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	<title>SAL</title>
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		<title>[Worth Listening to] SAL &#8211; A Viagem Vai a Meio</title>
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		<pubdate>Wed, 26 Nov 2025 10:23:00 +0000</pubdate>
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					<description><![CDATA[Com o fim de um dos melhores projetos da música portuguesa: os Diabo na Cruz, foi em plena pandemia que, cinco músicos, decidiram que a música não podia esperar. Mesmo num tempo em que tudo gritava para ficarmos quietos, eles queriam palco, stage-diving, abraços e acabaram por enfiar-se numa garagem para escrever canções à sombra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o fim de um dos melhores projetos da música portuguesa: os Diabo na Cruz, foi em plena pandemia que, cinco músicos, decidiram que a música não podia esperar. Mesmo num tempo em que tudo gritava para ficarmos quietos, eles queriam palco, stage-diving, abraços e acabaram por enfiar-se numa garagem para escrever canções à sombra da urgência. </p>



<p>Nasceu o som de <a href="https://www.instagram.com/salnasredes/">SAL</a>, com “Passo Forte” como chamamento e temas como “Não Vale Chorar”, “Morrer” ou “Fim do Mundo” a traduzirem não apenas um mundo em mudança, mas sobretudo um grupo em transformação.</p>



<p>A génese e o som da banda está intimamente ligada aos<strong> Diabo na Cruz</strong>. Três dos elementos de SAL: Sérgio Pires (voz e viola braguesa), João Pinheiro (bateria) e João Gil (baixo) após o anúncio do fim dos Diabo na Cruz em 2019, decidiram continuar juntos com um novo nome e nova energia. A essa base somaram-se Daniel Mestre na guitarra e Vicente Santos nos teclados, completando o alinhamento que daria vida a SAL.</p>



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<p>O novo álbum, intitulado <strong>“A Viagem Vai a Meio”</strong>, surge em 2025 com o orgulho de quem já percorreu estrada suficiente para perceber que a vida não está nem a começar nem a terminar: está a meio. O convite que fazem ao ouvinte é duplo: de um lado abrir o coração, do outro recusar as fórmulas fáceis. Em tempos dominados por algoritmos, por músicas pensadas para entrar nos “tops”, por vozes e sons cada vez mais geridos por inteligência artificial, SAL escolhem o caminho do humano, do imperfeito, da estrada e da palavra que ainda hesita.</p>



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<p>Musicalmente, SAL mantêm uma matriz rock, contagiante e viva, mas com raízes que se estendem às sonoridades populares portuguesas. A presença da viola braguesa, dos bombos ou de percussões tradicionais confere uma textura que faz da identidade da banda algo vincado.</p>



<p>Um álbum que merece audição &#8220;à antiga&#8221;, do princípio ao fim, como se de um concerto se tratasse. E claro, tal como os Diabo na Cruz conseguiam, a especial chama dos SAL está nas suas apresentações ao vivo.</p>]]></content:encoded>
					
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