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		<title>[Live Performance] James Blake &#8211; Trying Times (Live)</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:42:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma das melhores canções do ano, &#8220;Trying Times&#8221; ganhou uma performance ao vivo totalmente obrigatória. A canção pertence ao álbum Trying Times (2026), o primeiro disco totalmente independente de James Blake, onde há uma tentativa clara de reconciliar o íntimo com o ruído exterior. Mas ao vivo, essa reconciliação deixa de ser apenas conceito e]]></description>
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<p>Uma das melhores canções do ano, &#8220;Trying Times&#8221; ganhou uma performance ao vivo totalmente obrigatória. A canção pertence ao álbum <em>Trying Times</em> (2026), o primeiro disco totalmente independente de James Blake, onde há uma tentativa clara de reconciliar o íntimo com o ruído exterior. Mas ao vivo, essa reconciliação deixa de ser apenas conceito e torna-se fragilidade direta.</p>



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<p>Não há espaço para esconder. A voz entra mais exposta, mais vulnerável, como se cada palavra estivesse sempre prestes a falhar. Não há camadas suficientes para proteger o que está a ser dito, nem distância para transformar aquilo em narrativa confortável. E isso muda o eixo da música, deixa de ser sobre o mundo e passa a ser sobre o impacto dele dentro de alguém.</p>



<p>A canção mantém-se num equilíbrio instável, porque não estamos perante alguém a tentar apenas resolver alguma coisa. Estamos perante alguém a tentar manter-se dentro dela, mesmo que tenha de a vir a transformar muito em breve.</p>



<p></p>
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		<title>[Live Performance] Chet Faker &#8211; Inefficient Love (Live at Ruby Bank)</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 10:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acoustic]]></category>
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					<description><![CDATA[“Inefficient Love” é uma das faixas mais sinceras e despojadas de Chet Faker, o alter ego musical de Nick Murphy. Lançada como single do seu novo álbum &#8220;A Love for Strangers&#8221;, a canção é uma declaração profunda sobre o amor que continua a palpitar mesmo quando parece “ineficiente”, quando amar se torna um acto que]]></description>
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<p>“<strong>Inefficient Love</strong>” é uma das faixas mais sinceras e despojadas de <em><a href="https://www.instagram.com/chetfaker/">Chet Faker</a></em>, o alter ego musical de <strong>Nick Murphy</strong>. Lançada como single do seu novo álbum <strong>&#8220;A Love for Strangers&#8221;</strong>, a canção é uma declaração profunda sobre o amor que continua a palpitar mesmo quando parece “ineficiente”, quando amar se torna um acto que não se traduz em reciprocidade garantida, mas que persiste porque é essencialmente humano.</p>



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<p>A interpretação ao vivo no Ruby Bank leva esta canção para um território ainda mais crú: longe da polidez de estúdio, a voz de Murphy é capturada de forma directa e sem artifícios, revelando uma textura sonora onde cada respiração e cada silêncio contam tanto quanto as palavras.</p>



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<p>Este disco surge como uma obra introspectiva, onde a electrónica minimalista que sempre caracterizaram a sua música são agora trabalhados com maior contenção e densidade emocional. Com uma tracklist que explora temas de amor, vulnerabilidade e relações humanas, o álbum equilibra momentos de melancolia com outros de pulsação mais leve.</p>



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</div>



<p></p>



<p></p>
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		<title>[Worth Listening to] MOTEL PLAZA &#8211; Ao vivo no NuRecordings Studio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 19:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[MOTEL PLAZA é um colectivo de indie rock nascido em Lisboa:Tiago Plutão na voz, João Sousa nos teclados, Frederico Carvalho no baixo e João Pedroso na bateria que lançaram agora um EP ao vivo com 6 faixas, onde dão uma nova vida a cinco faixas do álbum de estreia, agora num formato íntimo e cru]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/motelplazaoficial/">MOTEL PLAZA</a> é um colectivo de indie rock nascido em Lisboa:Tiago Plutão na voz, João Sousa nos teclados, Frederico Carvalho no baixo e João Pedroso na bateria que lançaram agora um EP ao vivo com 6 faixas, onde dão uma nova vida a cinco faixas do álbum de estreia, agora num formato íntimo e cru que faz sobressair a escrita desta banda.</p>



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<p>No registo <strong>ao vivo no NuRecordings Studio</strong>, a banda não está apenas a tocar canções. A música ao vivo tem a particularidade de nos revelar algo que os estúdios convencionais por vezes disfarçam: uma urgência e um encontro entre intérprete e ouvido que é simultaneamente físico e metafísico.</p>



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<p>Gravar ao vivo em estúdio é um acto de coragem e de generosidade: exige transparência, revela a estrutura íntima das canções e convida o ouvinte a entrar no momento em que elas se fazem. No caso de Motel Plaza, o registo no NuRecordings Studio funciona como uma lente que aumenta as nuances, tornando audível o detalhe das dinâmicas e transformando o som num momento de partilha visceral.</p>
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		<title>[New EP] Clara Mann &#8211; Live In The Royal Albert Hall</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 09:59:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Existem momentos na carreira de um artista em que a música deixa de ser apenas som para se tornar um acto de presença e de partilha profunda. Live in the Royal Albert Hall, o novo EP gravado ao vivo no emblemático Royal Albert Hall, é um desses momentos para Clara Mann. Este projecto reúne três]]></description>
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<p>Existem momentos na carreira de um artista em que a música deixa de ser apenas som para se tornar um acto de presença e de partilha profunda. <em>Live in the Royal Albert Hall</em>, o novo <strong>EP gravado ao vivo no emblemático Royal Albert Hall</strong>, é um desses momentos para <a href="https://www.instagram.com/claramannn/">Clara Mann</a>.</p>



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<p>Este projecto reúne três interpretações ao vivo: “<em>Remember Me (Train Song)</em>”, “<em>500 Miles</em>” e “<em>Oranges</em>” filmadas e gravadas no interior daquele espaço icónico em Londres, mas de uma forma singular: não apenas da frente do palco, mas desde os camarotes, proporcionando uma experiência de proximidade e introspecção que altera a forma como observamos o espectáculo e o acto de ser observado.</p>



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<p>O EP não é apenas uma reprodução fiel das canções; é uma reinterpretacão dessas mesmas músicas. Mann trabalhou com Owen Spafford, enquanto as captações ficaram a cargo de Fabian Prynn e, nessa relação musical de confiança e cumplicidade, as composições ganharam nova vida e significado. A própria artista descreveu este processo como uma renovação da sua conexão com aquele repertório, desejando que essa mesma experiência de redescoberta se estenda a quem ouve.</p>
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		<title>[Live Performance] The Warning &#8211; Escapism (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 10:47:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando a música encontra o palco, deixa de ser apenas som e transforma-se numa experiência visceral, imediata, partilhada. É essa transmutação que as The Warning [Recordar AQUI a review do Concerto que deram o ano passado em Londres] conjugam sempre que pegam nas suas composições e as projetam em frente a um público e Escapism]]></description>
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<p>Quando a música encontra o palco, deixa de ser apenas som e transforma-se numa experiência visceral, imediata, partilhada. É essa transmutação que as <a href="https://www.instagram.com/thewarningrockband/"><em>The Warning</em> </a>[<a href="https://www.ecletismomusical.pt/review-the-warning-london-o2-academy-brixton-17-04-2025/?swcfpc=1">Recordar AQUI</a> a review do Concerto que deram o ano passado em Londres] conjugam sempre que pegam nas suas composições e as projetam em frente a um público e <em>Escapism</em> ao vivo não foge a essa regra.</p>



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<p>Nesta apresentação incluída na sessão Honda Stage x Uforia Music, as The Warning revelam um novo patamar de maturidade e confiança: guitarras mais definidas, baixo mais presente e uma bateria de Paulina que pulsa como o coração de quem leva cada batida a sério. A voz, por vezes desgastada pela intensidade da interpretação, adquire carácter e presença, fazendo de <em>Escapism</em> não apenas uma canção para ouvir, mas um momento para sentir.</p>
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		<title>[New Single]  James Blake &#8211; Death of Love (Live)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 10:10:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Death of Love”, na sua forma ao vivo, é um momento onde a música de James Blake apresenta a crueza e complexidade afectiva que jaz entre proximidade e solidão. Esta canção, presente agora como sinal de vida do seu mais recente trabalho: o álbum Trying Times, previsto para 13 de março de 2026, é um]]></description>
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<p><strong>Death of Love</strong>”, na sua forma ao vivo, é um momento onde a música de <strong><a href="https://www.instagram.com/jamesblake/">James Blake</a></strong> apresenta a crueza e complexidade afectiva que jaz entre proximidade e solidão. Esta canção, presente agora como sinal de vida do seu mais recente trabalho: o álbum <em>Trying Times</em>, previsto para 13 de março de 2026, é um lugar onde intensidade emocional e textura sonora coexistem num equilíbrio que só ele parece alcançar com naturalidade.</p>



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<p>Esta versão ao vivo que contou com o apoio do London Welsh Men’s Choir, assume um peso quase ritualístico: ao vivo, as camadas da voz de Blake fundem-se com os coros, criando uma atmosfera que vai além da performance isolada e se transforma num campo de ressonância colectiva. </p>



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		<title>[New Video] Manchester Orchestra &#8211; The Silence (Union Chapel, London)</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 19:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acoustic]]></category>
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					<description><![CDATA[A acústica do sagrado e a intensidade elétrica do silêncio fundem-se de forma quase mística em “The Silence” na versão registrada ao vivo pelos Manchester Orchestra na Union Chapel, em Londres, Inglaterra. Nesta interpretação, o tema deixa de ser apenas uma faixa icónica da banda oriunda de Atlanta para transformar-se numa experiência quase litúrgica de]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A acústica do sagrado e a intensidade elétrica do silêncio fundem-se de forma quase mística em <em>“The Silence”</em> na versão registrada ao vivo pelos <strong><a href="https://www.instagram.com/manchesterorchestra/">Manchester Orchestra</a></strong> na Union Chapel, em Londres, Inglaterra. Nesta interpretação, o tema deixa de ser apenas uma faixa icónica da banda oriunda de Atlanta para transformar-se numa experiência quase litúrgica de introspeção e comunhão sonora, ecoando contra as paredes góticas e vitrais da capela onde foi registado.</p>



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<p>Inserida numa residência especial de concertos, em que Andy Hull e Robert McDowell se apresentam muitas vezes em formato mais despojado, apenas com voz e guitarra, a banda cria uma proximidade rara entre palco e público. </p>



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		<title>[Live Performance] Tolstoys &#8211; Ringing Tone (Gretchen Berlin 2025)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 09:44:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Tolstoys são uma banda psicadélica/rock experimental com raízes em Bratislava (Eslováquia) e presença crescente na cena europeia alternativa. A sua música combina elementos de psicadelia, rock progressivo, grooves orgânicos e intensidade ao vivo, transformando cada performance num acontecimento visceral e energético. Um desses momentos capturados foi “Ringing Tone (Live from Gretchen Berlin 2025)”, tema]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os <a href="https://www.instagram.com/tolstoys_official/">Tolstoys</a> são uma banda psicadélica/rock experimental com raízes em Bratislava (Eslováquia) e presença crescente na cena europeia alternativa. A sua música combina elementos de psicadelia, rock progressivo, grooves orgânicos e intensidade ao vivo, transformando cada performance num acontecimento visceral e energético.</p>



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<p>Um desses momentos capturados foi “Ringing Tone (Live from Gretchen Berlin 2025)”, tema que faz parte do seu álbum The Buzz, aqui numa performance ao vivo registada no icónico espaço Gretchen, em Berlim. Esta gravação não é apenas um vídeo de concerto, é um retrato sonoro do que Tolstoys representam em palco: uma mistura de ritmos contagiosos, improvisação controlada e texturas psicadélicas que se entrelaçam.</p>



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		<title>[New Video]  The Big Push &#8211; Passenger / Kids</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 10:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cover]]></category>
		<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
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		<category><![CDATA[Ren]]></category>
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					<description><![CDATA[Os The Big Push, originários de Brighton, no sul de Inglaterra, tornaram-se ao longo dos anos numa espécie de colectivo sonoro que vive da intensidade das suas performances ao vivo, muitas vezes perante o público inesperado de praças, avenidas e mercados, transformando a rua na sua melhor sala de concertos e sendo a melhor banda]]></description>
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<p>Os <a href="https://www.instagram.com/thebigpushband/">The Big Push</a>, originários de Brighton, no sul de Inglaterra, tornaram-se ao longo dos anos numa espécie de colectivo sonoro que vive da intensidade das suas performances ao vivo, muitas vezes perante o público inesperado de praças, avenidas e mercados, transformando a rua na sua melhor sala de concertos e sendo <strong>a melhor banda de Busking do mundo</strong>. </p>



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<p>A banda já construiu um repertório variado que passeia entre covers reinventados e originais carregados de alma, e agora acrescenta à sua discografia o vídeo e a experiência de “Passenger / Kids”, uma fusão vibrante onde <a href="https://www.instagram.com/renmakesmusic/">Ren</a> e companhia demonstram mais uma vez toda a sua energia e bom gosto musical.</p>



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<p>A banda tem igualmente marcado 2026 como o ano do seu regresso aos palcos em grande estilo, com a sua <strong>primeira tour oficial do Reino Unido em anos</strong> após o período de pausa. A tour está programada ao longo de <strong>maio de 2026</strong>, com concertos em várias cidades britânicas incluindo <strong>Glasgow</strong>, <strong>Londres</strong>, <strong>Bristol</strong> e <strong>Manchester</strong>, em locais emblemáticos como a <strong>O2 Academy Glasgow</strong>, <strong>O2 Academy Brixton</strong> em Londres, <strong>O2 Academy Bristol</strong> (já com bilhetes esgotados) e o <strong>O2 Victoria Warehouse Manchester</strong>.</p>
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		<title>[Live Performance] Loyle Carner &#8211; Purpose (feat. navy blue]</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 10:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live]]></category>
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					<description><![CDATA[Loyle Carner, é um dos rappers britânicos que mais tem expandido a fronteira do hip-hop, influências de jazz e soul, e um discurso centrado em família, saúde mental e identidade. A sua carreira começou com o aclamado álbum de estreia em 2017, e chega agora em 2025 ao quarto álbum de estúdio, hopefully!, que ajuda]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/loylecarner/">Loyle Carner</a>, é um dos rappers britânicos que mais tem expandido a fronteira do hip-hop, influências de jazz e soul, e um discurso centrado em família, saúde mental e identidade. A sua carreira começou com o aclamado álbum de estreia em 2017, e chega agora em 2025 ao quarto álbum de estúdio, <em>hopefully!</em>, que ajuda a explicar a importância da versão ao vivo de “purpose” na O2 Academy Brixton.</p>



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<p>A versão ao vivo de “purpose (feat. <a href="https://www.instagram.com/sageelsesser/">Navy Blue</a>)”, filmada em Londres durante a residência de quatro noites que Carner fez em Brixton, destaca-se por vários motivos: primeiro, pelo local: Brixton é o bairro onde cresceu, e tocar lá assume um significado simbólico de regresso às raízes. Segundo, pela colaboração com o norte-americano Navy Blue, cuja presença não aparece como mero convidado, mas como parte integral da faixa, criando uma dinâmica entre dois rappers. Terceiro, pela banda ao vivo e pela forma como Carner adaptou a produção do álbum ao palco.</p>



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<p>Musicalmente, “purpose” no álbum já vinha como faixa central: escrita para refletir sobre aquilo que realmente move Carner. O álbum <em>hopefully!</em> provou-se como um dos mais fortes da carreira, aparecendo nos lugares altos dos top britânico, e esta versão ao vivo em Brixton serve como confirmação dessa aposta: não se trata apenas de apresentar canções novas, mas de afirmar uma identidade artística consolidada.</p>
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