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	<title>Enchufada 20 years</title>
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		<title>[Concert Review] Enchufada 20 years &#8211; A London Club Story</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2026 11:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Celebrar 20 anos de uma editora pode facilmente transformar-se num exercício nostálgico. Mas o aniversário dos 20 anos da editora Enchufada em Londres, fez exatamente o contrário: mostrou que aquilo que começou em Lisboa em 2006 continua vivo porque nunca ficou preso a um único som, uma única cidade ou uma única geração. Fundada por]]></description>
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<p>Celebrar 20 anos de uma editora pode facilmente transformar-se num exercício nostálgico. Mas o aniversário dos 20 anos da editora <strong>Enchufada </strong>em Londres, fez exatamente o contrário: mostrou que aquilo que começou em Lisboa em 2006 continua vivo porque nunca ficou preso a um único som, uma única cidade ou uma única geração.</p>



<p>Fundada por <a href="https://www.instagram.com/brankoofficial/">Branko </a>e <a href="https://www.instagram.com/kalafepalanga/">Kalaf Epalanga</a> ao lado do nascimento dos <a href="https://www.instagram.com/burakaofficial/">Buraka Som Sistema</a>, a <a href="https://www.instagram.com/enchufadanazona/">Enchufada</a> acabou por redefinir a forma como a música de clube feita em Portugal era vista no mundo. O que começou como fusão entre kuduro angolano e eletrónica europeia rapidamente se tornou muito mais do que isso: uma plataforma para culturas diaspóricas, ritmos globais e novas linguagens de pista de dança.</p>



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<p>O evento londrino no <a href="https://www.instagram.com/lowerthirdsoho/">The Lower Third</a> a 9 de Maio, fazia parte dessa celebração internacional associada à compilação<strong> <em>Enchufada: A Lisbon Club Story</em></strong>, editada este ano para marcar as duas décadas da editora. E o mais impressionante foi perceber como, passados vinte anos, a identidade da Enchufada continua imediatamente reconhecível, não por soar igual ao passado, mas pela capacidade contínua de cruzar geografias, ritmos e gerações sem perder coerência.</p>



<p>Havia passado, claro. Sobretudo quando temas históricos dos Buraka voltavam a surgir no sistema de som como lembrete de quão radical aquela mistura parecia nos anos 2000. Mas a noite nunca viveu da nostalgia. Pelo contrário: o foco parecia estar constantemente no movimento e continuidade.</p>



<img width="769" height="1024" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2026/05/687680810_18440811745143682_1801937624626393055_n-769x1024.jpg" alt="" class="wp-image-9450" />



<p>Não eram ainda muitos os presentes quando Kalaf iniciou o seu DJ set. As pessoas iam chegando lentamente, a maioria portugueses à procura de voltar a dançar ao som dos temas e daquele conforto muito específico que só a música “de casa” consegue trazer. O cruzamento de culturas e o ecletismo estiveram presentes desde o primeiro momento, em cada tema que Kalaf, com o seu habitual ar calmo e contemplativo, ia fazendo sair das colunas de um espaço com excelente som.</p>



<p>Já com a pista mais composta, foi a vez da convidada da noite, a DJ londrina Tash LC, literalmente deitar a casa abaixo com um set explosivo e profundamente físico, numa mistura que cruza música eletrónica com ritmos afro-diaspóricos, caribenhos e latino-americanos.</p>



<p>Especialmente conhecida pelas residências na NTS Radio, BBC 1Xtra, Worldwide FM e Kiss FM, Tash LC mistura kuduro com afro house, merengue, dancehall e eletrónica experimental numa mescla muito própria e que teve receção calorosa por parte do público presente.</p>



<p>O que torna Tash LC particularmente relevante no contexto da Enchufada é o facto de trabalhar exatamente o mesmo tipo de ponte cultural que a editora ajudou a criar ao longo dos últimos vinte anos: música de clube construída a partir de diásporas, migração, ritmos globais e cenas periféricas. Por isso, a sua presença nesta celebração em Londres fez total sentido.</p>



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<p>Seguiu-se Branko, o membro da Enchufada atualmente com maior exposição pública tendo em conta os múltiplos projetos e colaborações que tem vindo a lançar ao longo dos tempos. Mas, tal como estava anunciado, fez um set &#8220;enchufada ONLY set&#8221;. Passou pelo novo tema dos Buraka Som Sistema, mas igualmente por temas clássicos reconhecidos pelo entusiasmo do público. Teve ainda tempo para dar alguns bombons a quem estava presente com &#8220;N&#8217;Essa Rua&#8221; single que lançou em parceria com Tainá. Num set de celebração de uma história, Branko, com a consistência de sempre apresentou um set muito dançado por todos os presentes.</p>



<p>Houve ainda tempo para Pedro da Linha que apresentou um set com diversos originais e de um final de festa com o regresso de Branko aos pratos juntamente com os seus camaradas de percurso para fechar a noite em grande festa.</p>



<p>Num espaço que merecia claramente mais público, talvez o facto de os Buraka Som Sistema, o nome maior e mais reconhecível da história da editora, só recentemente terem regressado à atividade tenha feito com que muitos portugueses residentes em Londres, e não só, não tenham aderido com a intensidade que a celebração merecia. Ainda assim, quem tomou a boa decisão de estar presente acabou por assistir a uma noite muito especial: não apenas uma festa de aniversário, mas a confirmação de que a Enchufada continua a representar uma das linguagens mais únicas e influentes da música de clube nascida em Portugal.</p>



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