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	<title>Sziget</title>
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		<title>[Festival] Sziget 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 11:51:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sziget Festival entra numa nova fase com o regresso do seu fundador, Károly Gerendai, à liderança e com as datas de 2026 já confirmadas: o evento regressa à Ilha de Óbuda, em Budapeste, entre 11 e 15 de agosto. Depois de receber o seu visitante número onze milhões na edição de 2025, o festival]]></description>
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<p>O<a href="https://www.instagram.com/szigetofficial/"> Sziget Festival</a> entra numa nova fase com o regresso do seu fundador, <strong>Károly Gerendai</strong>, à liderança e com as <strong>datas de 2026 já confirmadas</strong>: o evento regressa à <strong>Ilha de Óbuda, em Budapeste</strong>, entre <strong>11 e 15 de agosto</strong>. Depois de receber o seu visitante número onze milhões na edição de 2025, o festival volta às raízes e prepara-se para redefinir o futuro a partir da sua própria história.</p>



<p>A decisão surge após um processo de alinhamento entre a organização e a Superstruct, que culminou com o regresso da equipa fundadora e com um <strong>novo acordo plurianual com a Câmara Municipal de Budapeste</strong>, garantindo o apoio da cidade e a estabilidade do evento a longo prazo.</p>



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<p>Depois da edição de 2025 [<strong><a href="https://www.ecletismomusical.pt/review-sziget-2025/">REVIEW Ecletismo Musical para recordar AQUI]</a></strong> e ultrapassados os problemas de gestão, o <strong>Sziget</strong> planeia agora um <strong>formato mais coeso e concentrado em cinco dias de festival</strong>, de terça a sábado, antecedidos por um dia de entrada adicional. A ideia é condensar toda a energia da <em><strong>Island of Freedom</strong></em> numa semana pensada para que cada momento conte.</p>



<p>O CEO <strong>Tamás Kádár</strong> afirmou: <em>“For 2026, we’re working toward the same goal as always: to continue developing Sziget as one of Europe’s leading festivals with the strong lineup and international allure that has made it a unique event for decades. Superstruct’s period of operational involvement in the festival allowed us to navigate the pandemic and to invest in the quality of the festival experience for visitors from across Europe – we are grateful for all their support.”</em></p>



<p>O fundador <strong>Károly Gerendai</strong> acrescentou: <em>“This year’s Sziget already showed very positive developments, giving us a strong foundation to build on. At the same time, there is always more work to do to secure the place of the festival in the hearts of fans who visit us from across the world. Our focus now is to emphasize Sziget’s unique identity and values even more. Not only through the headline acts, but also by deepening the festival’s cultural significance and its connection to Budapest.”</em></p>



<p>O foco desta nova etapa é reforçar a identidade artística e cultural do Sziget, valorizando a sua relação com Budapeste e a sua essência comunitária. O festival promete regressar com a mesma ambição internacional e espírito criativo que o tornaram um dos mais importantes da Europa.</p>



<p>A <strong>pré-venda exclusiva de passes completos</strong> para o Sziget 2026 começa <strong>a 7 de novembro, ao meio-dia</strong>, com preços iguais aos do ano anterior. A <strong>pré-inscrição</strong> encerra <strong>a 5 de novembro</strong>, disponível em <em><a href="http://szigetfestival.com">szigetfestival.com</a></em>.</p>



<p> </p>
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		<title>[Live Session] Hermanos Gutiérrez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 10:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Live Session]]></category>
		<category><![CDATA[Hermanos Gutiérrez]]></category>
		<category><![CDATA[Live session]]></category>
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		<category><![CDATA[Sziget2025]]></category>
		<category><![CDATA[worth listening to]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Hermanos Gutiérrez, que foram um dos melhores concertos do Sziget 2025, apresentam aqui nesta sessão para a KEXP um set de pura arte. Poucas bandas conseguem transformar uma sessão de estúdio num verdadeiro ritual de viagem interior. A sessão abriu com “Lágrimas Negras / El Fantasma”, quase como um chamamento. As cordas deslizam lentas,]]></description>
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<p>Os <a href="https://www.instagram.com/hermanosgutierrez/">Hermanos Gutiérrez</a>, que foram um dos melhores concertos do <a href="https://www.instagram.com/szigetofficial/">Sziget 2025</a>, apresentam aqui nesta sessão para a <a href="https://www.instagram.com/kexp/">KEXP</a> um set de pura arte. Poucas bandas conseguem transformar uma sessão de estúdio num verdadeiro ritual de viagem interior. </p>



<p>A sessão abriu com <strong>“Lágrimas Negras / El Fantasma”</strong>, quase como um chamamento. As cordas deslizam lentas, carregadas de sombra, e logo se percebe a capacidade do duo em criar narrativa sem palavras. </p>



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<p>Seguiu-se <strong>“Sonido Cósmico”</strong>, faixa que dá nome ao álbum mais recente. Aqui o espaço é protagonista: ecos que se prolongam, reverberações que parecem viajar entre estrelas, enquanto as guitarras se cruzam como constelações em movimento. </p>



<p>Com <strong>“Cumbia Lunar”</strong>, a cadência muda. A pulsação da cumbia é levada para um território de suspensão, quase dançável mas sempre etérea, como se a festa acontecesse numa praia deserta sob luar. </p>



<p>O fecho, <strong>“Until We Meet Again”</strong>, é despedida e promessa. As notas soam como cartas não enviadas e percebe-se como esta música encontra força no espaço vazio, no que não é tocado tanto quanto no que é.</p>



<p>O concerto, registado com a habitual excelência técnica da <strong>KEXP</strong>, reforça uma certeza: Hermanos Gutiérrez não são apenas dois guitarristas a dialogar, mas dois intérpretes de exceção, capazes de transportar plateias inteiras. Do silêncio hipnótico que tomou conta do <strong>Palco Revolut no Sziget 2025</strong>, onde uma multidão se deixou embalar como se o tempo tivesse parado, até à intimidade desta sessão no estúdio da KEXP, o resultado é sempre o mesmo: um estado coletivo de deleite sonoro raro.</p>
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		<title>[Review] Sziget 2025 (Principais destaques)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 11:56:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Festivals]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ecletismo Musical foi fazendo no Instagram (Destaques AQUI) um acompanhamento ao minuto do que ia acontecendo no Festival. Tempo agora para falar sobre alguns dos melhores momentos/concertos durante a (maratona) de 6 dias de muitas horas de Festival e de eventos culturais. O Sziget tem como que uma primeira parte, os concertos, atividades performativas,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Ecletismo Musical</strong> foi fazendo no Instagram (Destaques <a href="https://www.instagram.com/stories/highlights/18021531881727274/">AQUI</a>) um acompanhamento ao minuto do que ia acontecendo no Festival. Tempo agora para falar sobre alguns dos melhores momentos/concertos durante a (maratona) de 6 dias de muitas horas de Festival e de eventos culturais.</p>



<p>O <strong>Sziget</strong> tem como que uma primeira parte, os concertos, atividades performativas, etc até cerca da 1 da manhã, e depois, a partir dessa hora transforma-se quase exclusivamente num gigante <em>club</em>, com milhares de pessoas a circular por entre os diferentes espaços de música electrónica.</p>



<p><strong>Na vertente eletrónica do Festival</strong> que, como já referido, tem ganho cada vez mais destaque sobressaíram os diversos espaços de grande dimensão, como, entre outros espaços, a gigante tenda do <strong>BOLT Night Stage e o Yettel Colosseum,</strong> uma estrutura feita de paletes que conferiu uma atmosfera especial aos sets que por lá passaram ao longo dos dias. </p>



<img width="1024" height="683" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/d-dOkw-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-7219" />



<p><br>De entre as várias dezenas de DJ&#8217;s que animaram o Delta District das 4pm às 6am, destaques para as prestações de <strong>Amelie Lens</strong> (que fechou o seu set as 6am, com o sol já alto perante uma plateia lotada a dançar com uma energia inesgotável), <strong>Armin van Buuren</strong> (a maior enchente, com milhares de pessoas já fora da tenda), <strong>Steve Angello</strong>, <strong>Alok, Davodka</strong>, <strong>Boris Brejcha</strong>, <strong>Miss Monique,</strong> <strong>Dublic &amp; B&#8217;Andre &amp; Skrude,</strong> <strong>999999999, DJ Gigola, horsegiirL, HoneyLuv, ou Francis Mercier, </strong>sendo que o cartaz era muito extenso e abrangente em sub-gêneros dentro da electrónica. </p>



<p>No que aos concertos diz respeito, torna-se impossível assistir a tudo o que acontece, já que é preciso fazer escolhas. Mesmo que o <strong>Ecletismo Musical</strong> tenha procurado percorrer os diversos espaços, as distâncias entre palcos (por vezes de 20 a 30 minutos a pé) acabam por impedir “ver tudo”. </p>



<p>Mais do que estar em todo o lado, o Sziget vive de ter sempre gente em todo o lado. Ainda assim, alguns concertos sofreram com fraca adesão, especialmente os da parte da tarde ou os que coincidiam com os cabeças de cartaz no palco principal.</p>



<img width="1024" height="767" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/7aXUvWjw-1024x767.jpeg" alt="" class="wp-image-7221" />



<p><br>Ainda assim, entre tudo o que foi possível viver, ficam alguns destaques que servem apenas como exemplo, porque a experiência sensorial do Sziget é sempre mais vasta e intensa do que qualquer lista possa traduzir. Em todos os artistas nota-se a vontade de dar tudo e transformar os seus concertos, num festival como o Sziget, em momentos memoráveis não só para quem assiste, mas também para eles próprios, muitos dos quais que se estreavam neste reputado festival.</p>



<p><strong>No dia 6, quarta feira, o Sziget</strong> começou a mostrar o seu Ecletismo com destaque especial para, para além de <strong>Charli XCX</strong>, os concertos de <strong>Payale Royal (um dos concertos com melhor energia de todo o festival),</strong> <strong>Little Simz, The Dare, Kiss Of Life, Empire of the Sun, Papa Roach</strong>, entre dezenas de outros bons momentos.</p>



<img width="700" height="466" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/xRloUYzA-e1755191879330.jpeg" alt="" class="wp-image-7201" />



<p><br><strong>No dia 7, quinta feira, o Sziget </strong>assistiu a alguns concertos que marcaram o Festival, e que, começaram às 17h com os congoleses <strong>Kin&#8217;gongolo Kiniata</strong>, ao que se seguiram interessantes concertos de <strong>The Beaches, Balu Brigada, Woomb, Last Train, Revenge of the Synth, Noga Erez</strong>, para além das prestações muito frequentadas de <strong>Nelly Furtado e de Shawn Mendes</strong>. </p>



<img width="1024" height="683" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/YgyUyFvQ-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-7222" />



<p><br><strong>No dia 8, sexta feira,</strong> os destaques foram os concertos de <strong>The Kooks (</strong>que foram uma substituição de última hora por impedimento de saúde de Michael Kiwanuka)<strong>,  </strong>as boas surpresas de <strong>Radix, EKKSTACY e Scarlet Pleasure</strong> e a consistência dos <strong>Blossoms e Caribou. </strong>No que diz respeito às atividades perfomativas, um destaque especial para a<strong> portuguesa Marga Alfeirão: LOUNGE.  </strong></p>



<img width="1024" height="767" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/4fYCt4dg-1024x767.jpeg" alt="" class="wp-image-7223" />



<p><br><strong>No dia 9, sábado, o Sziget</strong> teve oportunidade de assistir a alguns dos melhores concertos de todo o Festival, nomeadamente, com as prestações de <strong>RY X, Hermanos Gutiérrez, Elderbrook</strong>, <strong>Anyma</strong>, <strong>Sevdaliza </strong>e dos húngaros <strong>Bohemian Betyars</strong> que colocaram toda a gente a dançar num dos momentos de maior comunhão entre os Húngaros presentes e &#8220;os turistas&#8221;.</p>



<img width="1024" height="683" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/AixEZuhQ-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-7224" />



<p><br><strong>No dia 10, domingo</strong>, a programação era fortíssima e assistiram-se a bons concertos de <strong>Isabel LaRosa, Rilès</strong> (um dos melhores concertos do palco principal),<strong> MAZ Univerze</strong>,<strong> Call Me Karizma, EV</strong> e <strong>Post Malone</strong> (uma enchente no palco principal). No entanto, os dois melhores concertos do dia, seriam, no mesmo palco, o Revolut Stage e curiosamente seguidos no alinhamento do dia. Mostrando todo o Eletismo e riqueza musical deste Sziget, primeiro foi a francesa <strong>Zaho de Sagazan</strong> a fazer vibrar uma plateia bem composta e contando com muitos franceses a assistir. Logo em seguida, ainda com parte do público a recuperar da carga emocional das letras e interpretação de Zaho, sobem ao palco os <strong>Fat Dog </strong>num concerto que teve de tudo, desde mosh pit, circle pit, <strong>row pit</strong> (uma variação do mosh pit, mas com o público sentado no chão a simular uma remada sincronizada), numa prestação que encantará plateias um pouco por todo o mundo.</p>



<img width="1024" height="682" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/CNmf75bQ-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-7225" />



<p><br><strong>No dia 11, segunda feira</strong>, o dia de encerramento da edição 2025 do Sziget, foi possível, mais uma vez, assistir a excelentes concertos, com destaque especial para a prestação cénica pop de enorme qualidade da artista que arrastou muito milhares de Szigers: <strong>Chappell Roan</strong>. Também <strong>Luvcat e The Last Dinner Party</strong> deram bons concertos no palco principal, tendo ao concerto de <strong>Portugal. The Man</strong> faltado maior conexão com o público ainda que os músicos em palco tenham toda muita qualidade. Destaques ainda para a brilhante prestação de <strong>Bartees Strange</strong> (pese embora a escassez de público presente), <strong>Refused, Brutalismus 3000 </strong>(uma enorme enchente).</p>



<img width="1024" height="682" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/OeeLNkow-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-7226" />



<p><br>Dia especialmente animado no Palco The Buzz, como apresentações tão variadas como o Metal Sérvio dos <strong>Lavina</strong>, o fenómeno irlandês: <strong>Kingfishr</strong> (que reuniram muitos irlandeses e britânicos em grande ambiente), os australianos <strong>Hollow Coves</strong> e o jovem <strong>Casey Lowery</strong>, artista viral no <em>tiktok</em> que conseguiu levar ao rubro a plateia muito bem preenchida que o esperava.</p>
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		<title>[Review] Sziget 2025 (EN Version)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 11:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Festivals]]></category>
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					<description><![CDATA[Yes, Sziget truly is a once-in-a-lifetime experience. From August 6 to 11, Ecletismo Musical followed the Sziget Festival in Budapest as International Press and here shares a summary of what we experienced. There are events that go far beyond a simple lineup. Sziget is one of those rare places where music is just the starting]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4><strong>Yes, Sziget truly is a once-in-a-lifetime experience.</strong></h4>



<h4>From <strong>August 6 to 11</strong>, <strong>Ecletismo Musical</strong> followed the <strong><a class="" href="https://www.instagram.com/szigetofficial/">Sziget Festival</a></strong> in Budapest as <strong>International Press</strong> and here shares a summary of what we experienced.</h4>



<p>There are events that go far beyond a simple lineup. <strong>Sziget</strong> is one of those rare places where music is just the starting point. Every step on the island opens the door to new artistic experiences, unexpected encounters, and a feeling that is hard to translate: for a few days, we live in a parallel city that breathes art and freedom.</p>



<p>In the heart of the Danube, Óbuda Island becomes a massive stage, bringing together hundreds of concerts, performances, installations, circus acts, and sensory experiences. It’s a borderless celebration from rock to electronic, jazz to hip hop, folk to pop, and even classical and traditional music, all happening simultaneously, all in harmony despite their apparent disconnection, and <strong>running 24 hours a day</strong>. </p>



<p>There’s no dominant genre, although some may stick to the Main Stage for today’s biggest pop acts. Instead, there is a constant dialogue between languages and cultures. In short, there’s Eclecticism!</p>



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<p>Although <strong>Sziget</strong> spans around <strong>76 hectares</strong> (that’s <strong>760,000 square meters</strong>), attention to detail is everywhere: careful planning, countless artistic touches, and integration with the surrounding forest environment that truly transform the <strong>“Island of Freedom”</strong> into a special place.</p>



<p>For <strong>Ecletismo Musical</strong>, <strong>Sziget</strong> is the perfect metaphor: diversity without fear, discovery as a natural instinct, and curation that challenges the idea that you must choose only one path. Here, we can be many things at once. We can listen, absorb, reflect and return changed.</p>



<p>More than a festival, <strong>Sziget</strong> is (still) a temporary utopia. Perhaps that’s why, when the island says goodbye, what we take home isn’t just the memory of the concerts, but the comforting certainty that this little parallel world exists to remind us that art (and life) is a space where everyone belongs.</p>



<img width="700" height="524" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/lGAB-XuA-e1755191834150.jpg" alt="" class="wp-image-7200" />



<p>Over six days, an ephemeral city rises up, defying the voices in so many parts of the world that preach isolation and fear of others. At Sziget, languages mix naturally, clothes become statements of freedom, and music is the excuse to build bridges where others would rather build walls.</p>



<p>That is why the role of cultural events like this is vital: to remind us that, at our core, people are the same though thankfully, all different.</p>



<p>Among thousands of strangers who quickly become partners in adventure, the program is as diverse as the crowd that lives it. Here, freedom is almost a silent religion.</p>



<p>Ultimately, <strong>Sziget</strong> reflects what we believe: music doesn’t need borders, it needs encounters.</p>



<img width="700" height="466" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/xRloUYzA-e1755191879330.jpeg" alt="" class="wp-image-7201" />



<p>In 2025, <strong>416,000 people</strong> shared this space without violence, without tension, without hate, without repression, only the energy of healthy togetherness and the simple joy of living. Here, it doesn’t matter where you’re from, your culture, your sexual orientation, or your religion. What matters is being present, listening, dancing, looking into someone’s eyes, and recognizing in them a reflection of yourself.</p>



<p>Of course, today’s <strong>Sziget</strong> isn’t the same as in its early days, when in 1993 two young Hungarians (in a country emerging from political and economic transition after the fall of communism) created the “Student Island” with a purely communal spirit.</p>



<p>Now, during six days of<strong> “Island of Freedom,”</strong> Óbuda Island <strong>is also a massive commercial engine</strong>, where big brands set up visually striking bars and stands (some with DJs) and food trucks from all over the world coexist with the stages and artistic experiences.</p>



<img width="700" height="933" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/IMG_7820.jpg" alt="" class="wp-image-7203" srcset="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/IMG_7820.jpg 700w, https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/IMG_7820-225x300.jpg 225w, https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/IMG_7820-9x12.jpg 9w" />



<p>The festival has adapted to the times and to the way many see these events as moments of entertainment and consumption. The big difference between <strong>Sziget</strong> and other festivals is that, despite this, the spirit, the location, and the diversity allow it to keep part of its original sense of sharing and community alive.</p>



<p>The audience is varied: from those who camp for the full six days, whether in near-wild camping just meters from the stages or in more peaceful glamping zones coming from many countries (with a strong presence of Brits, French, and Italians) to those who come just for a day (a significant number of whom are Hungarians).</p>



<p>Few festivals make diversity and simultaneity so visible as <strong>Sziget</strong>. Every stage, every tent, every artistic space tells its own story often unnoticed by those who look only at the main lineup.</p>



<p>Over the years, some critics have claimed the lineups have gradually lost part of that diversity, favoring pop and electronic music genres that are more viral and with greater appeal to a young, global audience. This is a superficial view that ignores the complexity of an event that strives to be both global and inclusive.</p>



<p><strong>Sziget</strong> is not just a music festival: it’s an ephemeral city, a collective experience that demands flexibility and adaptation. With thousands of participants from more than 100 nationalities, it’s only natural that it evolves with the times. Classic super-bands no longer frequent the festival circuit, opting instead for individual concerts or their own tours.</p>



<img width="1024" height="683" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/ljeAc8cg-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-7212" />



<p>Meanwhile, the younger generations, who make up most of the six-day audience, consume music differently, influenced by pop, social media virality, and new modes of cultural interaction. In this sense, booking more “mainstream” or electronic acts isn’t a loss of identity, but a strategic adaptation to remain relevant and attract audiences.</p>



<p>Still, reducing <strong>Sziget</strong> to this reading is simplistic. It’s reductive and often lazy to analyze the festival (as some mainstream publications do) by focusing solely on the Main Stage. Between concerts, there’s an abundance of activity: performances, interactive installations, exhibitions, talks, and sensory experiences that fill every corner of the island. Every artistic intervention, every tent or creative space is an opportunity for discovery and these parallel experiences are as memorable as the main concerts. Ignoring them means missing the festival’s essence at once chaotic, well organized, and infinitely diverse.</p>



<img width="1024" height="682" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/xLdvA0Vg-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-7213" />



<p><strong>Sziget</strong> is, in this sense, a living organism. It blends tradition and innovation, massive shared moments with personal discoveries. Even as it adapts lineups to today’s tastes, it maintains the promise of cultural diversity and simultaneity that made it unique. Every visitor whether just walking between stages or stumbling into an art installation is invited to embrace the unpredictable, to feel part of a global community that, for a few days, challenges borders, expectations, and routines.</p>



<p><strong>Ecletismo Musical</strong> will also publish an article with the main highlights for each day.</p>



<h6><br>Photos by Sziget.</h6>
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		<title>[Review] Sziget 2025 (PT)</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 23:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Festivals]]></category>
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					<description><![CDATA[Sim, o Sziget é mesmo uma experiência para a vida. O Ecletismo Musical esteve entre 6 e 11 de agosto a acompanhar o Festival Sziget, em Budapeste, como International Press e partilha aqui um resumo do que vivenciou. Há eventos que vão muito além de um simples cartaz. O Sziget é um desses raros espaços]]></description>
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<h4>Sim, o Sziget é mesmo uma experiência para a vida.</h4>



<h4>O <strong>Ecletismo Musica</strong>l esteve entre <strong>6 e 11 de agosto</strong> a acompanhar o <strong><a href="https://www.instagram.com/szigetofficial/">Festival Sziget</a></strong>, em Budapeste, como <em><strong>International Press</strong> </em>e partilha aqui um resumo do que vivenciou.</h4>



<p>Há eventos que vão muito além de um simples cartaz. O <strong>Sziget</strong> é um desses raros espaços onde a música serve apenas de ponto de partida. Cada passo na ilha é uma nova porta para experiências artísticas, encontros improváveis e uma sensação difícil de traduzir: durante alguns dias, vivemos numa cidade paralela que respira arte e liberdade.</p>



<p>No coração do Danúbio, a Ilha Óbuda transforma-se num imenso palco, reunindo centenas de concertos, performances, instalações, circo e experiências sensoriais. É uma celebração sem fronteiras, do rock à eletrónica, do jazz ao hip hop, do folk ao pop, passando pela música clássica e tradicional, tudo em simultâneo, tudo em harmonia apesar da sua aparente desconexão e<strong> durante 24h por dia.</strong> Não existe um género dominante, ainda que, haja quem se fique pelo palco principal para ver os nomes grandes da Pop atual, mas sim um diálogo contínuo entre linguagens e culturas. No fundo, existe Ecletismo!</p>



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<p>Apesar do Sziget ocupar cerca de <strong>76 hectares</strong>, o equivalente a <strong>760 mil metros quadrados</strong>, é muito relevante o cuidado com o detalhe, a planificação do espaço, os muitos apontamentos de arte e de integração com o ambiente (florestal) que transformam a &#8220;Island of freedom&#8221; verdadeiramente num local especial.</p>



<p>Para o <strong>Ecletismo Musical</strong>, o Sziget é a metáfora perfeita: diversidade sem receios, descoberta como instinto natural e uma curadoria que desafia a ideia de que é preciso escolher apenas um caminho. Ali, podemos ser muitos. Podemos ouvir, absorver, refletir e regressar diferentes.</p>



<p>Mais do que um festival, o <strong>Sziget</strong> é (ainda) uma utopia temporária. Talvez por isso, quando a ilha se despede, o que levamos não é apenas a memória dos concertos, mas a certeza reconfortante de que este pequeno mundo paralelo existe para nos lembrar que a arte (e a vida) é um espaço onde todos cabem.</p>



<img width="700" height="524" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/lGAB-XuA-e1755191834150.jpg" alt="" class="wp-image-7200" />



<p>Durante seis dias, ergue-se uma cidade efémera que contraria as vozes que, em tantas partes do mundo, pregam o isolamento e o medo do outro. No Sziget, línguas misturam-se naturalmente, roupas tornam-se declarações de liberdade e a música serve de pretexto para criar pontes onde outros preferem levantar muros.</p>



<p>Por isso, o papel de eventos culturais como este é vital: lembrar que, no essencial, as pessoas são iguais, ainda que, felizmente, todas diferentes.</p>



<p>Entre milhares de desconhecidos que rapidamente se tornam cúmplices, a programação é tão diversa quanto a multidão que a vive. Aqui, a liberdade é quase uma religião silenciosa.</p>



<p>No fundo, o Sziget é o reflexo do que acreditamos: a música não precisa de fronteiras, precisa de encontros.</p>



<img width="700" height="466" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/xRloUYzA-e1755191879330.jpeg" alt="" class="wp-image-7201" />



<p>Em 2025, <strong>416 mil pessoas</strong> partilharam este espaço sem violência, sem tensão, sem <em>hate</em>, sem repressão. Apenas a energia de um convívio saudável e a alegria simples de viver. Ali, não importa a origem, a cultura, a orientação sexual ou religiosa. O que conta é estar presente, ouvir, dançar, olhar nos olhos e reconhecer no outro um reflexo de si próprio.</p>



<p>Claro que o Sziget de hoje não é o mesmo dos primórdios, quando, em 1993, dois jovens húngaros (numa Hungria a sair de um período de transição política e económica, após o fim do regime comunista) criaram a “ilha dos estudantes” com um espírito totalmente comunitário.</p>



<p>Atualmente, durante seis dias de “Island of Freedom”, a Ilha Óbuda é também uma super engrenagem comercial, onde grandes marcas apresentam bares e stands visualmente muito apelativos (alguns com DJs) e <em>food trucks</em> de várias partes do mundo coexistem com os palcos e experiências artísticas.</p>



<img width="700" height="933" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/IMG_7820.jpg" alt="" class="wp-image-7203" srcset="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/IMG_7820.jpg 700w, https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/IMG_7820-225x300.jpg 225w, https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/IMG_7820-9x12.jpg 9w" />Sunrise @Sziget



<p>O Festival adaptou-se aos tempos e à forma como, para muitos, estes eventos são momentos de entretenimento e consumo. A grande diferença entre este Festival e outros, é que, apesar disso, o espírito que se vive, o espaço em que o Festival está localizado e a diversidade presente, permitem manter, ainda assim, parcialmente vivo o espírito inicial de partilha e comunidade.</p>



<p>O público é variado: desde quem passa os seis dias acampado (seja num campismo quase selvagem, a poucos metros dos palcos, ou em zonas de <em>glamping</em> mais tranquilas), provenientes de muitos países, com ingleses, franceses e italianos muito representados, até quem vai apenas para um dia (uma parte significativa dos muitos milhares de húngaros presentes).</p>



<p>Não há muitos festivais em que a diversidade e a simultaneidade de acontecimentos seja tão evidente como no <strong>Sziget</strong>. Cada palco, cada tenda, cada espaço de intervenção artística parece contar uma história própria, muitas vezes ignorada por quem olha apenas para os cartazes principais. </p>



<p>Ao longo dos anos, algumas críticas têm apontado que os cartazes do festival foram gradualmente perdendo parte dessa diversidade, privilegiando a pop e a música eletrónica, géneros mais virais e com maior potencial de atingir o público jovem e global. É uma leitura superficial, que ignora a complexidade de um evento que se pretende global e inclusivo.</p>



<p>O <strong>Sziget</strong> não é apenas um festival de concertos: é uma cidade efémera, uma experiência coletiva que exige flexibilidade e adaptação. Com milhares de participantes de mais de 100 nacionalidades, é natural que acompanhe os tempos. As super bandas clássicas deixaram de estar presentes nos circuitos de festivais, optando por concertos individuais ou tours próprias. </p>



<img width="1024" height="683" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/ljeAc8cg-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-7212" />



<p>Ao mesmo tempo, as gerações mais jovens, que constituem a maior parte do público dos seis dias, consomem música de forma diferente, influenciadas pela pop, pela <em>viralidade</em> das redes sociais e por novos modos de interação cultural. Nesse sentido, a aposta em nomes mais “<em>mainstream</em>” ou eletrónicos não é uma perda de identidade, mas uma adaptação estratégica para manter relevância e fluxo de público.</p>



<p>No entanto, reduzir o Sziget a esta leitura é simplista. É redutor e, muitas vezes, preguiçoso analisar o festival (como fazem alguns órgãos de comunicação <em>mainstream</em>), focando-se exclusivamente no Main Stage. Entre concertos, há uma multiplicidade de acontecimentos: performances, instalações interativas, exposições, palestras e experiências sensoriais que ocupam todos os cantos da ilha. Cada intervenção artística, cada tenda ou espaço de criação é uma oportunidade de descoberta, e essas experiências paralelas são tão marcantes quanto os concertos principais. Ignorá-las é perder a essência do festival, que é simultaneamente caótico, organizado, e infinitamente diverso.</p>



<img width="1024" height="682" src="https://www.ecletismomusical.pt/wp-content/uploads/2025/08/xLdvA0Vg-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-7213" />



<p>O Sziget é, por isso, um organismo vivo. Ele mistura tradição e inovação, experiências massivas com descobertas individuais. É um festival que, mesmo quando adapta os cartazes ao gosto e consumo atual, mantém a promessa de diversidade e de simultaneidade cultural que o tornou único. Cada visitante, mesmo que apenas caminhe entre palcos ou passe por uma instalação artística, é convidado a experienciar o imprevisível, a sentir-se parte de uma comunidade global que, por uns dias, desafia fronteiras, expectativas e rotinas.</p>



<p>O Ecletismo Musical fará igualmente um artigo com os principais destaques por dia.</p>



<p><br></p>



<p></p>
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		<title>[Festival] Vodafone Paredes de Coura 2025 (Horários e Destaques)</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 13:40:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ecletismo Musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Começa hoje o Vodafone Paredes de Coura 2025 e, mais uma vez, com um cartaz que volta a encantar pela sua diversidade e pela afinidade com o que há de mais vibrante na música independente e alternativa. Entre os destaques, para além de regressos sempre muito aguardados de Vampire Weekend, Franz Ferdinand, Air, King Krule]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Começa hoje o <a href="https://www.instagram.com/vodafoneparedesdecoura/">Vodafone Paredes de Coura 2025</a> e, mais uma vez, com um cartaz que volta a encantar pela sua diversidade e pela afinidade com o que há de mais vibrante na música independente e alternativa. </p>



<p>Entre os destaques, para além de regressos sempre muito aguardados de <strong>Vampire Weekend, Franz Ferdinand, Air, King Krule e Portugal. The Man.</strong> </p>



<p>O espírito inquieto é reforçado por presenças como <strong>Perfume Genius, DIIV, Ela Minus, Nilüfer Yanya, Black Country, New Road</strong>, <strong>Mk. gee, Sharon Van Etter, Badsista ou Maruja.</strong> além de nomes portugueses como Dino d’Santiago, Capicua, Linda Martini e Xinobi (em formato live). </p>



<p>Este Paredes de Coura reflete o festival-culto que sempre foi: um lugar onde os adeptos da música se reencontram com a descoberta e a profundidade. </p>



<p>Destaque para a presença de vários nomes que estiveram a semana passada num dos maiores e melhores festivais da Europa (O Sziget onde o Ecletismo Musical esteve como International Press &#8211; Ver destaques no Instagram), com destaque para os Fat Dog que deram um concerto alucinante no 2º palco do Sziget, bem como, <strong>Ela Minus Nilüfer Yanya</strong> ou a francesa <strong>Zaho de Zagadan</strong>, para além de <strong>Portugal. The Man.</strong> que deu um concerto muito consistente no Main Stage do referido festival.</p>
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		<title>[Worth Listening to] Kingfishr &#8211; Killeagh (From Cullenstown Handball Alley)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecletismomusical]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 10:58:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Kingfishr nasceram em Limerick, na Irlanda, em 2022, quando três estudantes de engenharia começaram a compor juntos por puro prazer. Rapidamente o que era um passatempo transformou-se num projeto com alma folk e ambição indie, gravado e produzido num estúdio improvisado numa quinta leiteira. Killeagh é hoje um hino popular na Irlanda tendo chegado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os <a href="https://www.instagram.com/kingfishrofficial/">Kingfishr</a> nasceram em Limerick, na Irlanda, em 2022, quando três estudantes de engenharia começaram a compor juntos por puro prazer. Rapidamente o que era um passatempo transformou-se num projeto com alma folk e ambição indie, gravado e produzido num estúdio improvisado numa quinta leiteira.</p>



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<p><em>Killeagh</em> é hoje um hino popular na Irlanda tendo chegado ao #1, conquistando quatro platinas e ficou 18 semanas no Top 10. </p>



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</div>



<p>O álbum de estreia está previsto para 22 de agosto de 2025, <em>Halcyon</em> é descrito como um retrato dos primeiros três anos do percurso dos Kingfishr. O álbum junta êxitos já conhecidos, como “Flowers-Fire”, “Eyes Don’t Lie”, “Killeagh”, “Gloria” e “Man On The Moon”, a novas canções que expandem o universo sonoro da banda: “21”, “Next To Me”, “Someday” e “Schooldays”. </p>



<p>Para ver HOJE, no último dia do <a href="https://www.instagram.com/szigetofficial/">Festival Sziget 2025.</a></p>
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		<title>[New Single] Fat Dog &#8211; Pray To That</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2025 11:22:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há bandas que entram em cena como se tivessem atravessado a porta errada de um universo paralelo. Fat Dog é uma dessas forças. Pray To That é talvez o retrato mais claro dessa identidade: um turbilhão sonoro que mistura post-punk, electrónica crua e uma teatralidade quase anárquica, tudo embrulhado num sentido de urgência impossível de]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há bandas que entram em cena como se tivessem atravessado a porta errada de um universo paralelo. <a href="https://www.instagram.com/fatdogfatdogfatdog_/">Fat Dog</a> é uma dessas forças. <em>Pray To That</em> é talvez o retrato mais claro dessa identidade: um turbilhão sonoro que mistura post-punk, electrónica crua e uma teatralidade quase anárquica, tudo embrulhado num sentido de urgência impossível de ignorar.</p>



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</div>



<p>HOJE no <a href="https://www.instagram.com/szigetofficial/">Sziget Festival</a> espera-se uma explosão de energia e muito suor provocado, não só pelos 36 graus esperados, mas pelo ritmo alucinante do animal de palco que é Joe Love.</p>



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		<title>[Worth Listening to] Elderbrook &#8211; Moments</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 11:14:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há artistas que fazem da pista de dança um lugar de transcendência emocional. Elderbrook é um desses criadores raros que sabem conjugar batida e introspeção, hedonismo e melancolia, como se cada faixa fosse uma cápsula de tempo onde dançamos para não nos perdermos. Moments é um tema que convida tanto ao movimento como à contemplação.]]></description>
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<p>Há artistas que fazem da pista de dança um lugar de transcendência emocional. <a href="https://www.instagram.com/elderbrook/">Elderbrook</a> é um desses criadores raros que sabem conjugar batida e introspeção, hedonismo e melancolia, como se cada faixa fosse uma cápsula de tempo onde dançamos para não nos perdermos. <em>Moments</em> é um tema que convida tanto ao movimento como à contemplação.</p>



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<p>Ao vivo, Elderbrook costuma transformar temas como este em pequenos rituais catárticos, e <em>Moments</em> tem tudo para se tornar um desses pontos altos no Sábado no <a href="https://www.instagram.com/szigetofficial/">Sziget Festival 2025</a>.</p>



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		<title>[New Single]  Hermanos Gutiérrez &#8211; Elegantly Wasted (feat. Leon Bridges)</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 08:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Hermanos Gutiérrez são dois irmãos nascidos na Suíça, filhos de mãe equatoriana e pai suíço, que encontraram na guitarra uma linguagem comum e profundamente emocional. O que fazem não é fácil de classificar. Usam as cordas como forma de contar histórias sem voz, cruzando influências de música latina, surf, western e blues num estilo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os <strong><a href="https://www.instagram.com/hermanosgutierrez/">Hermanos Gutiérrez</a></strong> são dois irmãos nascidos na Suíça, filhos de mãe equatoriana e pai suíço, que encontraram na guitarra uma linguagem comum e profundamente emocional. O que fazem não é fácil de classificar. Usam as cordas como forma de contar histórias sem voz, cruzando influências de música latina, surf, western e blues num estilo hipnótico e cinematográfico.</p>



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<p>Elegantly Wasted” abre uma nova fase na carreira destes irmãos ao contar com a voz terna e íntima de Leon Bridges.</p>



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<p>As suas atuações não são espetáculos no sentido tradicional são sessões íntimas onde cada tema parece uma cena de um filme sem nome.</p>



<p>Estarão no 4º dia do Festival <a href="https://www.instagram.com/szigetofficial/">Sziget 2025</a>.</p>
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