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	<title>Ethel Cain</title>
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		<title>[Review] Ethel Cain &#8211; Willoughby Tucker, I’ll Always Love You</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 10:03:54 +0000</pubDate>
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<p><strong>Hayden Anhedönia</strong> (aka <strong><a href="https://www.instagram.com/mothercain/">Ethel Cain</a></strong>) escreve como quem regressa ao primeiro clarão e percebe que a memória, mais do que um retrato, é um ritual.<strong>“Willoughby Tucker, I’ll Always Love You” </strong>coloca o primeiro amor no centro da história e usa essa memória como chave para todo o universo Ethel: de onde veio a fragilidade, porque é que a fé e a culpa andam sempre de mãos dadas. É assumidamente um capítulo anterior, pensado como narrativa contínua mais do que coleção de singles, e isso ouve-se na forma como as faixas respiram e conversam entre si.</p>



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<p>Musicalmente, é um regresso a uma paleta<strong> americana e slowcore</strong>, com o folk a dar corpo e um nevoeiro shoegaze a suavizar as arestas. As canções soam orgânicas e próximas, como se estivéssemos dentro da sala: guitarras com textura, pianos com peso emocional, sintetizadores discretos a colar as camadas. </p>



<p>Há momentos mais etéreos, quase cinematográficos, e outros mais diretos, com pulsação pop contida e refrões que chegam sem quebrar a identidade do conjunto. O equilíbrio é o traço mais forte: intimidade e ambição a puxar uma pela outra sem se anular. </p>



<p>Com uma aura que faz lembrar uma Lana Del Rey dark, depois de no passado dia 9 de novembro ter guiado o público do <strong>LAV, em Lisboa</strong>, por uma experiência emocional e sonora inesquecível, em <strong>Junho do próximo ano</strong>, o <strong>Parque da Cidade, no Porto</strong> certamente parará quando Ethel «celebrar a sua missa» no palco no <strong>Primavera Sound Porto.</strong></p>



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