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		<title>[Worth Listening to] Lachado &#8211; Barriga aos Gritos</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 13:29:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foram precisos quatro anos até que Lachado chegasse a este momento e escrevesse, com um misto de alívio e tremor, que finalmente lança o seu primeiro álbum. Essa confissão não é um detalhe de promoção: é a chave de leitura de Barriga aos Gritos. Mais do que um alinhamento de canções, o disco apresenta-se como]]></description>
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<p>Foram precisos quatro anos até que <a href="https://www.instagram.com/lachado_/">Lachado</a> chegasse a este momento e escrevesse, com um misto de alívio e tremor, que finalmente lança o seu primeiro álbum. Essa confissão não é um detalhe de promoção: é a chave de leitura de <em>Barriga aos Gritos</em>. Mais do que um alinhamento de canções, o disco apresenta-se como uma espécie de diário sonoro, treze momentos sobre a vida que foram guardados, reescritos, testados e, muitas vezes, registados à primeira intuição, tal como surgiram: crus, urgentes, honestos, como o próprio fez questão de sublinhar.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/lachado_/">Lachado</a> surge com “Barriga aos Gritos”, o seu álbum de estreia, como voz de quem escuta o corpo que fala quando a cabeça já não consegue. O alter ego musical de <strong>David Pinto</strong>, natural dos vales do Douro e moldado entre a ruralidade e a urgência da cidade, revela-nos um álbum carregado de imagens bucólicas, tradição e uma modernidade sempre presente nos detalhes. </p>



<p>Quando escreve <em>“O setlist está finalmente aqui. Hoje partilho convosco o nome das canções que me acompanharam nos últimos tempos e que vão ser parte do meu álbum. Canções que nasceram de dúvidas, de desamores, canções que são histórias. O álbum chega em Novembro”</em>, está a dizer, na prática, que este disco foi vivido antes de ser planeado. É o contrário de uma folha em branco: são canções que foram companhia antes de serem alinhamento.</p>



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<p>Através dos singles que foi revelando ao longo de 2025 e já destacados<a href="https://www.ecletismomusical.pt/worth-listening-to-lachado/"> aqui no Ecletismo Musical</a>, já sabíamos que não vinha para encaixar em rótulos fáceis. “Irrequieto” apresentou-o como contador de histórias inquietas, com raiz bucólica e olhar para lá das escarpas da terra natal; “Barriga aos Gritos” trouxe a urgência de quem sente demais num mundo que anda depressa demais; “Todas as Meninas” mostrou a delicadeza nocturna de quem faz de um quadro no Cercal do Alentejo uma canção; “Ai Ai Ai” acrescentou um lado mais directo, quase refrão de desabafo, sem medo da vulnerabilidade. </p>



<p>No fim, o que fica deste álbum de estreia é a sensação de que a tal “barriga aos gritos” não é só dele. É nossa também. É o corpo a dizer que já chega de cumprir tudo o que nos pedem, de tentar ser todas as versões possíveis de nós mesmos ao mesmo tempo.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] Coast Arcade &#8211; Greener</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 12:53:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Coast Arcade são uma das bandas mais promissoras a sair da Nova Zelândia nos últimos anos: jovens, enérgicos e com aquele tipo de urgência que o indie rock precisa para continuar vivo. Formados em Auckland, o quarteto traz nas guitarras afiadas e nas melodias diretas a herança das décadas de 90 e 2000, mas com]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/coastarcade/">Coast Arcade</a> são uma das bandas mais promissoras a sair da Nova Zelândia nos últimos anos: jovens, enérgicos e com aquele tipo de urgência que o indie rock precisa para continuar vivo. Formados em Auckland, o quarteto traz nas guitarras afiadas e nas melodias diretas a herança das décadas de 90 e 2000, mas com uma luminosidade própria. </p>



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<p>O novo single, <em>Greener</em>, que faz parte do álbum de estreia condensa bem esse espírito: uma canção curta, intensa e cheia de vitalidade, que fala de deixar para trás o que já secou, o que já não floresce. Entre ecos de Paramore e de bandas como The Strokes, os Coast Arcade afirmam-se com uma identidade que não depende da comparação com malhas como City Limits, Acetone ou Greener.</p>



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		<title>[Worth Listening to] Nightbus &#8211; Angles Mortz</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 09:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Nightbus são um daqueles projetos que parecem emergir das sombras urbanas para dar forma sonora ao lado mais noturno da vida moderna. Originários da zona de Manchester e formados por Olive Rees na voz e guitarra e Jake Cottier, responsável pela produção e manipulação sonora, a sua música incorpora elementos de pós-punk, trip-hop, pop]]></description>
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<p>Os <a href="https://www.instagram.com/nightbus__/">Nightbus</a> são um daqueles projetos que parecem emergir das sombras urbanas para dar forma sonora ao lado mais noturno da vida moderna. </p>



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<p>Originários da zona de Manchester e formados por <strong>Olive Rees</strong> na voz e guitarra e <strong>Jake Cottier</strong>, responsável pela produção e manipulação sonora, a sua música incorpora elementos de pós-punk, trip-hop, pop industrial e eletrónica noturna, criando atmosferas densas e magnéticas que alternam entre o íntimo e o urbano.</p>



<p>A 10 de outubro de 2025, Nightbus lançam o seu <strong>álbum de estreia</strong>, intitulado <em>Passenger</em>.</p>



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<p><em>Angles Mortz</em> não procura o imediatismo da pop, mas como que mergulha no universo do trip-hop e da eletrónica contemplativa, lembrando tanto o legado de bandas como Massive Attack e Portishead ou bandas como Beach House numa dicotomia entre o silêncio e a densidade sussurrada da voz. </p>
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		<title>[New Single] Jorja Smith &#8211; Blue Lights (&#8220;Lost &#038; Found&#8221; &#124; 2018)</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 08:07:08 +0000</pubDate>
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