{"id":793,"date":"2007-07-04T11:01:00","date_gmt":"2007-07-04T11:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ecletismomusical.pt\/super-arcade-fire\/"},"modified":"2007-07-04T11:01:00","modified_gmt":"2007-07-04T11:01:00","slug":"super-arcade-fire","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/en\/super-arcade-fire\/","title":{"rendered":"Super (Arcade) Fire!"},"content":{"rendered":"<div><a href=\"http:\/\/www.arcadefire.com\/\"><img height=\"338\" src=\"http:\/\/www.zigzaglive.com\/live\/wp-content\/uploads\/2006\/06\/cs-ArcadeFire20-Atlanta12605.JPG\" width=\"504\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-family:arial\"><strong><a href=\"http:\/\/www.superbock.pt\/SuperMusic\/SBSR\/\">Super Bock Super Rock: Act II<\/a> &#8211; Day 1<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size:85%\">O imp\u00e9rio da <em>indie<\/em> aterrou no Super Bock. A tribo <em>indie<\/em> esteve presente em grande n\u00famero para o primeiro dia do <strong>Act II do SBSR<\/strong>. Um dia marcado pelo impressionante n\u00famero de bons concertos.<\/p>\n<p><strong>The Gift<\/strong> \u2013 Foram, em termos pr\u00e1ticos, os primeiros em palco. Uma actua\u00e7\u00e3o prejudicada, desde logo, pela hora (come\u00e7ar a actuar \u00e0s 18h30m em dia de trabalho, n\u00e3o permite que muita gente possa estar presente). Depois, em Festivais com este cartaz, o entusiasmo do p\u00fablico dirige-se, como \u00e9 natural, para as \u201catrac\u00e7\u00f5es internacionais\u201d. Pese embora estas condicionantes, os <strong>The Gift<\/strong> deram mais uma li\u00e7\u00e3o de profissionalismo, realizando um bom concerto. Apetece perguntar porque \u00e9 que esta excelente banda nacional n\u00e3o \u00e9 integrada num dos muitos festivais europeus (tirando as participa\u00e7\u00f5es em Espanha)? Qualidade para tal n\u00e3o lhes falta.<\/p>\n<p><strong>The Klaxons<\/strong> &#8211; Quatro mi\u00fados a divertir-se \u00e0 grande e a imitar a postura dos seus \u00eddolos. Boas batidas, um ou outro tema interessante, mas, pouco para o <em>hype<\/em> criado \u00e0 sua volta. Foram prejudicados pela p\u00e9ssima qualidade do som em parte da sua actua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>The Magic Numbers<\/strong> \u2013 Apesar de a tribo indie estar presente, certamente houve muita gente, at\u00e9 ent\u00e3o distra\u00edda, que ficou surpreendentemente agradada com o concerto que <strong>Sean Gannon<\/strong> e companhia deram no <strong>SBSR<\/strong>. Os <strong>The Magic Numbers<\/strong> s\u00e3o uma banda muito compacta, ao que n\u00e3o ser\u00e1 estranho o facto de serem dois pares de irm\u00e3os, que fazem uma pop\/indie delicada de enorme talento. Apesar do tom melanc\u00f3lico das suas m\u00fasicas, que poderia tornar o concerto em Festival tendencialmente ma\u00e7ador para muita gente, souberam imprimir um ritmo e sonoridade capaz de galvanizar o p\u00fablico presente. Espera-se um concerto em nome pr\u00f3prio, num espa\u00e7o mais apropriado.<\/p>\n<p><strong>Bloc Party<\/strong> \u2013 Pese embora o entusiasmo e dedica\u00e7\u00e3o de <strong>Kele Okereke<\/strong>, os <strong>Bloc Party<\/strong> n\u00e3o conseguiram uma actua\u00e7\u00e3o mais do que regular. Certamente que, o enorme n\u00famero de fans da banda presente considerar\u00e3o que foi um \u00f3ptimo concerto, no entanto, faltou algo para ser um concerto inesquec\u00edvel. Os <strong>Bloc Party<\/strong> t\u00eam uma estrutura interessante, note-se o cuidado utilizado no jogo de luzes e cen\u00e1rio de palco, no entanto, depois de um aclamado disco de estreia, o segundo \u00e1lbum n\u00e3o correspondeu da mesma forma \u00e0s expectativas, o que ficou patente ontem, com momentos fulgurantes nos temas de <strong>\u00abSilent Alarm\u00bb<\/strong> e momentos menos conseguidos nos temas do seu sucessor.<\/p>\n<p><strong>Arcade Fire<\/strong> \u2013 Provavelmente ter\u00e1 sido o concerto do Festival! Embora ainda faltem dois dias de concertos e o concerto dos <strong>Metallica<\/strong> ter sido de uma dimens\u00e3o tamb\u00e9m ela superior. Ontem, assistiu-se a uma brilhante actua\u00e7\u00e3o de um novo verdadeiro fen\u00f3meno. Os 10 magn\u00edficos (este projecto \u00e9 composto por 10 m\u00fasicos em simult\u00e2neo no palco) mostraram uma entrega e profissionalismo impressionante conseguindo levar o p\u00fablico ao del\u00edrio com os seus hinos. Os <strong>Arcade Fire<\/strong> s\u00e3o uma banda incapaz de fazer m\u00fasicas medianas, construindo um alinhamento carregado de verdadeiros hinos acompanhados a plenos pulm\u00f5es pelo p\u00fablico presente. Certamente que os <strong>Arcade Fire<\/strong>, que segundo <strong>Win Butler<\/strong>, conhecem bem os Portugueses, uma vez que vivem no Canad\u00e1 bem perto da comunidade portuguesa, ficar\u00e3o com \u00f3ptimas recorda\u00e7\u00f5es deste concerto. A comunh\u00e3o entre p\u00fablico e banda foi perfeita, contando mesmo com alguns momentos brilhantes em que a banda esperou que o p\u00fablico acabasse de \u201ccantar\u201d as suas m\u00fasicas. S\u00e3o uma verdadeira institui\u00e7\u00e3o de Palco, fazendo transbordar a sua enorme qualidade enquanto m\u00fasicos. Ser\u00e3o, se mantiverem a consist\u00eancia, uma refer\u00eancia dentro de alguns anos.<\/span> <\/span><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Super Bock Super Rock: Act II &#8211; Day 1 O imp\u00e9rio da indie aterrou no Super Bock. A tribo indie esteve presente em grande n\u00famero para o primeiro dia do Act II do SBSR. Um dia marcado pelo impressionante n\u00famero de bons concertos. The Gift \u2013 Foram, em termos pr\u00e1ticos, os primeiros em palco. 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