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		<title>[Worth Listening to] xtinto &#8211; Nunca Mais</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2026 08:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[“Nunca Mais” surge como parte de Em sonhos, é sabido, não se morre, o novo álbum de xtinto, um trabalho onde a escrita se aproxima cada vez mais da canção do que do rap, assumindo uma linguagem mais direta, mais próxima da forma como se fala do que da forma como se performa. Há uma]]></description>
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<p>“Nunca Mais” surge como parte de <em>Em sonhos, é sabido, não se morre</em>, o novo álbum de <a href="https://www.instagram.com/xtinto_/">xtinto</a>, um trabalho onde a escrita se aproxima cada vez mais da canção do que do rap, assumindo uma linguagem mais direta, mais próxima da forma como se fala do que da forma como se performa.</p>



<p>Há uma imagem que atravessa tudo, a ideia de algo que já acabou mas continua presente, quase físico, como um cheiro que não sai e é a partir daí que a música se constrói. </p>



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<p>O “nunca mais” não soa definitivo. Soa ensaiado. Como se fosse repetido vezes suficientes para um dia vir a ser verdade. E é isso que fica, não a ausência, mas o esforço de a construir. No fundo, “Nunca Mais” não fala de um fim. Fala de um limite. Daquele ponto em que continuar implicaria mudar o que era verdadeiro, e parar pode ser ser a única forma de não estragar, ainda que todos os poros puxem para o oposto.</p>



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<p>Foto: <a href="https://www.instagram.com/billyboytp/">@billyboytp</a></p>
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		<title>[New Single] Editors &#8211; Call It In</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Há bandas que não desaparecem, apenas mudam de forma. Os Editors são uma dessas raras entidades que aprenderam a sobreviver à própria identidade, reinventando-se sem perder o núcleo emocional que sempre os definiu. Em “Call It In”, isso volta a ser evidente: não como um regresso, mas como uma continuação natural de um percurso que]]></description>
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<p>Há bandas que não desaparecem, apenas mudam de forma. Os <a href="https://www.instagram.com/editorsofficial/">Editors </a>são uma dessas raras entidades que aprenderam a sobreviver à própria identidade, reinventando-se sem perder o núcleo emocional que sempre os definiu. Em “Call It In”, isso volta a ser evidente: não como um regresso, mas como uma continuação natural de um percurso que nunca foi estático.</p>



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<p>Desde os primeiros anos, marcados por uma urgência quase pós-punk onde a voz de Tom Smith carregava um peso existencial imediato, até às fases mais eletrónicas e atmosféricas, os Editors foram sempre uma banda de tensão.</p>



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</div>



<p>“Call It In” carrega uma sensação de aceitação, mas não de resignação. É mais próxima de um gesto de clareza: saber quando parar, quando ceder, quando reconhecer que há batalhas que deixam de fazer sentido continuar. E, ainda assim, há sempre algo que permanece.</p>



<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] Myles Smith &#8211; My Mess</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 08:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Album]]></category>
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		<category><![CDATA[Myles Smith]]></category>
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					<description><![CDATA[Myles Smith é um cantor e compositor britânico vindo de Luton, que construiu o seu percurso a partir de uma escrita profundamente pessoal, onde relações, infância e identidade aparecem como matéria viva nos seus temas. &#8220;My Mess&#8221;, single que fará parte do seu álbum de estreia, My Mess. My Heart, My Life. nasce exatamente desse]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.instagram.com/mylessmithuk/">Myles Smith</a> é um cantor e compositor britânico vindo de Luton, que construiu o seu percurso a partir de uma escrita profundamente pessoal, onde relações, infância e identidade aparecem como matéria viva nos seus temas.</p>



<p>&#8220;My Mess&#8221;, single que fará parte do seu álbum de estreia, My Mess. My Heart, My Life. nasce exatamente desse lugar, um primeiro álbum pensado como um processo de compreensão mais do que de afirmação, feito de experiências, erros e tentativas de dar sentido ao que ainda não está resolvido.</p>



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</div>



<p>Há uma ideia que atravessa tudo sem nunca ser dita diretamente: aquilo que carregamos nem sempre começou em nós. Existe uma fragilidade que não é construída, é inevitável. Como se cada palavra fosse menos uma tentativa de dizer algo e mais uma consequência de já não conseguir esconder. E isso torna tudo mais difícil de ignorar, porque não há proteção, não há camadas, não há forma de suavizar o que está a ser exposto.</p>



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</div>



<p>“My Mess” não é sobre caos. É sobre aquilo que não escolheste, mas que acabaste por te tornar e que, mesmo assim, tens de aprender a carregar ou mudar.</p>
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		<title>[Worth Listening to] Citizen &#8211; Highs and Lows</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 18:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Os americanos Citizen apresentam “Highs and Lows” single que explora o conceito da repetição emocional e o desgaste que vem de sentir que há um movimento circular onde aquilo que sobe nunca se afasta totalmente daquilo que inevitavelmente desce. A canção instala-se nesse espaço intermédio, onde nada chega a romper, mas tudo acumula. Os “highs”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os americanos <a href="https://www.instagram.com/citizentheband/">Citizen</a> apresentam “Highs and Lows” single que explora o conceito da repetição emocional e o desgaste que vem de sentir que há um movimento circular onde aquilo que sobe nunca se afasta totalmente daquilo que inevitavelmente desce.</p>



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<p>A canção instala-se nesse espaço intermédio, onde nada chega a romper, mas tudo acumula. Os “highs” não trazem completo alívio, os “lows” não chegam como surpresa, mas fazem mossa. </p>



<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] Petit Biscuit &#8211; soft bleeding</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Petit Biscuit, projeto de Mehdi Benjelloun, sempre viveu nessa tensão entre o orgânico e o eletrónico. “soft bleeding”, lançado como single independente, tem algo no próprio título, que já não procura esconder nada. Dentro do universo mais recente de Petit Biscuit, esta música aproxima-se menos da ideia de viagem e mais da ideia de permanência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.instagram.com/petitbiscuit/">Petit Biscuit</a>, projeto de Mehdi Benjelloun, sempre viveu nessa tensão entre o orgânico e o eletrónico. “soft bleeding”, lançado como single independente, tem algo no próprio título, que já não procura esconder nada. </p>



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</div>



<p>Dentro do universo mais recente de Petit Biscuit, esta música aproxima-se menos da ideia de viagem e mais da ideia de permanência. No fundo, “soft bleeding” não é sobre dor. É sobre aquilo que continua depois dela começar, quando já não há como voltar atrás, mas também ainda não há como sair.</p>



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		<title>[Playlist] Ecletismo Semanal #51</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 10:17:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Playlist Ecletismo Semanal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ecletismo Semanal é a Playlist do EM, com músicas cuidadosamente escolhidas entre a nova cena indie, dream pop, alternativa, folk e outras sonoridades que fogem do óbvio. A curadoria é feita com atenção, não por algoritmos. Queremos que cada edição permita dar a conhecer, de forma desconstruída, o universo musical do Ecletismo Musical com abertura,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Ecletismo Semanal</strong> é a Playlist do EM, com<strong> músicas </strong>cuidadosamente escolhidas entre a nova cena indie, dream pop, alternativa, folk e outras sonoridades que fogem do óbvio.</p>



<p>A curadoria é feita com atenção, não por algoritmos. Queremos que cada edição permita dar a conhecer, de forma desconstruída, o universo musical do <strong>Ecletismo Musical</strong> com abertura, liberdade e sem fórmulas fixas.</p>


<p><iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/playlist/2dDdeYNeXzW0rDaRTAYHX7?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen=""></iframe></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>[Worth Listening to] GoldFord &#8211; Only You Do</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2026 19:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[New Single]]></category>
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					<description><![CDATA[“Only You Do” é o novo single de GoldFord. Depois de um percurso marcado por uma escrita profundamente emocional e autobiográfica, GoldFord volta aqui a um dos seus temas centrais: a ideia de que, no meio de tudo o que é indistinto, há alguém que altera a forma como sentimos o mundo. Segundo descrições associadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Only You Do” é o novo single de <a href="https://www.instagram.com/igoldford/">GoldFord</a>. Depois de um percurso marcado por uma escrita profundamente emocional e autobiográfica, GoldFord volta aqui a um dos seus temas centrais: a ideia de que, no meio de tudo o que é indistinto, há alguém que altera a forma como sentimos o mundo.</p>



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<p>Segundo descrições associadas ao lançamento, trata-se de um tema sobre estar presente para alguém quando essa pessoa se sente perdida, mostrar amor real, concreto, e lembrar que não está sozinha . Ou seja, não é apenas sobre o que alguém nos faz sentir. É também sobre aquilo que escolhemos ser para essa pessoa.</p>



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<p> </p>
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		<title>[Worth Listening to] Love Spells &#8211; Crutch</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Crutch” é o novo single do projeto norte-americano Love Spells, que tem vindo a construir um universo sonoro onde o desejo e a vulnerabilidade coexistem com uma estética quase etérea e uma sensibilidade emocional que nunca se impõe. Existe uma contenção constante, como se qualquer excesso pudesse quebrar o equilíbrio frágil que a canção mantém.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;Crutch” é o novo single do projeto norte-americano <a href="https://www.instagram.com/lovespells/">Love Spells</a>, que tem vindo a construir um universo sonoro onde o desejo e a vulnerabilidade coexistem com uma estética quase etérea e uma sensibilidade emocional que nunca se impõe.</p>



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</div>



<p>Existe uma contenção constante, como se qualquer excesso pudesse quebrar o equilíbrio frágil que a canção mantém. E é precisamente nessa fragilidade que “Crutch” encontra a sua força.</p>



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		<title>[Worth Listening to] Borderline &#8211; That Girl</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2026 20:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[“That Girl” é o novo single dos Borderline e não é uma canção sobre alguém, mas como uma construção quase mitológica dessa figura inalcançável, essa “rapariga” que existe mais na imaginação do que na realidade. Lançada como single recente, e que fará parte do álbum de estreia previsto para Junho, a faixa afirma-se como um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“That Girl” é o novo single dos <a href="https://www.instagram.com/whoisborderline/">Borderline</a> e não é uma canção sobre alguém, mas como uma construção quase mitológica dessa figura inalcançável, essa “rapariga” que existe mais na imaginação do que na realidade.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div>



<p>Lançada como single recente, e que fará parte do álbum de estreia previsto para Junho, a faixa afirma-se como um momento de afirmação estética do projeto, com uma linguagem que cruza o indie-pop com uma sensibilidade mais crua e emocional.</p>



<div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div>



<p>A voz move-se entre proximidade e distância, como alguém que observa e, ao mesmo tempo, deseja ser observado. Há aqui um jogo de espelhos: quem é “that girl”? A pessoa que se quer? A pessoa que se finge ser? Ou aquela que só existe no olhar do outro? </p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>[Worth Listening to] Bebe Stockwell &#8211; When You Know</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 13:56:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há um momento raro, quase invisível, em que deixamos de tentar perceber e simplesmente sabemos. Não porque alguém explicou, não porque houve provas suficientes, mas porque algo dentro de nós alinhou de forma irreversível. “When You Know”, de Bebe Stockwell, vive exatamente nesse instante. “When You Know” não é sobre descobrir algo novo. É sobre]]></description>
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<p>Há um momento raro, quase invisível, em que deixamos de tentar perceber e simplesmente sabemos. Não porque alguém explicou, não porque houve provas suficientes, mas porque algo dentro de nós alinhou de forma irreversível. “When You Know”, de <a href="https://www.instagram.com/bebe.stockwell/">Bebe Stockwell</a>, vive exatamente nesse instante.</p>



<p>“When You Know” não é sobre descobrir algo novo. É sobre reconhecer algo que já estava lá. A letra constrói-se em torno dessa sensação silenciosa. Não há dramatização excessiva, não há conflito explícito. Há, sim, uma espécie de calma carregada, quase suspensa, como se a canção existisse num espaço entre o antes e o depois de uma decisão que ainda não foi verbalizada.</p>



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<p>O “knowing” aqui não é racional. É corporal. É aquele momento em que deixas de procurar sinais porque percebes que já não precisas deles. E isso, paradoxalmente, pode ser tão reconfortante quanto assustador. Porque saber implica também aceitar e aceitar implica responsabilidade. </p>



<p>Mas “When You Know” vai mais longe. Não fala apenas de amor. Fala de alinhamento. Não fala apenas de relação. Fala de inevitabilidade.</p>



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<p>É uma canção sobre aquele ponto em que duas linhas deixam de ser paralelas e passam a cruzar-se, não porque forçaram o encontro, mas porque sempre estiveram destinadas a isso.</p>



<p>E talvez seja isso que a torna tão silenciosamente poderosa: não tenta convencer ninguém. Limita-se a existir naquele lugar onde já não há dúvida, mesmo que exista a convição de que não existe um outro caminho.</p>
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