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	<title>Short Film</title>
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		<title>[Short Film] A Garota Não &#8211; Quem Nesta Aldeia Morar</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 11:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[  A Garota Não, Cátia Mazari Oliveira, é uma das vozes mais penetrantes da música portuguesa contemporânea. Destacada ao longo do ano por diversas vezes pelo Ecletismo Musical [Review álbum aqui], mantém, apesar da maior exposição que o seu trabalho e talento tiveram durante 2025, uma coerência, um fulgor e uma militância raros nos dias]]></description>
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<p><a href="https://www.instagram.com/a_garota_nao/">A Garota Não</a>, Cátia Mazari Oliveira, é uma das vozes mais penetrantes da música portuguesa contemporânea. Destacada ao longo do ano por diversas vezes pelo Ecletismo Musical [Review álbum<a href="https://www.ecletismomusical.pt/new-album-a-garota-nao-ferry-gold-2/?swcfpc=1"> aqui</a>], mantém, apesar da maior exposição que o seu trabalho e talento tiveram durante 2025, uma coerência, um fulgor e uma militância raros nos dias que correm. Esta curta-metragem é mais um bom exemplo dessa postura artística consciente e intransigente.</p>
<p>Num mundo dominado pelas views, pela urgência do algoritmo e pelo consumo rápido e descartável de singles, Cátia decidiu que o seu novo álbum Ferry Gold não os iria ter. Não por ausência de canções que pudessem cumprir esse papel, mas porque a autora continua a ser quem decide como quer que a sua obra seja escutada, vista e, sobretudo, vivida. Aqui, a recusa do single enquanto produto isolado é também uma recusa de fragmentar um discurso que só faz pleno sentido como corpo inteiro.</p>
<p>Essa opção teve consequências formais claras: não houve lugar para o formato clássico de videoclip, pensado para circular autonomamente e disputar atenção num feed infinito. Em vez disso, surge esta curta-metragem realizada por Pedro Estêvão Semedo, que não ilustra simplesmente canções, mas prolonga o universo do disco; que não serve a música, antes caminha com ela, no mesmo tempo lento, denso e politicamente carregado. É cinema enquanto extensão ética da obra musical, não enquanto ferramenta promocional.</p>
<p>Há nesta decisão uma afirmação de soberania artística cada vez mais rara: a de quem aceita perder alcance imediato para ganhar espessura, de quem prefere construir memória em vez de estatística. Ferry Gold existe assim como um gesto inteiro, fechado sobre si, resistente à lógica do recorte e da distração. E esta curta-metragem confirma que, para Cátia Mazari Oliveira, criar continua a ser um ato de responsabilidade. Consigo própria, com as palavras que escolhe e com o mundo que insiste em interpelar.</p>
<p>O projecto “Quem nesta aldeia morar” assume, assim, uma dimensão simbólica que ultrapassa a simples promoção de um álbum: é uma celebração da interdependência humana, da pertença a lugares e a pessoas, e da forma como a arte pode surgir do encontro entre vozes distintas. A “aldeia” mencionada no título, tanto literal como metaforicamente, remete para a colectividade que molda vidas e cria memórias, especialmente numa sociedade onde a vida urbana muitas vezes dilui as relações comunitárias mais antigas.</p>
<p> </p>


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		<title>[Short Film] Sofi Frozza &#8211; Love Bug</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 15:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Short Film]]></category>
		<category><![CDATA[Worth Listening to]]></category>
		<category><![CDATA[Sofi Frozza]]></category>
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<p>Num tempo em que o conteúdo é muitas vezes feito para desaparecer ao fim de segundos, onde o imediatismo dita tendências e o espaço para a criação profunda parece cada vez mais raro, é reconfortante cruzarmo-nos com projetos como <strong><em>Love Bug</em>,</strong> de <a href="https://www.instagram.com/sofifrozza/">Sofi Frozza.</a></p>



<p>Mais do que um simples conjunto de videoclipes, <em><strong>Love Bug</strong></em> apresenta-se como uma curta-metragem musical, um <strong>EP visual</strong> que respira dedicação, estética e narrativa emocional. É um trabalho feito com intenção, em que cada plano, cor e palavra servem um universo próprio, onde a obsessão, o desejo e a idealização são explorados com coragem e sensibilidade.</p>



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<p>A jovem <strong>Sofi Frozza</strong> (nascida em 2003) não segue fórmulas fáceis. O seu olhar artístico propõe-nos um mergulho íntimo, desconfortável por vezes, mas sempre honesto. A estética cuidada, a construção da personagem, a forma como o som e a imagem se encontram, tudo revela uma voz autoral, independente, que não teme explorar as zonas cinzentas da emoção humana.</p>



<p>Num panorama artístico muitas vezes dominado por algoritmos, números e pressa, ver uma artista a entregar-se com esta profundidade é, no mínimo, um gesto de resistência. <em><strong>Love Bug</strong></em> é um exemplo de como ainda é possível fazer arte que não apenas entretém, mas que também incomoda, provoca e deixa marca.</p>
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