{"id":3526,"date":"2018-11-05T13:01:53","date_gmt":"2018-11-05T13:01:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/?p=3526"},"modified":"2018-11-05T13:01:53","modified_gmt":"2018-11-05T13:01:53","slug":"entrevista-diabo-na-cruz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/en\/entrevista-diabo-na-cruz\/","title":{"rendered":"[Interview] Devil on the Cross"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\">Os <a href=\"http:\/\/pt-br.facebook.com\/diabonacruz\"><strong>Diabo na Cruz<\/strong><\/a>, um dos mais interessantes projetos da m\u00fasica portuguesa, lan\u00e7aram recentemente o seu 4\u00ba \u00e1lbum de originais &#8211;\u00a0<strong>&#8220;Lebre&#8221;<\/strong>, que entrou inclusivamente para o n\u00famero um do top nacional de vendas. O <strong>Musical Eclecticism<\/strong> falou com <strong>Jorge Cruz<\/strong>, o mentor do projeto e ficou a conhecer mais sobre a hist\u00f3ria dos Diabo na Cruz e, paralelamente, sobre a forma como Jorge Cruz vive a vida e a m\u00fasica (at\u00e9 hoje, foi o artista que apresentou o seu &#8220;Festival de sonho&#8221; mais completo, e que, s\u00f3 por si, j\u00e1 justifica a leitura da entrevista!). Donos de uma energia especial em palco e capazes de verdadeiros momentos de comunh\u00e3o com a plateia, os concertos dos Coliseus <strong>(15 de Novembro, Lisboa e 22 de Novembro, Porto<\/strong>), ser\u00e3o naturalmente imperd\u00edveis!<\/span><\/p>\n<p><img class=\"alignnone size-full wp-image-3532\" src=\"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/3.-Diabo-na-Cruz@Joana-Linda.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/3.-Diabo-na-Cruz@Joana-Linda.jpg 800w, https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/3.-Diabo-na-Cruz@Joana-Linda-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/3.-Diabo-na-Cruz@Joana-Linda-768x512.jpg 768w\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><b>EM: Quatro anos depois do \u00faltimo \u00e1lbum de originais, a \u00abLebre\u00bb \u00e9 uma met\u00e1fora para a efervesc\u00eancia e vitalidade dos Diabo na Cruz, a que o manifesto inicial \u201cForte\u201d, parece dar o mote?<\/b><u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Jorge Cruz:<\/strong> A Lebre \u00e9 uma met\u00e1fora que pode ser interpretada de v\u00e1rias maneiras. Eu gosto de v\u00ea-la como um animal fugidio e sobreavisado, sempre em perigo de ser ca\u00e7ado, por exemplo. Mas, sinceramente, acho prefer\u00edvel n\u00e3o explorar demasiado certos mist\u00e9rios, dado que s\u00e3o parte importante do que justifica a nossa obra: a constante busca por respostas nebulosas para perguntas que teimam em apoquentar-nos.<b>\u00a0<\/b><\/span><\/p>\n<p><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fAtgn29vWWQ\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><b>EM: Podemos dizer que em \u00abLebre\u00bb, a banda \u201cde interven\u00e7\u00e3o\u201d (depois da cr\u00edtica social aos ambientes urbanos que marcava o anterior \u00e1lbum), faz uma viagem e um apelo ao regresso aos valores b\u00e1sicos, \u00e0s ra\u00edzes e como que a um conforto de perten\u00e7a que se tem vindo a perder?<\/b><u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Jorge Cruz:<\/strong> Concordo que fazemos viagens, espero que n\u00e3o fa\u00e7amos apelos e nego que sejamos uma banda \u201cde interven\u00e7\u00e3o\u201d. Fa\u00e7o-o em homenagem a artistas como Jos\u00e9 Afonso, ou mesmo Bob Dylan, que ainda s\u00e3o vistos por algumas pessoas como cantores \u201cde interven\u00e7\u00e3o\u201d, quando se tratam de artistas maiores, ao n\u00edvel de Picasso, Faulkner ou Stravinsky. A arte \u00e9 uma viagem que pode ser objecto de m\u00faltiplas interpreta\u00e7\u00f5es. E toda a arte \u00e9 interven\u00e7\u00e3o. Agora, a m\u00fasica de \u201cinterven\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 um termo pejorativo que menoriza alguma arte maior e acaba por elogiar demasiado um teatro pol\u00edtico quase sempre pobre, manipulador e desinteressante.<u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\">Regressando \u00e0 ideia de viagem, diria que sim, uma parte deste disco \u00e9 dedicado ao vasculhar de ra\u00edzes pessoais e existenciais e de uma certa d\u00favida de perten\u00e7a, mais do que de verdadeiro conforto.<u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><b>EM: Corremos o risco de, ao perder (ou renegar) as nossas origens, perdermos o que verdadeiramente somos e nos perdermos entre \u201cemojis\u201d e aliena\u00e7\u00f5es sociais?<\/b><u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Jorge Cruz:<\/strong> Acho que esse risco j\u00e1 foi maior. Entretanto, muitas coisas t\u00eam sido \u201cinscritas\u201d, como diria o Jos\u00e9 Gil, e as nossas variad\u00edssimas origens, tais como os emojis e outras refer\u00eancias da sociedade em movimento, j\u00e1 fazem parte do caldeir\u00e3o de viv\u00eancias e de refer\u00eancias onde \u00e9 poss\u00edvel roubar colheradas para o discurso art\u00edstico presente.<\/span><\/p>\n<p><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mrJU0FVTOy0\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><b>EM: Em \u201cMalh\u00e3o 3.0\u201d, existe quem queira bailar e ver as luzes da pra\u00e7a. Precisamos de uma \u201crebeli\u00e3o de febre\u201d?<\/b><u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Jorge Cruz:<\/strong> N\u00e3o sei se precisamos ou do que precisamos. Rebeli\u00e3o de febre foi apenas uma express\u00e3o que encontr\u00e1mos para descrever aquilo que n\u00f3s, enquanto banda, fomos tendo para oferecer ao longo de quase uma d\u00e9cada de concertos. Rebeli\u00e3o de febre. Malh\u00e3o 3.0. Bombos, suor e l\u00e1grimas.<\/span><u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><u><\/u><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>EM:\u00a0<u><\/u>Ser\u00e1 precisamente por esta aus\u00eancia de \u201ccasa\u201d que se vive um pouco por todo o lado (decorrente em parte da massifica\u00e7\u00e3o da Internet m\u00f3vel) que a Portugalidade passou a ser novamente valorizada e \u00e9 poss\u00edvel ter m\u00fasica portuguesa a encher espa\u00e7os e a ser ouvida em todos os formatos, ao contr\u00e1rio do que acontecia na primeira metade dos anos 2000?\u00a0<\/strong><u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Jorge Cruz:<\/strong> N\u00e3o creio. Julgo que por variadas raz\u00f5es, que v\u00e3o para al\u00e9m da tecnologia e da globaliza\u00e7\u00e3o, a nossa sociedade se foi modificando pouco a pouco por forma a acomodar melhor as suas pr\u00f3prias caracter\u00edsticas, com menos grau de conflito interno com o seu conceito de si mesma. N\u00e3o que isso seja, ou possa vir a ser, uma quest\u00e3o resolvida. Nesta altura, a tal \u201cportugalidade\u201d at\u00e9 se assemelha mais a uma comodidade valiosa com tend\u00eancia a ser servida enlatada para caber melhor em malas de turistas.<\/span><\/p>\n<p><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/P48CG2v3gME\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><b>EM: Sem tocar ao vivo h\u00e1 mais de dois anos, o \u00e1lbum \u201cDiabo na Cruz Ao Vivo\u201d (Mar\u00e7o 2018) representa o fecho de um ciclo ou o regresso aos palcos vai manter a mesma roupagem? Ainda h\u00e1 como inovar no conceito da \u201cexperi\u00eancia\u201d que \u00e9 um concerto ou basta sentir?<\/b><u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Jorge Cruz:<\/strong> O \u201cDiabo Ao Vivo\u201d \u00e9 um testemunho e uma prova de algo que existiu e ficou registado. Diabo na Cruz no pico da sua rela\u00e7\u00e3o com um p\u00fablico apaixonado, a resolver um assunto, a concluir uma ideia, e a tornar um sonho em experi\u00eancia palp\u00e1vel. O regresso, penso que, acima de tudo, ser\u00e1 um regresso. Enquanto concerto ainda n\u00e3o consigo prever o que ir\u00e1 acontecer.<\/span><u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><u><\/u><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><b>EM: A prop\u00f3sito, qual consideras ser o \u00abestado d\u2019arte\u00bb da m\u00fasica feita em Portugal?<\/b><u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Jorge Cruz:<\/strong> Parece-me um estado de maior liberdade e menor timidez comparativamente com h\u00e1 alguns anos atr\u00e1s. Existem mais refer\u00eancias e h\u00e1 maior diversidade. A originalidade \u00e9 mais premiada do que era antes e aparece, vinda daqui e dali, sem causar grande surpresa. E as novas figuras n\u00e3o est\u00e3o t\u00e3o preocupadas em enquadrar-se em paradigmas previamente existentes. Est\u00e3o mais interessadas em ser elas pr\u00f3prias, o que \u00e9 saud\u00e1vel e inspirador.<\/span><\/p>\n<p><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LdkoODNXo5o\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><b>EM: Que nomes colocavas no teu \u201cFestival Ideal\u201d? (Vivos ou n\u00e3o)<\/b><u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Jorge Cruz:<\/strong> Ora bem\u2026 isto j\u00e1 \u00e9 um assunto mais s\u00e9rio, portanto, justifica uma resposta extensa. Ent\u00e3o, no meu festival Ideal haveria uma m\u00e1quina do tempo e poder\u00edamos ver a Billie Holliday dos anos 40, a Am\u00e1lia Rodrigues dos anos 50, o James Brown do Apollo em 62, o John Coltrane do Village Vanguard em 64, a Nina Simone progressista de 65, o Dylan do Royal Albert Hall em 66,\u00a0 o Jimi Hendrix e o Otis Redding do Monterey em 67, o Johnny Cash da Folsom Prison em 68, os Led Zeppelin de 69, os Doors do Absolutely Live em 70, os Pink Floyd de 1975, o Zeca numa cooperativa com o Janita e o Vitorino no fim dos 70\u2019s, o Iggy Pop do Lust For Life, a Kate Bush na sua \u00fanica tour em 79, os The Clash de 1980, o Tom Waits do Raindogs em \u201985, os Smiths de 86, os Pearl Jam da primeira tour em 1991, os Rage Against The Machine de 1996, a Bjork da Post Tour em \u00b497 e os Radiohead do mesmo ano, os Zen de 1998, os Gaiteiros de Lisboa do Dan\u00e7a-Chamas em 2000, os Strokes de 2001, os Daft Punk da Alive tour em 2007, a Joanna Newsom de 2010, a Beyonc\u00e9 de 2014 e os Diabo na Cruz de 2015.<\/span><u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><u><\/u><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><b>EM: Se tivesses que identificar os 5 melhores \u00e1lbuns de sempre, qual era a tua escolha? E porqu\u00ea?<\/b><u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\">Jorge Cruz: Mais uma vez, uma pergunta para levar realmente a s\u00e9rio! A minha resposta de hoje seria:<u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Bob Dylan<\/strong> &#8211; Time Out Of Mind<br \/>\n<img class=\"alignnone wp-image-3527\" src=\"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir.jpg\" alt=\"\" width=\"193\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir.jpg 220w, https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir-150x150.jpg 150w\" \/><br \/>\n<u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>John Coltrane<\/strong> &#8211; A Love Supreme<br \/>\n<img class=\"alignnone wp-image-3528\" src=\"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir-1.jpg\" alt=\"\" width=\"193\" height=\"181\" \/><br \/>\n<u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Bruce Springsteen<\/strong> &#8211; Born To Run<br \/>\n<img class=\"alignnone wp-image-3529\" src=\"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir-2.jpg\" alt=\"\" width=\"193\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir-2.jpg 225w, https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir-2-150x150.jpg 150w\" \/><br \/>\n<u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Fausto<\/strong> &#8211; Por Este Rio Acima<br \/>\n<img class=\"alignnone wp-image-3530\" src=\"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir-3.jpg\" alt=\"\" width=\"193\" height=\"152\" \/><br \/>\n<u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>The Beatles<\/strong> &#8211; Abbey Road<\/span><u><\/u><u><\/u><\/p>\n<p><img class=\"alignnone wp-image-3531\" src=\"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir-4.jpg\" alt=\"\" width=\"193\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir-4.jpg 225w, https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/transferir-4-150x150.jpg 150w\" \/><\/p>\n<p><u><\/u><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\">\u00a0<u><\/u>Mas em vez de explicar porqu\u00ea, prefiro listar men\u00e7\u00f5es honrosas: I\u2019m Your Man, Dark Side Of The Moon, Cantigas do Maio, Kind Of Blue, The Queen Is Dead, Nevermind, Kid A, Coisas Do Arco Da Velha, This Years Model, Astral Weeks, Mule Variations, Todos Os Dias, The Bill Evans &amp; Tony Bennet Album e por a\u00ed fora\u2026<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><b>EM: Quais s\u00e3o os vossos planos para os pr\u00f3ximos meses? Por onde ir\u00e3o andar?<\/b><u><\/u><u><\/u><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><strong>Jorge Cruz:<\/strong> Do dia 23 de Novembro ao dia 24 de Abril espero andar por casa a cuidar dos meus e da minha sa\u00fade, e a escrever o m\u00e1ximo que conseguir. A partir do Dia da Liberdade, \u00e9 poss\u00edvel que os Diabo Na Cruz sejam libertados para come\u00e7ar uma tour de Primavera\/Ver\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\">Agradecimentos:<\/span><\/strong><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\">Obrigado ao Jorge Cruz e desejo de muitos sucessos para os Diabo na Cruz!<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\"><a href=\"http:\/\/www.produtoresassociados.com\">Produtores Associados<\/a><\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif\">Fotos: <a href=\"http:\/\/joanalinda.tumblr.com\/\">Joana Linda<\/a><\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os Diabo na Cruz, um dos mais interessantes projetos da m\u00fasica portuguesa, lan\u00e7aram recentemente o seu 4\u00ba \u00e1lbum de originais &#8211;\u00a0&#8220;Lebre&#8221;, que entrou inclusivamente para o n\u00famero um do top nacional de vendas. 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