! Do Something</em>, editado em 2025, preparam agora o lançamento do novo EP <em>Glass Hammers</em>, com edição marcada para 15 de maio.</p>



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</div>



<p>O single “Glass Hammers” apresenta desde logo uma evolução no som da banda, afastando-se de uma abordagem mais rígida e centrada na tensão imediata para um registo mais aberto, mais rítmico e menos dependente da pressão constante que definia o trabalho anterior</p>



<p>Liricamente, “Glass Hammers” aponta para uma sensação de desgaste contemporâneo, descrita pela própria banda como uma “decline in human competence”, marcada por excesso de escolha, distração constante e uma crescente desconexão entre pensamento e ação</p>



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<p>Foto: Margarite DuTeau</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] Mouth Ulcers &#8211; Closer To You</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 17 Apr 2026 09:09:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Mouth Ulcers são uma das mais recentes emergências do circuito pós-punk londrino, formados em 2025. Em pouco tempo, a banda passou de estreia em palco para salas esgotadas e atenção da BBC 6 Music, afirmando-se com um som que revisita a herança de nomes como Joy Division, The Cure ou Bauhaus, mas com uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/mouth.ulcers/"><strong>Mouth Ulcers</strong> </a>são uma das mais recentes emergências do circuito pós-punk londrino, formados em 2025. Em pouco tempo, a banda passou de estreia em palco para salas esgotadas e atenção da BBC 6 Music, afirmando-se com um som que revisita a herança de nomes como Joy Division, The Cure ou Bauhaus, mas com uma urgência contemporânea.</p>



<p>“Closer To You” surge como um dos temas centrais do EP de estreia <strong>Silent Pictures</strong>, com lançamento previsto para 10 de julho de 2026 via LAB Records, depois do primeiro avanço “Prevail”.</p>



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</div>



<p>A faixa mergulha diretamente numa obsessão emocional difícil de conter. A própria banda descreve-a como uma atração inevitável por alguém, uma entrega total à sua presença, enquanto se tenta, sem grande sucesso, manter algum controlo sobre si próprio.</p>



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</div>



<p>Musicalmente, “Closer To You” constrói-se sobre linhas de baixo melódicas e hipnóticas, guitarras tensas e uma voz grave que ecoa num espaço quase cavernoso. Há uma sensação constante de tensão contida, como se a música estivesse sempre prestes a romper, mas nunca o fizesse completamente. </p>



<p>É nesse equilíbrio entre desejo e perda de controlo que a canção ganha força. Não há redenção clara, nem distância crítica. Apenas proximidade, demasiada proximidade. </p>



<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] MOTEL PLAZA &#8211; Ao vivo no NuRecordings Studio</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/worth-listening-to-motel-plaza-ao-vivo-no-nurecordings-studio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 24 Feb 2026 19:45:35 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
		<category><![CDATA[Live Session]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Live album]]></category>
		<category><![CDATA[live performance]]></category>
		<category><![CDATA[MOTEL PLAZA]]></category>
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					<description><![CDATA[MOTEL PLAZA é um colectivo de indie rock nascido em Lisboa:Tiago Plutão na voz, João Sousa nos teclados, Frederico Carvalho no baixo e João Pedroso na bateria que lançaram agora um EP ao vivo com 6 faixas, onde dão uma nova vida a cinco faixas do álbum de estreia, agora num formato íntimo e cru]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/motelplazaoficial/">MOTEL PLAZA</a> é um colectivo de indie rock nascido em Lisboa:Tiago Plutão na voz, João Sousa nos teclados, Frederico Carvalho no baixo e João Pedroso na bateria que lançaram agora um EP ao vivo com 6 faixas, onde dão uma nova vida a cinco faixas do álbum de estreia, agora num formato íntimo e cru que faz sobressair a escrita desta banda.</p>



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</div>



<p>No registo <strong>ao vivo no NuRecordings Studio</strong>, a banda não está apenas a tocar canções. A música ao vivo tem a particularidade de nos revelar algo que os estúdios convencionais por vezes disfarçam: uma urgência e um encontro entre intérprete e ouvido que é simultaneamente físico e metafísico.</p>



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</div>



<p>Gravar ao vivo em estúdio é um acto de coragem e de generosidade: exige transparência, revela a estrutura íntima das canções e convida o ouvinte a entrar no momento em que elas se fazem. No caso de Motel Plaza, o registo no NuRecordings Studio funciona como uma lente que aumenta as nuances, tornando audível o detalhe das dinâmicas e transformando o som num momento de partilha visceral.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>[New EP] U2 &#8211; Days of Ash EP</title>
		<link>https://www.ecletismomusical.pt/en/new-ep-u2-days-of-ash-ep/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Mon, 23 Feb 2026 21:12:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[new single]]></category>
		<category><![CDATA[U2]]></category>
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					<description><![CDATA[Os U2 lançaram um novo EP surpresa chamado Days of Ash, marcando o seu primeiro conjunto de músicas originais desde Songs of Experience (2017) e antecedendo um álbum completo esperado para o final deste ano. O título Days of Ash (“Dias de Cinzas”) refere-se à data de lançamento, Quarta-Feira de Cinzas e a própria coleção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="https://www.instagram.com/u2/">U2</a> lançaram um novo EP surpresa chamado <em>Days of Ash</em>, marcando o seu primeiro conjunto de músicas originais desde <em>Songs of Experience</em> (2017) e antecedendo um álbum completo esperado para o final deste ano.</p>



<p>O título <em>Days of Ash</em> (“Dias de Cinzas”) refere-se à data de lançamento, Quarta-Feira de Cinzas e a própria coleção é descrita pela banda como “seis postais do presente… wish we weren’t here”, sublinhando um carácter urgente e reflexivo ligado ao contexto global atual.</p>



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</div>



<p>O EP tem seis faixas que misturam canções e um poema musicalizado, todas com produção de Jacknife Lee e lançadas de surpresa sem aviso prévio. As músicas são uma resposta direta aos acontecimentos sociopolíticos recentes e inspiradas em histórias de pessoas reais que lutam pela liberdade ou foram vítimas de violência política.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div>



<p>Em contraste com o tom mais meditativo e às vezes pesado destas faixas, o álbum que se seguirá deverá ter uma sonoridade e temas mais celebratórios, segundo os membros da banda, mostrando um contraste intencional entre a urgência do presente e a visão de futuro que ainda procuram transmitir.</p>



<p><em>Days of Ash</em> destaca-se, portanto, não apenas como música nova dos <strong>U2</strong>, mas como um posicionamento artístico e humanitário numa época marcada por conflitos e desafios globais, reafirmando o compromisso histórico da banda com a reflexão social através da canção.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>[New EP] Cold War Kids &#8211; Push My Luck / All I Ever Need EP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Thu, 19 Feb 2026 09:53:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Cold War Kids]]></category>
		<category><![CDATA[new single]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Cold War Kids editaram recentemente o EP Push My Luck / All I Ever Need, um conjunto de cinco faixas que inclui Push My Luck, All I Ever Need, Hyperempathy, Any Day Now e Meditations que sucede ao seu 10º álbum de originais. Desde os primeiros trabalhos, o grupo californiano construiu uma identidade muito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong><a href="https://www.instagram.com/coldwarkids/">Cold War Kids</a></strong> editaram recentemente o<strong> EP <em>Push My Luck / All I Ever Need</em></strong>, um conjunto de cinco faixas que inclui <em>Push My Luck</em>, <em>All I Ever Need</em>, <em>Hyperempathy</em>, <em>Any Day Now</em> and <em>Meditations</em> que sucede ao seu 10º álbum de originais.</p>



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</div>



<p>Desde os primeiros trabalhos, o grupo californiano construiu uma identidade muito própria dentro do indie rock,  desde o piano nervoso, ao baixo e bateria ritmica e a interpretação quase falada de Nathan Willett, sempre entre confissão e observação social. O EP soa mais próximo, como se as canções já não procurassem afirmar energia, mas compreender desgaste.</p>



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</div>



<p><em>Push My Luck</em> abre nesse registo inquieto, como quem continua a arriscar mesmo sabendo que não controla o resultado. Já <em>All I Ever Need</em> desloca o foco para dentro: reduz a escala e transforma a pergunta em necessidade simples, num contraste que tem sempre definido o grupo ao longo da sua carreira.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div>



<p>Depois de anos a escrever sobre personagens e situações externas, aqui os Cold War Kids parecem mais interessados no espaço intermédio das emoções: aquele momento em que já não precisamos de provar nada, apenas perceber o que ainda fica.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>[New Single] Daughtry &#8211; ANTIDOTE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Tue, 10 Feb 2026 12:40:15 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Daughtry]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
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					<description><![CDATA[Lançada como parte do novo EP Shock to the System (Part Two), ANTIDOTE coloca a banda Daughtry (liderada pelo vocalista Chris Daughtry) num território emocional mais vulnerável e cinematográfico, onde o rock deixa de ser apenas ruído e se torna espelho de conflitos internos que todos partilhamos. Conforme a música avança, a quietude inicial é]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lançada como parte do novo <strong>EP <em>Shock to the System (Part Two)</em></strong>, ANTIDOTE coloca a banda <strong><a href="https://www.instagram.com/daughtry/">Daughtry</a></strong> (liderada pelo vocalista Chris Daughtry) num território emocional mais vulnerável e cinematográfico, onde o rock deixa de ser apenas ruído e se torna espelho de conflitos internos que todos partilhamos.</p>



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<p>Conforme a música avança, a quietude inicial é confrontada com cordas tensas e guitarras graduais que empurram o tema para fora da zona de conforto, como um lembrete de que enfrentar o “veneno” dentro de nós exige coragem e atenção. </p>



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		<title>[New EP] Clara Mann &#8211; Live In The Royal Albert Hall</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Fri, 06 Feb 2026 09:59:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Albums]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
		<category><![CDATA[Live Session]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Clara Mann]]></category>
		<category><![CDATA[live performance]]></category>
		<category><![CDATA[worth listening to]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem momentos na carreira de um artista em que a música deixa de ser apenas som para se tornar um acto de presença e de partilha profunda. Live in the Royal Albert Hall, o novo EP gravado ao vivo no emblemático Royal Albert Hall, é um desses momentos para Clara Mann. Este projecto reúne três]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem momentos na carreira de um artista em que a música deixa de ser apenas som para se tornar um acto de presença e de partilha profunda. <em>Live in the Royal Albert Hall</em>, o novo <strong>EP gravado ao vivo no emblemático Royal Albert Hall</strong>, é um desses momentos para <a href="https://www.instagram.com/claramannn/">Clara Mann</a>.</p>



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<p>Este projecto reúne três interpretações ao vivo: “<em>Remember Me (Train Song)</em>”, “<em>500 Miles</em>” e “<em>Oranges</em>” filmadas e gravadas no interior daquele espaço icónico em Londres, mas de uma forma singular: não apenas da frente do palco, mas desde os camarotes, proporcionando uma experiência de proximidade e introspecção que altera a forma como observamos o espectáculo e o acto de ser observado.</p>



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<p>O EP não é apenas uma reprodução fiel das canções; é uma reinterpretacão dessas mesmas músicas. Mann trabalhou com Owen Spafford, enquanto as captações ficaram a cargo de Fabian Prynn e, nessa relação musical de confiança e cumplicidade, as composições ganharam nova vida e significado. A própria artista descreveu este processo como uma renovação da sua conexão com aquele repertório, desejando que essa mesma experiência de redescoberta se estenda a quem ouve.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to]  Zackery &#8211; Do Your Worst</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubdate>Sat, 31 Jan 2026 13:01:00 +0000</pubdate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New EP]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[new single]]></category>
		<category><![CDATA[worth listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Zackery]]></category>
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					<description><![CDATA[Na voz e nas palavras de Zackery, cantor-compositor e músico indie/alt-pop nascido e criado na província de Manitoba (Canadá), o single Do Your Worst torna-se uma confissão exposta à vista de todos, uma declaração de amor e de dor que pulsa com a honestidade singular de quem coloca o coração na linha de fogo. A]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na voz e nas palavras de <strong>Zackery</strong>, cantor-compositor e músico indie/alt-pop nascido e criado na província de Manitoba (Canadá), o single Do Your Worst torna-se uma confissão exposta à vista de todos, uma declaração de amor e de dor que pulsa com a honestidade singular de quem coloca o coração na linha de fogo. </p>



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<p>A música faz parte do EP <em>Fragments</em> e desde os primeiros versos: “<em>I hate that I&#8217;m still in love, my brain thinks you&#8217;re the only one</em>”, a canção joga com a tensão entre cabeça e coração, entre o que sabemos que deveríamos sentir e aquilo que, visceralmente, continuamos a experimentar. </p>



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