{"id":9692,"date":"2026-06-27T14:45:00","date_gmt":"2026-06-27T13:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/?p=9692"},"modified":"2026-06-27T14:40:18","modified_gmt":"2026-06-27T13:40:18","slug":"original-vs-cover-vs-youtube-fleetwood-macs-the-chain","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ecletismomusical.pt\/en\/original-vs-cover-vs-youtube-fleetwood-macs-the-chain\/","title":{"rendered":"[Original vs Cover vs Youtube] Fleetwood Mac&#8217;s &#8211; The Chain"},"content":{"rendered":"<p>Existem can\u00e7\u00f5es que pertencem aos seus autores. E existem can\u00e7\u00f5es que, com o passar dos anos, parecem tornar-se maiores do que qualquer vers\u00e3o individual. \u201cThe Chain\u201d, dos Fleetwood Mac, pertence claramente \u00e0 segunda categoria. Mais de quatro d\u00e9cadas depois da sua edi\u00e7\u00e3o original, continua a ser uma das representa\u00e7\u00f5es mais intensas e contradit\u00f3rias das liga\u00e7\u00f5es humanas, precisamente porque nunca tenta simplific\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe width=\"900\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Z6WsaIbpUTE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Na sua interpreta\u00e7\u00e3o para o programa Like A Version, os australianos <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/thetullamarines\/\">The Tullamarines<\/a> optam por n\u00e3o competir com o peso hist\u00f3rico da composi\u00e7\u00e3o. Em vez disso, retiram-lhe alguma da grandiosidade rock da vers\u00e3o original e aproximam-na de um territ\u00f3rio mais \u00edntimo, onde cada palavra parece ganhar um significado renovado.<\/p>\n\n\n\n<p>O mais interessante nesta vers\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 na tentativa de reinventar a can\u00e7\u00e3o, mas na forma como os The Tullamarines retiram algum do dramatismo explosivo da grava\u00e7\u00e3o original para revelar algo mais subtil que sempre esteve escondido dentro dela.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe width=\"900\" height=\"506\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bqk074tr1IU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Existem atua\u00e7\u00f5es de rua. E depois existem momentos que nos fazem esquecer completamente onde estamos. Durante alguns minutos, a cidade deixa de ser apenas um lugar de passagem para se transformar numa sala de concertos improvisada, onde desconhecidos param, se aproximam e acabam unidos pela mesma can\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 precisamente isso que acontece nesta extraordin\u00e1ria interpreta\u00e7\u00e3o de &#8220;The Chain&#8221;, dos Fleetwood Mac. O duo Rueben &amp; Gotxi junta-se a Shanilee, Gio Dara e Andrew Duncan para construir uma interpreta\u00e7\u00e3o onde cada voz encontra naturalmente o seu espa\u00e7o. N\u00e3o existem protagonistas. Existe apenas um grupo de m\u00fasicos que compreende que algumas can\u00e7\u00f5es s\u00f3 funcionam plenamente quando s\u00e3o colocadas ao servi\u00e7o da m\u00fasica, e n\u00e3o do ego de quem as interpreta.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe width=\"900\" height=\"506\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-ps-ArOaMbk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Existem can\u00e7\u00f5es que pertencem aos seus autores. E existem can\u00e7\u00f5es que, com o passar dos anos, parecem tornar-se maiores do que qualquer vers\u00e3o individual. \u201cThe Chain\u201d, dos Fleetwood Mac, pertence claramente \u00e0 segunda categoria. 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