{"id":8741,"date":"2026-02-09T13:18:00","date_gmt":"2026-02-09T13:18:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/?p=8741"},"modified":"2026-02-09T13:28:41","modified_gmt":"2026-02-09T13:28:41","slug":"worth-listening-to-bela-noia-com-edgar-valente-meu-amor-quando-eu-morrer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/en\/worth-listening-to-bela-noia-com-edgar-valente-meu-amor-quando-eu-morrer\/","title":{"rendered":"[Worth Listening to]  Bela Noia com Edgar Valente &#8211; Meu amor quando eu morrer"},"content":{"rendered":"<p><em>A Bela Paranoia<\/em> surge como um ponto de n\u00e3o retorno no percurso de <strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/bela.noia\/\">Bela Noia<\/a><\/strong>. Um disco que come\u00e7ou a desenhar-se ainda antes de <em>Os Mi\u00fados Est\u00e3o Bem<\/em> e que ganha agora corpo como o primeiro trabalho inteiramente pensado, escrito e assumido pelos quatro elementos da banda. H\u00e1 aqui uma mudan\u00e7a subtil mas decisiva: deixa de haver apenas can\u00e7\u00f5es reunidas num \u00e1lbum e passa a existir uma obra consciente de si pr\u00f3pria, do seu peso e das suas consequ\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe width=\"900\" height=\"506\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/OGweMi-5hHA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div>\n\n\n\n<p>O universo de <em>A Bela Paranoia<\/em> come\u00e7a a revelar-se com o lan\u00e7amento do single duplo \u201cMeu amor quando eu morrer\u201d \/ \u201cEpit\u00e1fio (lembran\u00e7a de um final)\u201d, duas can\u00e7\u00f5es que funcionam como portas de entrada para o que o disco prop\u00f5e. \u201cMeu amor quando eu morrer\u201d nasce a partir de um verso de Fausto Bordalo Dias e transforma-se numa reflex\u00e3o \u00edntima sobre amor, despedida e cuidado poss\u00edvel perante a dor. <\/p>\n\n\n\n<p>Pedro Vieira explica que a letra come\u00e7ou a ganhar forma ainda nos tempos de faculdade, em noites marcadas pela escuta atenta de Fausto e de outros gigantes, quando aquela frase: \u201cMeu amor quando eu morrer\u201d abriu um espa\u00e7o imagin\u00e1rio para pensar o que ficaria por dizer aos mais pr\u00f3ximos no momento final.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"352\" frameborder=\"0\" allowfullscreen src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3aB0f2vUJCAkZxbUAxGSjb?si=6T8tmDi9TxSJ6rZTzCjY1A&amp;utm_source=oembed\"><\/iframe>\n<\/div>\n\n\n\n<p>\u201cEpit\u00e1fio (lembran\u00e7a de um final)\u201d, com a participa\u00e7\u00e3o de Edgar Valente, surge como o contraponto necess\u00e1rio. Mais do que uma segunda can\u00e7\u00e3o, funciona como um prolongamento emocional.<\/p>\n\n\n\n<p>Destaque no \u00e1lbum, que sair\u00e1 a 27 de mar\u00e7o, para temas como: &#8220;Ainda te canto ( s\u00e3o s\u00f3 palavras)&#8221;, &#8220;\u00c0 guerra, n\u00e3o h\u00e1 paz&#8221; e &#8220;Ningu\u00e9m quer saber de n\u00f3s&#8221;, num \u00e1lbum que merece audi\u00e7\u00e3o atenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Foto: Leonardo Patr\u00edcio<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Bela Paranoia surge como um ponto de n\u00e3o retorno no percurso de Bela Noia. Um disco que come\u00e7ou a desenhar-se ainda antes de Os Mi\u00fados Est\u00e3o Bem e que ganha agora corpo como o primeiro trabalho inteiramente pensado, escrito e assumido pelos quatro elementos da banda. 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