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	<title>Bela Noia</title>
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		<title>[Worth Listening to]  Bela Noia com Edgar Valente &#8211; Meu amor quando eu morrer</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 13:18:00 +0000</pubDate>
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<p><em>A Bela Paranoia</em> surge como um ponto de não retorno no percurso de <strong><a href="https://www.instagram.com/bela.noia/">Bela Noia</a></strong>. Um disco que começou a desenhar-se ainda antes de <em>Os Miúdos Estão Bem</em> e que ganha agora corpo como o primeiro trabalho inteiramente pensado, escrito e assumido pelos quatro elementos da banda. Há aqui uma mudança subtil mas decisiva: deixa de haver apenas canções reunidas num álbum e passa a existir uma obra consciente de si própria, do seu peso e das suas consequências.</p>



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<p>O universo de <em>A Bela Paranoia</em> começa a revelar-se com o lançamento do single duplo “Meu amor quando eu morrer” / “Epitáfio (lembrança de um final)”, duas canções que funcionam como portas de entrada para o que o disco propõe. “Meu amor quando eu morrer” nasce a partir de um verso de Fausto Bordalo Dias e transforma-se numa reflexão íntima sobre amor, despedida e cuidado possível perante a dor. </p>



<p>Pedro Vieira explica que a letra começou a ganhar forma ainda nos tempos de faculdade, em noites marcadas pela escuta atenta de Fausto e de outros gigantes, quando aquela frase: “Meu amor quando eu morrer” abriu um espaço imaginário para pensar o que ficaria por dizer aos mais próximos no momento final.</p>



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<p>“Epitáfio (lembrança de um final)”, com a participação de Edgar Valente, surge como o contraponto necessário. Mais do que uma segunda canção, funciona como um prolongamento emocional.</p>



<p>Destaque no álbum, que sairá a 27 de março, para temas como: &#8220;Ainda te canto ( são só palavras)&#8221;, &#8220;À guerra, não há paz&#8221; e &#8220;Ninguém quer saber de nós&#8221;, num álbum que merece audição atenta.</p>



<p>Foto: Leonardo Patrício</p>
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